Ladeira em Catas Altas, MG, 2007
Baptista Gariglio (Brasil, 1961)
óleo sobre tela colada em placa, 33 x 45 cm
Ladeira em Catas Altas, MG, 2007
Baptista Gariglio (Brasil, 1961)
óleo sobre tela colada em placa, 33 x 45 cm
Casa com flores
Marie Nivouliès de Pierrefort (França-Brasil, 1879 -1968)
óleo sobre tela, 40 x 32 cm
Mar adentro, 2022
Sergio Berber (Brasil, 1941)
óleo sobre tela, 70 x 140 cm
Paisagem com figuras
Raul Deveza (Brasil, 1891-1952)
óleo sobre tela, 57 x 69 cm
Busto de Marco Aurélio, imperador romano, ano 161-180
Ouro
33 x 29 cm
Musée romains d’Avenches e Musée cantonal d’archéologie et d’histoire, Etat de Vaud
Suíça
O museu americano Getty, localizado na Califórnia, abriu no dia 31 de maio deste ano exposição de arte romana cuja peça central é o busto de Marco Aurélio descoberto na Suíça na antiga cidade romana de Aventicum que foi construída nas ruínas de um acampamento celta. A exposição ficará aberta até dia 29 de janeiro de 2024, portanto dá tempo de você se programar para essa bela experiência.
Achar este busto de Marco Aurélio foi uma das mais espetaculares descobertas do século XX. Se anteriormente poderíamos duvidar do poder e da riqueza do Império Romano no norte da Europa, esta descoberta junto com outros objetos complementaram com sucesso o conhecimento que temos do poder dos romanos no segundo século da era comum.
O busto pesa um quilo e seiscentos gramas de ouro. Foi feito de uma única folha de ouro, martelada. É oca. Foi descoberto em 1939, no sítio arqueológico de Aventicum, na Suíça, onde se explorava uma construção de uso religioso. O busto foi encontrado intacto, em excelente condição, tendo sido escondido no sistema de esgoto do local, provavelmente para evitar roubo pelas frequentes invasões de tribos germânicas.
A exposição tem também outros objetos encontrados no local, mas o centro da exposição é o busto do imperador romano.
Marco Aurélio, além de imperador, foi um filósofo estoico, cuja obra Meditações, se encontra até hoje entre as leituras necessárias para um boa educação. Além disso, foi general de grande sucesso que lutou contra as tribos germânicas nas fronteiras do norte do território romano.
As peças que compõem a exposição fazem parte de museus suíços e estão em empréstimo ao museu Getty Villa Museum.
Vaso de flores
José Traboulsi (Brasil, 1912 – 2002)
óleo sobre tela, 65 x 55 cm
Vaso de flores com crianças, 1981
Marysia Portinari (Brasil, 1937)
óleo sobre tela, 80 x 60 cm
Outono em Cornwall, 1925
Walter Elmer Schofield (EUA, 1866-1944)
óleo sobre tela
“Era um daqueles dias ingleses de outono perfeitos que acontecem com mais frequência na memória do que na vida.”
P.D. James (A Taste for Death (Adam Dalgliesh, #7))
Tradução: Ladyce West
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Dois Irmãos e Pedra da Gávea, 1964
[Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas]
Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)
óleo sobre tela, 60 x 77 cm
Uma estrada do interior no outono, 1918
Edward Wilkins Waite (Grã-Bretanha, 1854-1924)
óleo sobre tela
“O estímulo sazonal é forte entre poetas. Milton escrevia sobretudo no inverno. Keats esperava que a primavera o acordasse (como havia feito anteriormente nos meses de abril e maio de 1819). Burns escolheu o outono. Longfellow gostava do mês de setembro. Shelley brilhava nos meses quentes. Alguns poetas, como Wordsworth, trabalhavam ao ar livre. Outros, como Auden, permaneciam em lugares com cortinas fechadas. Schiller precisava do perfume de maçãs apodrecidas à sua volta para escrever um poema. Tennyson e Walter de la Mare tinham que fumar. Auden bebia muito chá, Spencer café; Hart Crane álcool. Pope, Byron e William Morris eram criativos às altas horas. E assim por diante.”
Helen Bevington (When Found, Make a Verse of)
Tradução: Ladyce West
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