Sobre George Orwell…

7 03 2025

Café na margem esquerda do Sena

Leslie Ficcaglia (EUA, contemporânea)

 

 

 

 

Orwell [George] não era um escritor dado à imaginação.  Ele precisava de acontecimentos concretos sobre os quais basear, aquela pessoa entrando num local cujas ações poderia descrever.  Seu primeiro livro  Down and Out in Paris [Na Pior em Paris e Londres] foi consequência de sua estadia em Paris — lavando pratos em um restaurante e sobrevivendo como um boêmio na Margem Esquerda [do Sena] — e vivendo junto aos pedintes do Leste de Londres [East London].

 

 
Em: Process: the Writing Lives of Great Authors, Sarah Stodola, Amazon Publishing: 2015

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Tradução livre: Ladyce West

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Orwell was not a writer prone to invention. He needed concrete events upon which to draw, that person entering a room whose actions he could describe. His first book, Down and Out in Paris and London, rose out of his time in Paris—washing dishes in a restaurant and scraping by in the bohemian Left Bank—and living among the tramps of East London.
 




Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

7 03 2025

Ilha dos Lobos, vista de Paquetá

Felisberto Ranzini (Itália-Brasil, 1881-1976)

óleo sobre tela





Imagem de leitura: Edmund Charles Tarbell

6 03 2025

Josephine e Mercie,1908

Edmund Charles Tarbell (EUA, 1862-1938)

óleo sobre tela, 71 x 81 cm

National Gallery of Art, Washington DC





Grande coleção de obras raras vai a leilão em Nova York, em Maio de 2025

5 03 2025

Natureza morta com rosas, tulipas, um girassol, lírios, uma flor de lis, papoulas, madressilva e outras flores em vaso de vidro com dois pássaros, um gafanhoto e um caracol, c. 1674, obra de Jan Davidszoon de Heem (Holanda, 1606-1684).

 

 

Homem escrevendo, em um ateliê de artista, 1631-32, obra de Gerrit Dou (Holanda, 1613-1685).

 

 

 

Vista de Olinda com ruínas de Igreja Jesuíta, sem data, obra de Frans Post (Holanda, 1612-1680)

 

 

 

Natureza morta com couve-flor, cesto com ovos, alhos-porós, e peixe e outros utensílios de cozinha, década de 1760, obra de Luis Meléndez (Itália-Espanha, 1716-1780).

 

 

 

Morangos selvagens em Cumbuca Kraak Wan-Li , 1704, obra de Adriaen Coorte (Holanda, 1665-1707).

 

 

 

 

Par de retratos: Menino tocando violino e Menina cantando, década de 1620, obra de Frans Hals (Holanda,1580-1666).

 

Todas as obras, e são sessenta, da coleção particular do banqueiro Thomas Saunders e sua esposa.  Uma coleção composta por muitos anos de dedicação, de estudo, persistência e conselhos de um conhecedor das artes, George Wachter.

Espera-se que a coleção traga por volta de cento e vinte milhões de dólares.  O Frans Post pode ser de interesse para colecionadores brasileiros, particulares ou museus.  A expectativa é que a  venda fique entre seis a oito milhões de dólares. 

 

Fotografias, cortesia da Sotheby’s.





Carnaval da década de 30, Revista “O Cruzeiro”

3 03 2025

Ilustração de Umberto della Latta (Itália-Brasil1883 –1961), Fevereiro de 1930.

 

 

 

Não tenho informações sobre autoria nem data.

 

 

Ilustração de Orózio Belem (Brasil, 1903-1985), Março de 1930.

 

 

Ilustração de Umberto della Latta (Itália-Brasil1883 –1961),1930.

 

 

Ilustração de Umberto della Latta (Itália-Brasil1883 –1961),1931.

 

 

Ilustração de Manuel Móra (Portugal-Brasil, 1884-1956), 1932.

 

 





Domingo de Carnaval!

2 03 2025

Mestre-sala e Porta-bandeira, 2012

Menase Vaidergorn (Romênia-Brasil, 1927)

óleo sobre tela, 27 x 35 cm





Em casa: Richard Emile Miller

2 03 2025

Artista das cordas

Richard Emile Miller (EUA, 1875-1943)

óleo sobre tela, 91 x 86 cm





O indiferente, de Watteau, pelos olhos de Lígia Fagundes Telles

1 03 2025

O indiferente, 1717

Jean-Antoine Watteau (França, 1684-1721)

óleo sobre madeira, 26 x 19 cm

LOUVRE

 

 

“Podia ir para um lado e podia ir para o outro, como o aristocrata do quadro de Watteau, um jovem de sapatos de fivela e roupa de seda. Tinha os braços frouxamente abertos e se chamava O Indiferente. O tom azul da roupa era delicado como o tom rosa da capa aberta no braço, forrada também de azul. E ele se oferecia a ensaiar um passo de dança, com uma displicência igual à da capa atirada no braço, a flexível capa de duas faces, podia usá-la no avesso.”

 

Em: Verão no aquário, Lígia Fagundes Telles, Cia das Letras: 2010





Rio de Janeiro: 460 anos de cidade maravilhosa!

1 03 2025

Rio de Janeiro, baía da Guanabara

Angelo Cannone (Itália-Brasil, 1899-1992)

óleo sobre eucatex, medindo 18 x28 cm.