
Banda de Ipanema, 2004
Camilo Eduardo Tavares (Brasil, 1932)
óleo sobre tela, 40 x 30 cm

Banda de Ipanema, 2004
Camilo Eduardo Tavares (Brasil, 1932)
óleo sobre tela, 40 x 30 cm
Um friso de uma longa procissão, representando uma bacanal foi descoberto em Pompeia. Grande, ele cobre três paredes de um salão de banquetes. Esses grandes afrescos mostram bacantes, que eram mulheres seguidoras de Baco, o deus do hedonismo. Elas aparecem como caçadoras e dançarinas, acompanhadas de sátiros tocando flauta, bebendo vinho, em festa. Há também uma figura feminina ao lado de Sileno, que era o mentor de Dionísio. Essa figura feminina tem uma tocha que é um símbolo de alguém iniciada no ritual dionisíaco. Completando a decoração vemos diversos animais marinhos por entre as figuras.
Os afrescos são parte da decoração da Casa del Tiaso ou Casa de Thiasus, localizada na Regio IX de Pompeia. O nome Casa de Tiaso foi dado pelos arqueólogos, porque esse era associado à comitiva dos seguidores de Dionísio. O culto a Dionísio exigia que os iniciados participassem de um um ritual específico para entrada no culto, e a oportunidade de conhecer os segredos da seita, que eram guardados pelos membros desse grupo.
Pompeia era uma cidade rica e está cheia de afrescos coloridos que demonstram a riqueza daqueles que ali moravam. Este friso é mais raro. A única outra pintura mural que representa cerimônia dionisíaca conhecida no local está na Vila dos Mistérios nos subúrbios de Pompeia, descoberto em 1919.
As escavações na Regio IX, cobrem 3.200 metros quadrados; Elas estão em andamento desde fevereiro de 2023 e já revelaram 50 novos cômodos, uma padaria, uma lavanderia e, mais recentemente, um complexo de banhos de luxo .
Artigo baseado em publicação do Smithsonian Magazine, deste mês: fevereiro de 2025.
Goiabas de meu quintal, 1982
Quirino Campofiorito (Brasil, 1902-1993)
óleo sobre tela colada sobre madeira industrializada, 15 x 61 cm
Limões
Cleusa Soares (Brasil, 1950)
óleo sobre tela, 15 cm x 55 cm
Cássio Scapin
Bailarinas nos bastidores, 1872
Edgar Degas (França, 1834-1917)
óleo sobre tela, 24 x 19 cm
National Gallery of Art, Washington D.C.
“Enquanto os meses passam, faze de conta que estás no teatro, entre um ato e outro, conversando. Lá dentro preparam a cena, e os artistas mudam de roupa. Não vás lá; deixa que a dama, no camarim, ria com os seus amigos o que chorou cá fora com os espectadores. Quanto ao jardim que se está fazendo, não te exponhas a vê-lo pelas costas; é pura lona velha sem pintura, porque só a parte do espectador é que tem verdes flores”
Em: Esaú e Jacó, Machado de Assis, em domínio público
“Na Grécia Antiga, você não era dono da sua casa, o dono era a linhagem, os mortos enterrados nela.
…
Você não podia vender a sua propriedade, porque na propriedade estavam enterrados os ancestrais, então você estava ali por enquanto, vivo, mas também ia morrer e ser enterrado ali, portanto o filho tinha que cuidar do pai e, em vista disso, ele não podia, por exemplo, decidir vender a casa. A noção de propriedade era vinculada a uma crença religiosa.“
Em: Diálogos sobre a natureza humana: Perfectibilidade e Imperfectibilidade, Luiz Felipe Pondé, nVersos Editora: 2023