Dia do gato!

17 02 2024

Gato

Gustavo Rosa (Brasil,1946 – 2013)

óleo sobre tela

 

 

Soube hoje pelo Instagram que este é o dia dos gatos.  Eu não sabia que havia um dia dedicado a eles, mas neste século parece que todos nós temos direito a um dia para chamar de nosso. Em homenagens aos gatos (de vez em quando eu posto algo sobre animais nas artes) aqui vão alguns felinos de artistas brasileiros.

 

 

Gato

Aldo de Paula Fonseca (Brasil, 1947)

óleo sobre tela, 60 x 74 cm

 

 

 

Gato com vaso de flores

Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

guache, nanquim sobre cartão, 30 x 21cm

 

 

 

Gato # 1

Nato Gomes (Brasil, contemporâneo)

técnica mista, aquarela e digital

 

 

 

Gato Preto, 1950

Iberê Camargo (Brasil, 1914-1994)

óleo sobre tela, 38 x 54 cm

 

 

 

Um gato, década de 1990

Maria Alcina (Brasil 1944)

óleo sobre tela

 

 

 

Dois gatos, c. 1950

Vicente do Rego Monteiro (Brasil, 1899-1970)

óleo sobre tela

 

 

 

Gato nº 3, 1957

Aldemir Martins

nanquim e ecoline (aquarela líquida) sobre papel, 50 x 70cm

 

 

 

Gato

Renê Tomczak (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 80 x 60cm

 

 

 

 Gato, 2003

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925-2019

pincel seco sobre papel, 71 x 51 cm

 

 

 

Casal de gatos

Luiz Costa (Brasil, contemporâneo)

acrílica sobre tela, 150 x 100 cm





Comunicando-se com a Monalisa!

17 02 2024

Mona Lisa ou La Gioconda, 1503-1505

Leonardo Da Vinci (Florença,1452-1519)

óleo sobre madeira, 77 x 53 cm

LOUVRE

A popularidade do quadro de Da Vinci no Louvre certamente aumentou depois que esta obra foi roubado do próprio museu, em 1911.  Mona Lisa foi provavelmente adquirida pelo rei François I cujo reino durou de 1515 a 1547, permanecendo  em Fontainebleau na coleção dos reis de França.  Passou para o Louvre depois da Revolução Francesa.  

A tela já era apreciada por todos aqueles que a conheciam.  Em 1625, Cassiano del Pozzo (1588-1657) um homem das letras e secretário do Cardeal Francesco Barberini, colecionador de antiguidades, registrou que o Duque de Birmingham quando visitou a corte francesa para pedir a mão de Henriqueta Maria para o rei da Inglaterra Charles I, disse ao rei de França, que estava ansioso para ter esse quadro em sua coleção, mas os conselheiros de Louis XIII, não deixaram que ele levasse a Mona Lisa para a Inglaterra.

Mas ganhou muita popularidade quando foi roubada no dia 21 de agosto de 1911, pelo trabalhador italiano, Vicenzo Perrugia. Foi encontrada em Florença em 1913, colocada em exposição na Uffizi, depois em Roma e mais tarde em Milão até retornar ao Louvre em 31 de dezembro do mesmo ano.

Daí por diante, tornou-se muito, mas muito popular.  E com seu enigmático sorriso, conquistou o coração de muitos.  Tornou=se uma celebridade.  Como qualquer outra celebridade recebe cartas e presentes de seus fãs.  São tantas, tantas, que o Museu do Louvre tem uma pequena caixa dos Correios, em sala ao lado para que ali seja depositada toda e qualquer correspondência dos fãs da Gioconda.  Infelizmente ela não responde.  O museu não emprega ninguém para responder em seu nome.   Você gostaria de se comunicar com a Mona Lisa?

 





Flores para um sábado perfeito!

17 02 2024

Vaso com flores

Fang [Fang Chen-Kong] (China/Brasil, 1931)

óleo sobre tela,  55 x 38 cm

 

 

 

Vaso com flores, 1947

Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)

Óleo sobre tela, 46 x 37 cm





Rio de sol, de céu, de mar…

16 02 2024

Rua Jardim Botânico

Lucia de Lima (Brasil, contemporânea)

acrílica sobre tela, 40 x 50 cm





Imagem de leitura: Maurice Mendjisky

16 02 2024

Mme Bourgeois lendo, 1921

Maurice Mendjisky (Polônia-1890-1951)

pastel sobre papel, 29 x 23 cm





Eu, pintor: Parlagreco

15 02 2024

Autorretrato

Paulo Rubens Parlagreco (Brasil, 1944)

têmpera e guache sobre papel,  48 × 64 cm





Madrugada na roça, soneto de Luiz Guimarães

15 02 2024

Paisagem, década de 1920

Alfredo Volpi (Itália-Brasil, 1896-1988)

têmpera sobre tela, 20 x 26 cm

 

Madrugada na roça

 

Luiz Guimarães  (Brasil, 1847-1898)

 

Dentro da sombra matinal os campos

Riem-se ao fresco pranto da Alvorada,

Sobre a planície verde e perfumada

Voa o bando dos tardos pirilampos.

 

O arrieiro, tonto de preguiça,

Desperta apenas: — ao bulir das matas

Vem misturar-se o eco das cascatas

E os lentos dobres da primeira missa.

 

Sob o véu orvalhado os olhos dela

Brilham fitando os meus: ao divisá-los,

Cuido que Deus perdeu mais de uma estrela.

 

Rincham, pulando os nossos dois cavalos,

E através da manhã, cheirosa e bela,

Ouve-se o canto festival dos galos.

 

Em: Lírica, Sonetos e Rimas, Luiz Guimarães, Lisboa, Tavares Cardoso e Irmãos, 1886, 4ª edição, p.48





Cuidado, quebra!

15 02 2024

Taça com pedestal, primeiro terço do século XV

Vidro soprado, esmaltado e dourado

Museu de Artes Decorativas, Paris

 

 

Essa taça com pé de vidro transparente soprado, que seria o novo cristal, feito na ilha de Murano no início do século XVI, tem decoração em esmalte policromado e ouro.  Trata-se do brasão de um dos papas da família Medici, mas não podemos precisar se pertenceu a Leão X (papa de 1513-1521) ou Clemente VII (papa de 1523-1534).

 

Pela decoração, esse objeto se aproxima de um grupo que engloba umas vinte peças, principalmente de pratos, pratos em pedestal e jarros que se encontram em coleções públicas e particulares famosas (Louvre, Museu Britânico, Museu Metropolitan) Não eram destinados ao uso alimentar, mas provavelmente destinados à decoração de bufês em banquetes de prestígio.  Este serviço, hoje espalhado pelo mundo, demonstra o aalto grau de respeito e reconhecimento desde aquela época, ao talento e às descobertas dos vidreiros venezianos.

 

Traduzido do portal do Museu de Artes Decorativas, por mim.

 

 





Imagem de leitura: Philip Alexius de László

14 02 2024

Mestre Peter Calvocoressi, 1917

Philip Alexius de László (Hungria-Inglaterra, 1869-1937)

óleo sobre tela, 78 x 63 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

14 02 2024

Natureza morta com bule e maçãs

Colette Pujol (Brasil, 1913-1999)

óleo sobre tela,  30 x 40 cm

 

 

 

Natureza morta com frutas e bule, 1996

Adilson Santos (Brasil, 1944)

óleo sobre tela, 85 x 75 cm