O contador (Marvin), 1981
Alice Neel (EUA, 1900-1984)
Litografia colorida, 68 x 74 cm
Vaso de flores
Hilda Ishibashi (Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela, 60 X 40 cm
Flores, 1967
Santiago Americano Freire (Brasil, 1908-1997)
óleo sobre madeira, 100 x 65 cm
Nossa Sra. da Conceição, 1942
Vicente do Rego Monteiro (Brasil, 1899-1970)
Óleo sobre cartão ,68 X 48 cm
Nossa Senhora da Conceição
Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)
óleo sobre tela, 22 x 20 cm
Nossa Sra. da Conceição, 1987
Adelson do Prado (Brasil, 1944-2013)
óleo sobre tela, 61 X 50 cm
Nossa Sra. da Conceição
Antônio Maia (Brasil, 1928-2008)
acrílica sobre tela, 80 X 60 cm
Coleção particular
Igreja de Santa Margarida Maria, próximo à Lagoa Rodrigo de Freitas, 1969
Eduardo Carlson (Brasil, 1924)
óleo sobre eucatex, 35 x 27 cm
Busto-relicário de Charles Magno, c.1350
Prata banhada em ouro
Contém o crânio de Carlos Magno menos a mandíbula
Tesouro da Catedral de Aix-la-Chapelle
França.
É considerada uma das mais belas obras representando a ourivesaria do período gótico. Este não é um retrato realista do imperador francês, mas uma representação idealizada do rei. O busto está encimado por uma coroa, doada à catedral por Ricardo da Cornualha, (Inglaterra) em 1262, “pela eternidade”. a coroa é enriquecida por um grande número de pedras preciosas.

Cabelos e barba levaram banho do ouro mas rosto, pescoço e colo foram mantidos na cor natural da prata em repoussé. A roupa mostra um grande faixa de ouro sobre a qual, em forma de colar, repleta de pedras preciosas, algumas delas datando da antiguidade.

O busto repousa em pedestal octogonal decorado com esmaltagem no padrão de flor-de-lis, símbolo da França. Duas partes dessa base se abrem, ao centro, para revelar o restos mortais de Carlos Magno.

Natureza Morta, 1948
Roberto Burle-Marx (Brasil, 1909-1994)
óleo sobre tela, 48 x 96 cm

Natureza morta
Ernesto de Fiori (Itália-Brasil, 1884 – 1945)
óleo sobre tela
O divã, 1905
Blaise Vlaho Bukovac (Croácia, 1855-1922)
óleo sobre tela
Jules Renard (1864-1910)
O prazer da leitura, 2020
Helene Beland (Canadá, 1949)
óleo sobre tela, 35x 45 cm
O escritor francês Jean-Paul Sartre (1905-1980) foi um inveterado fumante. Fumava dois maços de cigarros e ainda diversos cachimbos de tabaco por dia. Até mesmo para um país como a França, em que fumar naquele período de meados do século XX era considerado uma coisa normal, essa quantidade era muito maior do que a média dos fumantes do país. Portanto, quando a Biblioteca Nacional Francesa produziu um cartaz comemorativo dos 100 anos do nascimento de Sartre, os responsáveis pelo projeto se viram forçados a manipular a fotografia escolhida para apagar da foto o cigarro na mão de Sartre. Os costumes haviam mudado e para se adequarem aos novos tempos, em que leis proibindo a propaganda de tabaco haviam sido aprovadas na sociedade francesa, esse subterfúgio foi necessário. Não havia fotos em consideração em que o cigarro não estivesse presente.
Paisagem,1982
Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999 )
óleo sobre tela, 50 x 50 cm
Paisagem
Galdino Guttman Bicho (Brasil, 1888 – 1955)
óleo sobre tela, 60 x 74 cm
Paisagem dos arredores de Barbacena,1953
Emeric Marcier (Romênia,1916 – 1990)
óleo sobre tela, 33 x 55 cm