Ariska lendo, c. 1928
Emil Pap (Hungria, 1884 – 1945)
óleo sobre tela
“Com seus livros ninguém ensinou mais aos homens do que Aristóteles e com sua espada ninguém ensinou mais aos povos do que o seu discípulo Alexandre.”
Monteiro Lobato
Ariska lendo, c. 1928
Emil Pap (Hungria, 1884 – 1945)
óleo sobre tela
Monteiro Lobato
Edgar Allan Poe
Thomas C. Corner (EUA, 1865 – 1938)
Retrato pintado em 1933 de fotografias e daguerrotipos
óleo sobre tela, 88 x 63 cm
Trono imperial dos nove dragões
Período Qianlong (1736-1795)
111 cm altura x 115 cm largura x 85 cm profundidade
O imperador Qianlong, que reinou sobre a China por seis d[ecadas de 1736 a 1795 ficou conhecido por sua vasta coleção de arte. Ele expandiu o império chinês e considerou bem-vindas as influências estrangeiras.
Esse trono, raro, foi esculpido em laca de três cores. O corpo é feito de madeira macia, coberta por camadas de laca, provavelmente entre 100 a 150 finas camadas de laca, trabalho que pode ter durado mais ou menos 6 meses para ser executado. Tratar com laca, era um trabalho muito demorado e só podia ser executado por excelentes esmaltadores.

As cores da laca foram: vermelho, ocre e verde escuro. è raro encontrar pecas com esse variedade de cores. Dois dos dragões de cinco garras foram esculpidos em laca vermelha.
A decoração deste trono foi dedicada aos nove dragões, nuvens, morcegos, folhas de lótus e pétalas. A parte mais interessante deste trono está no painel frontal onde vemos um dragão de cinco garras de encontro a um punhado de nuvens. Os outro oito dragões encontrados no trono, cada um a procura de pérolas em flamas — que simbolizam sabedoria, harmonia e prosperidade na antiga cultura chinesa — estão representados nos partes laterais do trono.

A ligação entre os dragões e o imperador da China se desenvolveu desde o imperador Amarelo (Huangdi), o primeiro imperador conhecido da China, cujas datas se aproximam dos anos 2697-2597 a.E.C. De acordo com a lenda, o Imperador Amarelo se transformou num dragão quando morreu.
NOTA: Fotos e texto baseado no catálogo da Casa de leilões Christie’s de maio de 2019.
Bananas e tacho de cobre, 1987
Nilton Bravo (Brasil, 1937 – 2005)
óleo sobre tela, 30 x 40 cm

Estação Ferroviária D. Pedro II – Central do Brasil
Um dos muitos exemplos na cidade da arquitetura no estilo Art Deco, a Central do Brasil, com sua construção aerodinâmica , foi planejada por Roberto Magno de Carvalho e Escritório Robert R. Prentice (Geza Heller e Adalberto Szilard) em 1937 e inaugurada em 1946. Apresenta uma torre escalonada de 32 andares (135 metros de altura) encimada por quatro relógios distribuídos na fachada — o maior relógio de quatro faces do continente.

Dois edifícios mais baixos, como abas em ângulo reto, fazem uma esquina arredondada, nas linhas Art Deco. No todo, formas geometrizadas acentuam as curvas presentes enfatizadas por frisos e baixos relevos. Enquanto numa das paredes externas lateral vibram em uníssono, linhas paralelas quebradas, verticais, sugerindo maior dinamismo à fachada.

Está localizada na Praça Cristiano Ottoni, no Centro da Cidade. Hoje a estação ferroviária é operada pela Supervia, que serve trens metropolitanos, na conexão de locais da baixada fluminense ao centro da cidade do Rio de Janeiro. É de longe a estação de trens mais famosa do Brasil.
Retrato de dama com livro junto a uma fonte, c. 1785
Antoine Vestier (França, 1740 – 1824)
óleo sobre tela, 130 x 98 cm
MASP — Museu de Arte de São Paulo, São Paulo
Joseph Joubert
Autoria desconhecida.
Hermes Fontes
Depois de longa ausência e penosa distância,
vi a fonte da mata,
de cuja água bebi, na minha infância.
E que melancolia
nessa emoção tão grata!
Ver — constância das coisas, na inconstância…
ver que a Poesia é uma segunda infância,
e que toda Poesia…
Vem da fonte da mata…
Em: Poesia Brasileira para a Infância, Cassiano Nunes e Mário da Silva Brito, São Paulo, Saraiva: 1967, Coleção Henriqueta, p. 157.

O Hospital da Lagoa foi projeto de Oscar Niemeyer e Hélio Uchôa de 1952 e inaugurado em 1958. Foi obra feita para a Companhia Sulamérica de Seguros e construído pela Construtora Pederneiras. Hoje é um hospital federal. O projeto de jardinagem foi de Roberto Burle Marx, em 1955.

Está situado no bairro do Jardim Botânico, às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas [Rua Jardim Botânico 501] tendo às suas costas o sopé do Morro do Corcovado. Este foi o primeiro projeto no Rio de Janeiro a ostentar as colunas em “V”, que se tornaram sinônimos de Oscar Niemeyer. Elas ampliam o espaçamento entre colunas deixando mais espaço livre entre apoio estruturais.

Os quartos dos pacientes dão vista para a Lagoa Rodrigo de Freitas enquanto a parte administrativa é situada de frente para a Rua Jardim Botânico. Nesta parte a estrutura é feita com cobogó para melhor ventilação. O painel de azulejos foi projetado pelo artista plástico Athos Bulcão.

O edifício foi tombado em 1992 pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural. Visitas só agendadas com muita antecedência.

Lendo à janela
Paul Gustav Fischer (Dinamarca, 1860-1934)
óleo sobre tela