Santarém, 1981
Emeric Marcier (Romênia/Brasil, 1916 – 1990)
Óleo s tela colada em cartão, 24 x 35 cm
Santarém, 1981
Emeric Marcier (Romênia/Brasil, 1916 – 1990)
Óleo s tela colada em cartão, 24 x 35 cm
Uma boa leitura, 1887
Ralph Hedley (GB, 1848 – 1913)
óleo sobre tela, 50 x 47 cm
Luluzinha, Glória e Plínio da revista em quadrinhos Luluzinha, criação de Marjorie Henderson Buell.
Ruth Rocha
São duas crianças lindas
Mas são muito diferentes!
Uma é toda desdentada,
A outra é cheia de dentes…
Uma anda descabelada,
A outra é cheia de pentes!
Uma delas usa óculos,
E a outra só usa lentes.
Uma gosta de gelados,
A outra gosta de quentes.
Uma tem cabelos longos,
A outra corta eles rentes.
Não queira que sejam iguais,
Aliás, nem mesmo tentes!
São duas crianças lindas,
Mas são muito diferentes.
Maternidade, 1949
Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897 – 1976)
óleo sobre tela, 100 x 81 cm
Maternidade
Auréio d’Allincourt (Brasil, 1919- 1990)
óleo sobre eucatex, 41 x 33 cm
Maternidade, 1938
Tarsila do Amaral (Brasil, 1886 – 1973)
óleo sobre tela, 100 x 88 cm
Coleção Particular
Maternidade, 1970
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925)
óleo sobre tela, 61 x 46cm
Maternidade, 1974
Fulvio Pennacchi (Itália/Brasil, 1905 – 1990)
Técnica mista, 10 x 5,5 cm
Maternidade
Gino Bruno – (Brasil, 1889 – 1977)
óleo sobre tela , 80 x 61 cm

Maternidade Xinguana, 2000
Élon Brasil (Brasil, 1957)
técnica mista, 130 cm diâmetro

Maternidade
Ernesto Quissak Júnior (Brasil, 1935-2001)
óleo sobre tela
Vaso de flores, 1949
Manabu Mabe (Japão/Brasil, 1924 – 1997)
Óleo chapa de madeira, 46 x 36 cm
Marinha com Barcos – Praça XV, Rio de Janeiro
Manoel Santiago (Brasil, 1897 – 1987)
óleo sobre madeira, 27 x 24 cm
Crianças lendo
Oscar Gustaf Björck (Suécia, 1860 – 1929)
óleo sobre tela, 46 x 32 cm
Coleção Particular

Reflexões, 1921
Ethel Porter Bailey (GB, 1872-1944)
óleo sobre tela
“Pode-se dizer o que quiser sobre a nuance psicológica de Proust ou sobre a extensão da narrativa em Tólstoi, mas não se pode negar o prazer que a Sra. Christie proporciona. Seus livros são tremendamente gratificantes.
Sim, eles são formalistas. No entanto, essa é uma das razões pelas quais eles são gratificantes. Com cada personagem, cada aposento, cada arma do crime dando a impressão de ser ao mesmo tempo algo novo e familiarmente rotineiro (o papel do tio pós-imperialista chegado da Índia sendo desempenhado aqui pela solteirona de Gales do Sul, e os suportes de livro que não combinam no lugar do vidro de veneno na última prateleira do barracão de ferramentas do jardim), a Sra. Christie distribui suas pequenas surpresas com o ritmo cuidadosamente calibrado de uma babá distribuindo balas para as crianças sob seus cuidados.
Mas acho que existe outro motivo para eles agradarem tanto – um motivo que é pelo menos tão importante, se não mais, que é o fato de que no universo de Agatha Christie todo mundo, no fim, recebe o que merece.
Riqueza ou pobreza, amor ou perda, uma pancada na cabeça ou a corda do enforcado, nas páginas dos livros dela, homens e mulheres, não importa sua idade, não importa seu nível social, são colocados cara a cara com o destino condizente. Poirot e Marple não são na verdade personagens centrais no sentido tradicional. Eles são simplesmente os agentes de um complicado equilíbrio moral que foi estabelecido pelo Todo Poderoso no início dos tempos.”
Em: Regras de Cortesia, Amor Towles, tradução de Léa Viveiros de Castro, Rio de Janeiro, Rocco: 2012, p. 239.
NOTA: Nesta tradução, de Léa Viveiros de Castro, logo na primeira frase do segundo parágrafo mostra a palavra “formulaic” traduzida por formalista, quando na verdade, a melhor tradução teria sido formulaico, que vem de fórmula e não formalista cuja conotação é de seguir regras estritas. Deve haver alguma razão para esta tradução, já que esta é uma das mais conhecidas tradutoras do inglês. Noto isto porque li originalmente o texto em inglês e o anotei porque havia a rotulação das obras de Agatha Christie seguirem uma fórmula e me surpreendi com a tradução quando procurei essa passagem na edição brasileira.
O último beijo, ilustração de Raymond Leech, 1949.
Frutas e chaleira oriental, 2018
Douglas Okada (Brasil, 1984)
óleo sobre tela, 40 x 60cm