Noite enevoada
Barbara Fracchia (EUA, contemporânea)
Óleo sobre tela, 60 x 50 cm
Vem a neblina… e a cidade
goteja um pranto silente…
– Neblina é como a saudade
molhando os olhos da gente.
(Joubert de Araújo Silva)
Noite enevoada
Barbara Fracchia (EUA, contemporânea)
Óleo sobre tela, 60 x 50 cm
Vem a neblina… e a cidade
goteja um pranto silente…
– Neblina é como a saudade
molhando os olhos da gente.
(Joubert de Araújo Silva)
Igreja da Glória, 1954
Armando Balloni (Itália/Brasil 1901 — 1969)
Gravura aquarelada
Condessa Adèle de Toulouse-Lautrec no Salão do Castelo Malromé, 1887
Henri de Toulouse Lautrec (França, 1864-1901)
óleo sobre tela, 54 x 45 cm
Museu Toulouse-Lautrec, Albi
Em pensamento profundo
Fernand Toussaint (Bélgica, 1873-1956)
óleo sobre tela
“Que fatores governam a escolha das nossas recordações? Viver é como estar sentado num cinema. Clic! Aqui estou eu, criança ainda, comendo doces de creme no dia do meu aniversário. Clic!
. . . . . . .
São apenas momentos que nos chegam do passado — e entre eles imensos espaços vazios, de meses ou até de anos. Onde estamos então? Isso nos leva à pergunta de Peer Gynt: “Onde estava eu, eu próprio, o homem total, o homem verdadeiro?”
Jamais conhecemos o ser total, embora às vezes, com a rapidez do relâmpago, possamos conhecer o ser verdadeiro. Acho que a nossa memória nos apresenta momentos desses que, apesar de parecerem insignificantes, representam, no entanto, o verdadeiro ser interior e a pessoa como ela é em sua realidade.”
Em: Autobiografia, Agatha Christie, tradução de Maria Helena Trigueiros, Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1979, página 13.
NOTA DA PEREGRINA: Peer Gynt é um personagem de Ibsen da peça musical em 5 atos, do mesmo nome, apresentada pela primeira vez em 1876 e musicada por Edvard Grieg.
Como fica claro em suas memórias, Agatha Christie é fã incondicional do teatro.
Autobiografia
Agatha Christie
Rio de Janeiro, Editora Globo: 1979, 560 páginas
SINOPSE:
O mundo inteiro conhece o virtuosismo literário de Agatha Christie. Sua extraordinária habilidade em desvendar os segredos ocultos da alma humana produziu oitenta e seis livros que continuam encantando gerações e gerações de leitores em todo o mundo. Qual o segredo de Dame Agatha? Que mistérios cercavam a personalidade daquela pacata dona de casa que, ao escrever, transformava-se na diabólica Rainha do Crime? Essa resposta você encontra na Autobiografia que narra, com absoluta honestidade e lucidez, todos os pormenores de sua vida, desde a infância na pequena cidade de Torquay até os devaneios de sua mais remota vida amorosa.
NOTA:
Estou lendo este livro em inglês, no Kindle. E me encantei tanto com ele que comprei um volume em português, para poder colocar algumas passagens no blog.
Natureza morta com pêssegos e uvas, 1994
Celso Oliveira (Brasil, 1945)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
O jornal da manhã, 1890
James Guthrie, (Escócia, 1859 – 1930)
pastel sobre papel, 52 x 62 cm
Fine Art Society, Londres.
Émile Zola, 1868
Èdouard Manet (França, 1832-1883)
óleo sobre tela, 146 x 114 cm
Musée d’Orsay, Paris

Duas peras e uma maçã
Jorge Mori (Brasil, 1932)