Três Reis Magos, século VI
Mosaico
Basílica de Santo Apolinário Novo, Ravena
Três Reis Magos, século VI
Mosaico
Basílica de Santo Apolinário Novo, Ravena
Mosaico na parede da basílica (parcial)
Flores
Cláudio Arena (Brasil, 1945)
óleo sobre tela, 50 x 40 cm
Veleiro e Corcovado
Armínio Pascual (Brasil, 1920 – 2006)
óleo sobre eucatex, 30 x 40 cm

Mulher lendo em Milão
Aart Everaarts (Holanda, 1931)
acrílica sobre papel, 100 x 140cm
Nicolas Chamfort
Autorretrato, 1907
Segundo Matilla (Espanha, 1862 – 1937)
óleo sobre tela, 167x 85cm
Museu Nacional de Arte da Catalunha
Valete, dama, rei, 1989
John Brack (Austrália, 1920 – 1999)
óleo sobre tela, 106 x 136 cm
Os criadores de coincidências de Yoav Blum, tradução de Fal Azevedo, é um livro divertido, uma mistura de thriller e romance; leitura rápida, inconsequente, amena. É um dos maiores sucessos de vendas em Israel, traduzido e publicado no Brasil antes mesmo de atingir o mercado americano, onde será lançado em março de 2018.
Produzir coincidências é o trabalho de três agentes Guy, Eric e Emíly que recebem ordens para produzirem coincidências na vida de pessoas comuns. Estas ordens aparecem de maneira misteriosa, indicando a existência de uma organização maior, acima de todos nós simples mortais, onisciente, toda poderosa, com poderes de influenciar diretamente nos nossos destinos. A partir daí esses agentes, treinados na tal organização, usam de análises matemáticas e complexos projetos, para construir diversos eventos que em cadeia levam a um acontecimento final quando duas ou mais partes se encontram.

A ideia é interessante e divertida. Depois desta leitura você vai pensar duas vezes quando perder um documento num táxi, quando manchar sua camisa com café depois de esbarrar num obstáculo, e certamente jamais achará que existem encontros casuais com conhecidos ou desconhecidos. Mas houve momentos em que tive a impressão de que o autor estava particularmente orgulhoso de sua obra, e que lhe faltou um bom editor, para ajudá-lo a reduzir algumas ideias bastante astutas. Os capítulos dedicados às cartilhas dos agentes, às regras a que se submetem, são pela primeira vez que aparecem, e interrompem a narrativa, uma curiosidade repleta de humor, mas quando a história é interrompida mais de uma vez por esses capítulos, temos um artifício cansativo na composição da história.
Yoav Blum
Através desta leitura tive a sensação de estar acompanhada do espírito do filme Agentes do Destino (2011), com Matt Damon e Emily Blunt, baseado no conto do escritor de ficção científica já falecido PKD [Philip K. Dick] Adjustment Team, originalmente publicado em 1954. Não conheço o conto. Mas vi o filme mais de uma vez, já que é uma das minhas comédias românticas favoritas. Não se trata de cópia, mas a ideia é semelhante.
Se você precisa de distração, este pode ser o livro ideal para colocar na mala e ler nas férias, depois da piscina ou numa rede à beira-mar. É uma leitura leve, divertida, sem consequências, um pouco de mistério, um pouco de romance. Agradável.
NOTA: este blog não está associado a qualquer editora ou livraria, não recebe livros nem qualquer incentivo para a promoção de livros.
Natureza Morta, 1888
Estevão Silva ( Brasil, 1845-1891)
óleo sobre tela
PINA — Pinacoteca do Estado de São Paulo

“Ano Novo, vida nova”
– reza o dito popular.
Tal fato só se comprova
se você mesmo mudar.
(Sonia Regina Rocha Rodrigues )
Mercado de Paranaguá, 1979
Paul Garfunkel (França/Brasil, 1900 – 1981)
óleo sobre tela
Mary Lapsley Caughey, 1916
John Butler Yeats (Irlanda, 1839 – 1922)
óleo sobre tela, 105x84cm
National Gallery, Irlanda