Domingo, um passeio no campo!

11 09 2016

 

 

ricardo-krieger-oleo-sobre-tela-medidas-60x50cm-datado-de-1981Paisagem com araucárias, 1981

Ricardo Krieger (Brasil, 1949-1991)

óleo sobre tela, 60 x 50 cm





Eu pintor: Peter Samuelson

11 09 2016

 

 

peter-samuelson-inglaterra-1912-1996-autorretrato-1939-ostAutorretrato, 1939

Peter Samuelson (Inglaterra, 1912-1996)

óleo sobre tela





Imagem de leitura — Dimitrie Berea

10 09 2016

 

 

dimitrie-berea-romenia-1908-1975-the-orange-museum-vichy-france-oil-painting-contemporary-paintingsO museu Orange,, Vichy, França, 1951

Dimitrie Berea (Romênia, 1908-1975)

óleo sobre tela, 53 x 63 cm





Trova do foguete

10 09 2016

 

 

 

tomem seus lugaresProfessor Pardal pronto para decolar, © Walt Disney

 

 

 

Pra que foguete, pra quê?

Pra ir à lua distante?

Eu, quando beijo você,

não subo aos céus num instante?

 

(Wilson Montemór)

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Flores para um sábado perfeito!

10 09 2016

 

 

 

carmem-arruda-brasil1934rosas-vermelhasoleo-sobre-tela25-x-30-cmRosas vermelhas

Carmem Arruda (Brasil, 1934)

óleo sobre tela, 25 x 30 cm





Imagem de leitura — Greg Olsen

10 09 2016

 

 

greg-olsen-1958Lado a lado

Greg Olsen (EUA, 1958)

litografia

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Na boca do povo: escolha de provérbio popular

9 09 2016

 

 

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“A amar e a rezar, ninguém pode obrigar.”




Rio de Janeiro, cidade olímpica!

9 09 2016

 

 

osir-paulo-rossi-bonde-de-st-teresa-tela-1946-palacio-bandeirantesBonde de Santa Teresa, 1946

Paulo Rossi Osir (Brasil, 1890-1959)

óleo sobre  tela

Palácio Bandeirantes, São Paulo





Imagem de leitura — Tymon Niesiolowski

9 09 2016

 

tymon-niesiolowski-polonia-leitura-1950-ost-56x62-cmLeitura, 1950

Tymon Niesiolowski (Polônia, 1882-1965)

óleo sobre tela, 56 x 62 cm

 





“Bailundo”, texto de José Eduardo Agualusa

8 09 2016

 

 

Cristie HenryA longa jornada da noite, ilustração de Christie Henry.

 

 

Fala de Alfonsina, a que ama o mar

 

 

Nasci no Bailundo, você não conhece, o Bailundo é um segredo no mapa da nação. O céu: clara imensidade! O azul de um azul que não existe em mais lugar nenhum. O azul do céu no Bailundo — costumava dizer-nos o padre Cotovia — é o mesmo do princípio do mundo. Às vezes sonho com o céu do Bailundo, brilhante e molhado, e então me transformo em pássaro e voo. Acordo e canto como um pássaro. Fico igual a Pintada. Nessas alturas consigo falar com ela em passarês do mato. Tem muito verde lá, paus de toda a espécie, os nomes eu nem sei, mas sempre sons bem doces porque o umbundo é a língua que os anjos usam para namorar — também era o padre Cotovia quem falava isso, deve ser verdade. Luanda, mal comparada com o Bailundo, é tipo um peixe seco junto a um peixe vivo. No Bailundo a vida é muito cheia de brilhos, veste roupa de carnaval, espelhinhos, miçangas ao pescoço, chocalhos no calcanhar, e sempre seja noite ou dia, sempre a dançar. Mas eu não tive sorte. A mamã pisou uma mina, não dessas de explodir e mutilar, arranca pé, arranca perna, não, paizinho, não dessas, uma mina de feitiço, ouviu falar?, nunca?!, são uma arte nossa, armas tradicionais, a mamã pisou a mina quando estava grávida, e a mina me atingiu foi a mim no silêncio macio da barriga dela. Não sou feiticeira, espero que você entenda, sou enfeitiçada, mas isso só soubemos depois, quando eu não cresci. Você duvida? Lá em Portugal não tem feitiço? Em todo o lado tem. …”

 

 

Em: As mulheres do meu pai, de José Eduardo Agualusa, Rio de Janeiro, Língua Geral: 2012, p.273.

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