31ª Olimpíada — RIO DE JANEIRO!

5 08 2016

 

 

Pão300aPão de açúcar, 2011

Lucia de Lima (Brasil, contemporânea)

acrílica sobre tela, 30 x 70 cm

http://www.luciadelima.com

 

 

 

 

atletas vicente do rego monteiro, ost,91 x 122 cmAtletas, s/d

Vicente do Rego Monteiro (Brasil, 1899-1970)

óleo sobre tela, 91 x 122 cm

Acervo do Banco Central do Brasil

 

 

Eugênio Proença Sigaud (1899-1979) O lançador de Dardos, osm, 33x29O lançador de dardos, s/d

Eugênio Proença Sigaud (Brasil, 1899-1979)

óleo sobre madeira, 33 x 24 cm

 

 

José Zaragoza. Desenho%20de%20ZaragozaCorrida de obstáculos

José Zaragoza (Espanha, 1930, radicado no Brasil)

desenho

 

 

inos-corradin, basquette I, ost, 80x60,sdBasquete

Inos Corradin (Itália, 1929, radicado no Brasil)

óleo sobre tela, 80 x 60cm

 

 

Bia Betancourt [Beatriz Falanghe Betancourt] (Brasil, 1963) Pelotão na curva. ast. 150 x 120Pelotão na curva, s/d

Bia Betancourt [Beatriz Falanghe Betancourt] (Brasil, 1963)

acrílica sobre tela, 150 x 120 cm

 

 

TAIGO MEIRELES, OST Gol do Pelé, 50x61 cm, 2013, assinadoO gol de Pelé, 2013

Taigo Meireles (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 51 x 60 cm

 

Glauco Rodrigues, salto ornamental,Ícaro  [também conhecida como Salto Ornamental], 1987

Glauco Rodrigues (Brasil, 1929)

serigrafia

 

 

Claudio Tozzi - Tênis - 67 x 67 cm - ASP - Ass. CID e Dat. 1999 -Tênis, 1999

Cláudio Tozzi (Brasil, 1944)

acrílica sobre placa,  67 x 67 cm

 

 

SERGIO BEBER- Sailing LXX - OST 20x40 cm - 2013 - A.C.I.DSailing LXXI, 2013

Sérgio Beber (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 20 x 40 cm

 

 

Boxeur, Francisco ParlagreccoBoxeur

Francisco Parlagreco (Brasil, 1916-1974)

óleo sobre tela, 84 x 64 cm

 

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Imagem de leitura — Luis Claudio Morgilli

5 08 2016

 

 

 

Luis Claudio Morgilli (Brasil , 1955) Menina lendoMenina lendo

Luis Claudio Morgilli (Brasil, 1955)

óleo sobre tela

 





O escritor Ronaldo Wrobel dá curso para futuros escritores!

4 08 2016

 

 

escrever criançasPato Donald acha difícil escrever para crianças, ilustração ©Walt Disney.

 

 

 

Já pensou que gostaria de escrever um romance? Um livro de contos? Pois o escritor Ronaldo Wrobel irá ajudá-lo com um breve curso aqui no Rio de Janeiro.  Aqui estão alguns dos temas em consideração:

 

1. Processo criativo: Inspiração e técnica. Por que escrever? O que escrever? Como escrever? Tema. Trama. Estilo. Gênero.

2. Personagens: Desenvolvimento. Apresentação. Função na trama. Coerência pessoal. Relação com outros personagens.

3. Trama: Evolução. Ápice. Desfecho. Ponto de virada. Questões fundamentais na narrativa. Subtramas. Ambientação histórica, geográfica, contextual.

4. Estilo: Tipos de narrativa: onisciente, subjetiva, intercalada. Diálogos. Linguagem. Prioridades do narrador. Forma é conteúdo.

5. Desfecho: Resolução. Questões “em aberto”.

6. Temas para debate. Moral da história: necessário? Contexto ético da narrativa. Transmissão de valores. Função do texto.

7. Elaboração e discussão de textos.

8. Discussão de contos e trechos de romances brasileiros e estrangeiros.

 

Local: Estação das Letras, Rio de Janeiro. Veja informações abaixo.

 

 

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Imagem de leitura — Knut Magnus Enckell

3 08 2016

 

 

Knut Magnus Enckell (Finlandia, 1870 –1925)Moça lendo

Knut Magnus Enckell (Finlandia, 1870 –1925)

óleo sobre tela,





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

3 08 2016

 

 

Estevão Silva.Romãs Natureza Morta, ost,Romãs

Estevão Silva (Brasil, 1845-1891)

óleo sobre tela





“O caçador de borboletas” poema de Álvaro Magalhães

2 08 2016

 

 

Armen VahramyanCaçadora de borboletas

Armen Vahramyan (Armênia, 1968)

www.vahramyan.com

 

 

 

O Caçador de borboletas

 

Álvaro Magalhães

 

 

Sorridente, ao nascer do dia,

ele sai de casa com sua rede.

Vai caçar borboletas, mas fica preso

à frescura do rio que lhe mata a sede

ou ao encanto das flores do prado.

Vê tanta beleza à sua volta

que esquece a rede em qualquer lado

e antes de caçar já foi caçado.

 

À noite regressa à casa cansado

e estranhamente feliz

porque sua caixa está vazia,

mas diz sempre, suspirando:

Que grande caçada, que belo dia!

 

Antes de entrar limpa as botas

num tapete de compridos pelos

e sacode, distraído,

as muitas borboletas de mil cores

que lhe pousaram nos ombros, nos cabelos.

 

 

Em:O Reino Perdido,  Alvaro Magalhães, Porto, ASA: 2000

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Resenha: “As mulheres do meu pai” de José Eduardo Agualusa

1 08 2016

 

 

Tamara_Natalie_Madden's,_The Black Queen (2010) by Tamara Natalie Madden.A rainha negra, 2010

Tamara Natalie Madden (Jamaica, contemporânea)

técnica mista

 

 

Este é a quinta obra de José Eduardo Agualusa que leio. O vendedor de passados, Teoria geral do esquecimento, Manual prático da levitação e Um estranho em Goa foram livros deliciosos que misturavam um tanto de fantasia com realidade, num estilo típico do autor.  As mulheres do meu pai toma um caminho um pouco diferente: a obra inteira é escrita na linha fronteiriça entre o sonho e a realidade.  Agualusa trabalha como psicopompo guiando o leitor entre o mundo interior e o exterior.

O meio é uma viagem.  Laurentina, uma diretora de cinema, decide fazer um documentário sobre a vida do falecido pai, famoso músico angolano, que ao morrer deixou sete viúvas e dezoito filhos.  Sai com sua equipe à procura das viúvase dos passos e eventos marcantes na vida de Faustino Manso. Para tanto precisa viajar de Angola a Moçambique passando por todo o sul do continente africano. O próprio título já se mostra um tanto fantástico instalando a incredulidade linear e aristotélica no leitor ocidental.  “Como mulheres de meu pai? Como sete viúvas?

 

 

AS_MULHERES_DO_MEU_PAI_1349724856B

 

A proposta é genial e permite que Agualusa mostre a variedade cultural ao sul do continente que sofre da visão ocidental de considerá-lo um todo, único, sólido e imutável, quer as pessoas retratadas estejam no norte, no centro ou no sul. E ainda faz mais, Agualusa mostra o contraste entre duas ex-colônias portuguesas em lados opostos do continente.

No entanto, o que mais impressiona o leitor é a destreza com que somos levados do onírico ao tangível com facilidade e garbo.  Vinhetas de viagem são uma das maneiras de narrar; outras são as histórias contadas oralmente aos viajantes; outra ainda é a maneira particular de julgamento entre o importante e o trivial dos personagens encontrados ao longo dessa excursão. Ao fim viajamos todos, dentro e fora de nós mesmos, marchando de maneira inclemente na fronteira entre a divagação e a realidade.

 

josé-eduardo-agualusa-696x466José Eduardo Agualusa

 

 

Enquanto reconstruimos os passos de Faustino Manso somos expostos ao lirismo do autor, à poesia africana.  As mulheres de meu pai é, como o próprio nome indica, plural. A narrativa se vale de diversas formas da escrita de poemas a cartas, histórias contadas à reflexão do viajante e consegue ao final, com cada retalho a que somos apresentados, formar uma grande colcha de retalhos abraçando a multiplicidade do continente e fazendo com ela uma única obra, espiritual e confortadora.

Belíssimo trabalho.

 

PS: Esta resenha foi re-editada no dia 7/8/2016.

 

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Nossas cidades: Búzios

1 08 2016

 

 

 

Antônio Orleans e Bragança,Enseada de Ferradura - Búzios – RJ,46 x 61 cm – Aquarela,Ass. CID e Dat. 2009Enseada de Ferradura, Búzios, 2009

Antônio de Orléans e Bragança (Brasil, 1950)

aquarela sobre papel, 46 x 61 cm





Trova para Monteiro Lobato

1 08 2016

 

 

DSC00984Retrato de Monteiro Lobato © Maurício de Sousa.

 

 

Tudo sinto na alma, o enlevo

das histórias infantis.

— Lobato, quanto te devo

da minha infância feliz!

 

 

(Magdalena Léa)