Flores para um sábado perfeito!

17 10 2015

 

CARLOS BRACHER (1940). Vaso Verde com Flores do Campo, óleo stela, 81 X 60. Assinado no c.i.d. e dedicado no verso (1992)Vaso verde com flores do campo, 1992

Carlos Bracher (Brasil, 1940)

óleo sobre tela, 81 x 60 cm





Imagem de leitura — William Mulready

16 10 2015

 

 

William Mulready, RA,Rustic Happiness, or Father and Child,Oil on panel;  1828, 22 x 18 cm (GBFelicidade rústica, 1828

William Mulready (Irlanda, 1786-1863)

óleo sobre madeira, 22 x 18 cm





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

16 10 2015

 

 

Felisberto Ranzini - Rio de Janeiro - Óleo sobre cartão - 11 x 16 cm ...Paisagem carioca com o Corcovado ao fundo

Felisberto Ranzini (Brasil, 1881-1976)

óleo sobre cartão, 11 x 16 cm





Em três dimensões: Jean-Baptiste Carpeaux

16 10 2015

 

 

 

Danse_CarpeauxA dança, 1868

Jean-Baptiste Carpeaux (França, 1827-1875)

Fachada da Opéra Garnier.

 

 

Detall3_òpera_de_parís

 

 





Imagem de leitura — Augustus Edwin Mulready

15 10 2015

 

 

Augustus Edwin Mulready ( Irlanda, 1844-1905) Uma leitura sossegada, 1875, ost, 40x30cm, Maas Gallery, LondresUma leitura sossegada, 1875

Augustus Edwin Mulready (Irlanda, 1844-1905)

óleo sobre tela, 40 x 30 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

14 10 2015

 

 

SOLON BOTELHO (1912-1982) - Natureza Morta - Cajus, pintura a óleo sobre chapa, med. 12 x 22cmCajus

Solon Botelho (Brasil, 1912-1982)

óleo sobre chapa, 12 x 22 cm





Na boca do povo: escolha de provérbio popular!

14 10 2015

 

dia_de_los_muertos_by_nadiezda-d4exaghDia dos mortos, ilustração de Nadiezda.

 

 

“A morte faz todos iguais.”




Trova da inveja

13 10 2015

 

 

DSC01113Pipa conversa com passarinho, ilustração de Maurício de Sousa.

 

 

Não invejo o passarinho,

livre e alegre na amplidão.

Vivo preso ao teu carinho,

e sou feliz na prisão…

 

(Almeida Corrêa)





Eu, pintor: Parmigianino

13 10 2015

 

 

convexAutorretrato com espelho convexo, 1524

Parmigianino (Parma, 1503-1540)

óleo sobre madeira, 24 cm diâmetro

Kunsthistorisches Museum, Viena





Resenha: “A noite do Mi’raj” de Zoë Ferraris

13 10 2015

 

 

tania beaumont (GB, 1949) veiled womanMulher com burca

Tania Beaumont (GB, 1949)

Desenho sobre papel

 

Este livro é uma história detetivesca passada na Arábia Saudita. Um crime ocorre e algumas pessoas ligadas à família da vítima se dispõem a descobrir o que aconteceu. Mas a verdadeira intenção da autora é mostrar a vida naquele país, o dia a dia na vida dos habitantes numa teocracia baseada na interpretação dos textos muçulmanos. E por mais que a autora se esforce para mostrar as razões das restrições sobre homens e mulheres o cerceamento de suas liberdades básicas é ressaltado.

Recomendo o livro a quem queira conhecer melhor uma sociedade com regras muito restritas às mulheres. Morei por um ano em um país muçulmano. Não tão liberal quanto a Turquia, nem tão restrito quanto a Arábia Saudita. Saí de lá convencida de que qualquer mulher que tivesse nascido no mundo ocidental não conseguiria se adaptar às regras que lhe são impostas. Este não é um mundo em que as mulheres podem florescer. A Arábia Saudita não é a exceção, as regras aplicadas por lá são mais ou menos seguidas por outras sociedades afins.

 

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A noite do Mi’raj tem como personagem principal um devoto guia palestino, Nayir ash-Sharqi, que é tão puro e tão religioso que não consegue olhar para uma mulher sem pecar. Enquanto esta pureza pode ter algum charme, ela na verdade denota um preconceito tão grande, que torna Nayir ash-Sharqi numa caricatura, ainda que homens como ele existam mais numerosos e frequentes do que imaginamos. Na verdade as mulheres, para esses religiosos, são tão perigosas que a pureza de espírito de um homem é ofendida por sua mera presença.

 

Zoe_FerrarisZoë Ferraris

 

Este livro foi premiado duas vezes: 2009, Alex Award e 2008, Los Angeles Times Book Prize — Primeiro Livro de Ficção. Para mim sua melhor faceta é descrição da vida na Arábia Saudita. A trama de suspense com a resolução do crime só começou a me cativar da metade do livro em diante.  Uma leitura de puro entretenimento. Três estrelas de cinco como o máximo.