Flores para um sábado perfeito!

15 08 2015

 

 

CAMPÃO, óleo sobre tela, 1942, flores,  60 x 40 cmFlores, 1942

José Marques Campão (Brasil, 1892-1949)

óleo sobre tela,  60 x 40 cm





Rio de Janeiro comemorando 450 anos!

14 08 2015

 

Visconti, Eliseu d'Angelo Arcos da Lapa, 1925Arcos da Lapa, 1925

Eliseu Visconti (Itália/Brasil, 1866-1944)

óleo sobre tela, 6 x 53 cm





A Primeira Cruz, texto de Ofélia e Narbal Fontes

13 08 2015

 

volpi+mogi+1932+1933Mogi das Cruzes, 1932

Alfredo Volpi (Itália/Brasil, 1896-1988)

óleo sobre tela

Museu de Arte Moderna

 

 

“Só depois de quatro dias de caminhada, a bandeira saiu da mata e marchou por uma campina até as barrancas do rio Mogi. E como já fosse tarde, armou acampamento ali mesmo. Já ao clarear do outro dia, atravessava o rio a vau com água pelo peito. Os tropeiros tiveram de repartir a carga das mulas e fazer o transporte em duas ou mais viagens. Os negros erguiam os fardos de provisões acima da cabeça e transpunham o rio penosamente… Enquanto isso, Nuno Ramires andava numa extraordinária atividade, confabulando, aliciando a chusma de aventureiros, preparando enfim, com antecedência que lhe parecia necessária, a grande traição…

Assim prosseguiu a bandeira, conseguindo percorrer cerca de cem léguas em trinta dias, por uma trilha conhecida pelos mineiros de Sabará, até que atingiu as barrancas do rio Grande. Aí fez alto. E dentro e pouco havia uma atividade febril no acampamento: o Anhaguera dirigia, pessoalmente, a fabricação de canoas para a travessia do rio.”

 

Em: Gigante de Botas (novela histórica), Ofélia e Narbal Fontes, São Paulo, Saraiva; 1963, p. 49

 

Anhaguera: Bartolomeu Bueno da Silva foi um bandeirante do Brasil colonial e colonizador do Brasil central (Goiás).





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

12 08 2015

 

 

GENARO DE CARVALHO (1926-1971). Bule, Fruteira e Fruto sobre a Mesa, óleo smadeira, 18 X 22Bule, fruteira e frutos sobre a mesa, s.d.

Genaro de Carvalho (Brasil, 1926 – 1971)

óleo sobre madeira, 18 x 22 cm





Quadrinha da laranjada

12 08 2015

 

lanche, leonard shortallIlustração, Leonard Shortall.

 

Quando faz muito calor

Em lugar de água gelada

É melhor para a saúde

Uma boa laranjada

 

 

Em: 1001 Quadrinhas Escolares, Walter Nieble de Freitas, São Paulo, Difusora Cultural:1965





Em três dimensões: Edgar Degas

12 08 2015

 

 

h2_29.100.370A pequena dançarina de quatorze anos

[modelado em 1879-80; fundido em 1922]

Edgar Degas (França, 1834-1917)

Técnica mista: bronze, parcialmente policromado, saia de algodão, fita no cabelo de cetim, sobre base de madeira.  104 cm de altura

The Metropolitan Museum, Nova York





Imagem de leitura — Maria Blanchard

11 08 2015

 

 

display_image.phpLe Camelot du Roy, 1925

Maria Blanchard (Espanha, 1881-1932)

óleo sobre tela, 100 x 55 cm

Coleção Particular





Nossas cidades: Cabo Frio

10 08 2015

 

 

GERSON AZEREDO COUTINHO (1900-1967) -Cruzeiro Colonial - Cabo Frio-RJ, pintura a óleo sobre madeira, med. 28 x 36cm,Paisagem urbana com Cruzeiro Colonial, Cabo Frio

Gérson Azeredo Coutinho (Brasil, 1900-1967)

óleo sobre placa de madeira,  27 x 35 cm





As linhas, poesia infantil de Maria da Graça Almeida

10 08 2015

 

 

ivan serpaPintura número 178, 1957

Ivan Serpa (Brasil, 1923-1973)

óleo sobre tela, 97 x 130 cm

Coleção Particular

 

 

As linhas

 

Maria da Graça Almeida

 

Seguindo as trilhas do chão,
em toda e qualquer estação,
andam deitadas demais,
as linhas horizontais.

Afastando-se dos mares,
galgando os céus, pelos ares,
acenando para o cais,
vão-se as linhas verticais.

Quando as duas se alcançam,
iniciam bela dança
e com passos ensaiados,
formam um quadriculado!

Quanto às linhas paralelas,
nunca dançam, pobre delas!
Bem sabemos de antemão,
que jamais se cruzarão!





Minutos de sabedoria: Schopenhauer

9 08 2015

 

 

Caspar_David_Friedrich_-_Wanderer_above_the_sea_of_fogO viajante sobre um mar de nuvens, 1818

Caspar David Friedrich (Alemanha, 1774-1840)

óleo sobre tela, 98 x 74 cm

Kunsthalle Hamburgo, Alemanha

 

 

“Quem não ama a solidão, não ama a liberdade.”

 

schopenhauerSchopenhauer (1788-1860)