Café da manhã
Malcolm Liepke (EUA, 1953)
litografia
“Para nos mantermos bem é necessário comer pouco e trabalhar muito.”
Café da manhã
Malcolm Liepke (EUA, 1953)
litografia
William Bouguereau (França, 1825-1905)
óleo sobre tela, 116 x 80 cm
Coleção Particular
Igreja de Nossa Senhora do Brasil, Urca, década de 1940
Felizberto Ranzini (Itália/Brasil, 1881 – 1976)
aquarela sobre papel, 49 x 32 cm
Atenodoro de Rodes, Polidoro de Rodes, Agesandro
(Cópia do original de 200 aEC)
Mármore, 210 x 160 cm
Museu do Vaticano, Vaticano
Yevgeniy Demakov (Rússia, 1968)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Renata de Albuquerque
Natureza morta com frutas do conde, s.d.
Werner Levin (Alemanha, 1920 – Brasil, 1996)
óleo sobre tela, 55 x 83 cm
Baía de Napoles do Posilipo, c.1770
Pietro Fabris (Itália, ativo 1740-1792)
óleo sobre tela, 75 x 128 cm
Compton Verney, GB
“Às onze horas, o trem entrava na estação de Nápoles. O frio continua forte, mas há sol em Nápoles.
“Vedere Napoli, poi morire“. Essa frase sugestiva inventada por um sentimental num belo por do sol de uma tarde de primavera, não está adequada para um frio dia de inverno como hoje. Nápoles é uma bela cidade, alegre, movimentada, cheia de vida. Tomei um automóvel e passei pelos lugares principais. As praias são bonitas, o Mediterrâneo é de um azul intenso, o porto cheio de chaminés de grandes e pequenos navios, as montanhas ao longe se confundem com o azul do céu; e de um lado, numa elevação, o Vesúvio lançava, para o ar, rolos de fumaça negra, vagaroso e concentrado, como um velho marinheiro sentado na porta de casa e cachimbando, enquanto o pensamento procura seguir o rasto da fumaça para países distantes, percorridos na mocidade. Tomei apartamentos no hotel Isotta-Genève, no quinto andar. Através da janela, vejo o Vesúvio sempre fumegando. Passei a tarde dando um passeio pelo centro da cidade e, à noite não saí. A baía é encantadora, mas quem vem do Rio de Janeiro não pode achar encantos em outras baías.”
Em: O romance de Teresa Bernard, Sra. Leandro Dupré [Maria José Dupré], São Paulo, Ed. Brasiliense Ltda: 1945, 4ª edição, pp. 311-12
Otto van Rees (Alemanha, 1884-1957)
óleo sobre tela
“Leve, breve, suave,
Um canto de ave
Sobe no ar com que principia
o dia.
Escuto, e passou…
Parece que foi só porque escutei
Que parou.”
Fernando Pessoa (Portugal, 1888-1935) em Leve, breve, suave.