Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

3 06 2015

 

Amaury Menezes. I0000013Paisagem urbana I, 1985

Amaury Menezes (Brasil, 1930)

aquarela sobre papel, 48 x 70 cm

Museu de Arte de Goiânia





Codice Romanov: presente no seu dia a dia…

3 06 2015

 

 

café Joseph_C_LeyendeckerLanche, ilustração de Joseph Leyendecker.

 

“A origem do guardanapo é muito interessante. Antes dele cachorros e coelhos eram utilizados para limpar as mãos dos comensais, já que o padrão medieval era o de comer com as mãos. Apesar de não oficial, atribui-se a origem desse artefato a Leonardo Da Vinci (1452-1518), por meio de um livro chamado Codice Romanov, constituído de anotações culinárias atribuídas a Da Vinci. Antes da inclusão como item indispensável à mesa, as toalhas de mesa e, em seguida, as mangas dos trajes serviam para limpar os lábios.”

 

Em: Sempre, às vezes, nunca – etiqueta e comportamento, Fábio Arruda, São Paulo, Arx: 2003, 8ª edição, p: 96.





Imagem de leitura — Marguérite Gérard

2 06 2015

 

 

MARGUERITE GÉRARD- A YOUNG SKETCHER - OIL ON CANVASO jovem desenhista

Marguérite Gérard (França, 1761-1837)

óleo sobre tela, 62 x 51 cm

 





Quadrinha das cores no sinal

2 06 2015

 

 

atravessar a rua

 

O amarelo diz: espere!

O verde manda passar

E o vermelho nos avisa

Que é proibido avançar.

 

 

Em: 1001 Quadrinhas Escolares, Walter Nieble de Freitas, São Paulo, Difusora Cultural:1965

 





Pescaria, história para crianças de Wilson W. Rodrigues

2 06 2015

 

menina na rede, willcox smithMenina na rede, ilustração de Jessie Willcox Smith.

 

 

Pescaria

Wilson W. Rodrigues

 

 

— Sai daí moleque, deixa eu arrumar a rede para Sinhazinha.

Pai João menino afastou-se da mucama e veio para a escada da varanda onde, sentado num dos degraus, Coco Velho preparava o cigarro de palha.

O moleque indagou:

— Por que Sinhazinha gosta tanto de ficar deitada na rede?

Coco Velho sorriu, deu uma baforada e explicou:

— Óia, menino, a vida tem duas redes. Uma pra pescar peixe…

— E a outra para dormir, não é Coco Velho?

— Não, moleque. A outra é pra pescar sonho.

 

 

Em: Pai João menino, Wilson W. Rodrigues, Coleção Mãe Maria, vol. 2, Rio de Janeiro, Editora Publicitan: 1949, p.71





Imagem de leitura — Paul Chabas

1 06 2015

 

 

Chabas 400506546Senhora à beira-mar, 1890

Paul-Émile Chabas (França, 1869-1937)

Óleo sobre tela, 37 x 55 cm

Coleção Particular





Nossas cidades — Barbacena

1 06 2015

 

 

LUIS VERRI. `Paisagem Mineira. Barbacena` OST. Assinado e datado 1981. Ex coleção Helena Amorim. 50 x 60 cm.Paisagem mineira, Barbacena, 1981

Luiz Verri (Brasil, 1912-1990)

óleo sobre tela, 50 x 60 cm





Nova York, texto de Sra. Leandro Dupré

1 06 2015

 

 

Reginald Marsh (March 14, 1898 – July 3, 1954) czecks500.000 checos na fronteira nazista, 1938

Reginald Marsh (EUA, 1898-1954)

Têmpera sobre eucatex, 61 x 45 cm

Coleção Particular

 

 

“Depois de termos visto os principais teatros e dancings de New York, começamos a levar uma vida mais estável e sossegada. Artur começou a estudar mais e a escrever o livro com vontade. Eu lia muito também. Andava pelas livrarias catando novidades e lia em inglês tudo o que podia. De vez em quando recebia carta de Elisabeth e Simone, com presságios tristes sobre a situação europeia. Não tinham mais esperanças de paz e se preparavam para enfrentar “uma época Terrível”, como escreveu Elisabeth com T grande.

À noite, gostávamos de andar a pé na Broadway observando os hábitos dos americanos, admirando os inumeráveis anúncios luminosos e o movimento surpreendente.  Mais de uma vez jantamos nos automáticos. Eu gostava de por o níquel para ver o pratinho cair em baixo com uma torta de frango e salada; mais adiante um pouco de morangos e creme. Colocávamos tudo na bandeja e escolhíamos uma mesa de canto, onde saboreávamos nosso jantar improvisado, acompanhado de grandes copos de chope espumando e e escorrendo pela mesa de mármore.

Ríamos das nossas travessuras, como se fôssemos crianças sem juízo.

Eu notava como as moças e senhoras eram respeitadas em New York; muitas vezes à meia noite encontrávamos em plena Broadway um grupo de três ou quatro moças que vinham do teatro ou do cinema, tomavam qualquer coisa numa confeitaria e iam tranquilamente para suas casas, falando e rindo alegremente, quase sem serem notadas pela multidão.  Outras vezes víamos duas ou mais senhoras, já matronas, algumas de  óculos, jantando juntas num restaurante em trajes de baile, rindo e fumando, depois iam ao teatro e atravessavam as ruas movimentadas, sem ninguém olhar sequer para elas. E, às vezes, já era tarde, fora de horas.

Eu dizia a Artur:

— Eu gostaria de viver aqui, mulher nesse país tem personalidade, não precisa viver acompanhada por homens para ser alguém.

Artur confirmava e admirava-se também da independência absoluta das mulheres nos Estados Unidos.”

 

 

Em: O romance de Teresa Bernard, Sra. Leandro Dupré [Maria José Dupré], São Paulo, Ed. Brasiliense Ltda: 1945, 4ª edição, pp. 371-2  [Primeira edição:1941]





Palavras para lembrar — Marcelino Freire

1 06 2015

Aldo Bonadei, (1906-1974) Homem lendo, tec mista, 25x17cm Costureira lendo, s.d.

Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)

técnica mista, 25 x 17cm

“O melhor do Brasil é o brasileiro que sabe ler.”

Marcelino Freire