Flores para um sábado perfeito!

18 10 2014

 

 

 

MAURO BANDEIRA DE MELLO - (Brasil, 1960) Vaso de flores 2000- acrílica s tela 55 x 46 cm. Ass. inf. direito e verso.Vaso de flores, 2000

Mauro Bandeira de Mello (Brasil, 1960)

acrílica sobre tela, 55 x 46 cm





Palavras para lembrar — Francis Bacon

18 10 2014

 

 

Norbert_Gœneutte_-_Portrait_of_Anna_Gœneutte_Wearing_a_Beret (França)Retrato de Anna Goeneutte com boina, 1889

Norbert Goeneutte (França, 1854-1894)

óleo sobre tela, 55 x 28 cm

Coleção Particular

 

 

Certos livros devem ser provados; outros engolidos; uns poucos mastigados e digeridos.

 

Francis Bacon





Rio de Janeiro a caminho dos 450 anos!

17 10 2014

 

 

 

GERALDO DE CASTRO - Praça XV - OST - 81 x 65Praça XV

Geraldo de Castro (Brasil, 1914-1992)

óleo sobre tela, 81 x 65 cm





Cuidado, quebra! Frasco de porcelana, Dinastia Ming

17 10 2014

 

 

china inicio do século xiii

Frasco com lados planos. China, Província Jiangxi, Jingdezhen, Dinastia Ming (1368– 1644), início do século XV. Porcelana com pigmento de óxido de cobalto sob esmalte transparente, 33.3 x 19.5 x 13.3cm. Kimbell Art Museum, Fort Worth, Tx.

Mais

 





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

17 10 2014

 

 

almoço, ilustração Blanche WrightIlustração Blanche Wright.

 

 

“Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.”





Citando Camille Paglia na entrevista do jornal O GLOBO de 15/10/2014

16 10 2014

 

 

25artpaA arte da pintura, 1667

Johannes Vermeer (Holanda, 1632-1675)

óleo sobre tela, 120 x 100 cm

Kunsthistorisches Museum,  Viena

 

Trecho de entrevista do jornal O GLOBO com Camille Paglia.

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O GLOBO — Nós estamos em meio a eleições presidenciais no Brasil, e o tema da cultura está praticamente fora dos debates entre candidatos. Por que você acha que os governos ainda encaram a cultura como alegoria?

Camille Paglia — Os políticos habitam o mundo concreto, pragmático, e já não se espera que sejam analistas culturais. A educação é o veículo da cultura, e é por isso que é o lugar onde a sociedade deve investir fortemente. Infelizmente, nesse clima econômico instável, o apoio financeiro para a educação e as artes está diminuindo, fazendo parecer que a arte é uma frivolidade, quando há desemprego e as pessoas vivem em favelas miseráveis. Além disso, há 35 anos na área de humanas há uma epidemia venenosa das teorias pós-modernas e pós-estruturalistas, que reduz  a arte à política e nega seus sentimentos fundamentais. Como culpar os políticos por sua negligência, quando os guardiões das ciências humanas se comportam com tal irresponsabilidade e niilismo?

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O GLOBO — A pintura perdeu a primazia e a autoridade, como você afirma. Por que a pintura deve ter essa responsabilidade? Por que não outra linguagem artística?

Camille Paglia — Uma das principais invenções no mundo das artes foi o surgimento das pinturas portáteis e emolduradas durante o Renascimento. Antes disso, os pintores faziam suas grandes declarações em gesso fresco, nas paredes, onde a pintura estava estritamente ligada à arquitetura, ou em têmpera de ovo sobre madeira. Ambos secavam rapidamente, portanto os pintores tinham que trabalhar rapidamente, e usavam formas simples e poucas cores. A chegada da pintura a óleo, aperfeiçoada pela primeira vez na Holanda, permitiu que os artistas trabalhassem mais lentamente. Além disso, as misturas de tintas produziam finas gradações de cor, permitindo que o artista captasse sutilezas de luz, sombra e cor da pele. A pintura a óleo foi revolucionária e inspirou artistas a expressar e refinar suas personalidades, seus pensamentos e suas emoções. O declínio da pintura diante da abundância de novas mídias digitais, enfraqueceu seriamente esse prestígio. Centenas de grandes obras foram produzidas durante o reinado da pintura a óleo, ao longo de 500 anos. Mas onde estão as obras-primas de hoje?

O GLOBO — É mais importante o artista estar conectado à tradição ou ao seu próprio tempo?

Camille Paglia — Certos artistas parecem eclodir de seu momento histórico, simbolizando-o, como Lord Byron. Outros como El Greco e Emily Dickinson, são ignorados por seus contemporâneos e redescobertos pelas gerações seguintes. Todos os grandes artistas transcendem seus espaço e tempo. Em termos de tradição, artistas criam sua própria identidade em uma outra dinastia: eles podem rejeitar a geração que os formou e conectar-se com o mestres mortos há muito tempo. Se um artista deseja fama e prêmios instantâneos, ele fala para seu próprio tempo. Mas os maiores artistas saem do passado e falam para o futuro.

 

Para a entrevista completa: O GLOBO





Imagem de leitura — Edmund Blair Leighton

15 10 2014

 

 

leightonmaternityMaternidade, 1917

Edward Blair Leighton (Inglaterra, 1852-1922)

óleo sobre tela, 131 x 118 cm

Coleção Particular





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

15 10 2014

 

 

 

CARLOS BASTOS. Natureza-morta com frutos do mar, óleo sobre tela, 65 cm x 100 cm, a.c.i.d., datado (19)64.Natureza morta com frutos do mar, 1964

Carlos Bastos (Brasil, 1925-2004)

óleo sobre tela, 65 x 100 cm





Trova da amizade

15 10 2014

 

amigos, bons, margret borissCartão postal, Margret Boriss.

 

 

Guardada como fragrância,

a verdadeira amizade

não se perde na distância,

adormece na saudade.

 

(Ângela Togeiro)

 





Imagem de leitura — Bo Bartlett

15 10 2014

 

 

bobartlettBo Bartlett - Vashon, WA artist. (title unknown)O bom viajante, 2006

Bo Bartlett (EUA, 1955)

óleo sobre tela, 88 x 122 cm

www.bobartlett.com