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Hoje, completamos 3 anos e 5 meses neste blog. –
E 3.000.000 — três milhões — de acessos individuais!
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–A contagem é feita independentemente e não conta os meus acessos.
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Hoje, completamos 3 anos e 5 meses neste blog. –
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–A contagem é feita independentemente e não conta os meus acessos.
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Conversa Fiada, 1908
Rupert Bunny (Austrália, 1864-1947)
óleo sobre tela
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A boa recepção, a popularidade imediata, que este livro teve tanto na Inglaterra, sua terra natal, onde foi publicado em 2009, assim como nos Estados Unidos – um país avesso às publicações estrangeiras – assim como a imediata filmagem do romance, numa produção para ser lançada em circuito aberto, aqui no Brasil em breve, fez com que muitos achassem tratar-se simplesmente de uma obra comercial, sem qualquer outro valor que valesse uma discussão mais aprofundada. No entanto, é inescapável a realização de que a obra de David Nicholls [veja resenha nesse blog] falou a muitos, a uma geração inteira, nascida por volta de 1970 e a tantos outros que mantêm seus espíritos abertos a novas e interessantes aventuras. O livro retrata dois personagens de 1998 a 2007, a cada capítulo um ano se passou. Com detalhes pontuais de cada época, percebe-se a mudança de tempo e de atitudes não só dos dois protagonistas, como da sociedade à volta.
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Sugestão de perguntas:
1 – Logo no início, quase na apresentação dos personagens, tanto Emma quanto Dexter fazem uma resenha de como cada um imagina o outro, no futuro. Você considera isso um prenúncio do que virá? São visões que se realizam?
2 — Dexter e Emma seguem seus diferentes caminhos, quase como lados opostos de uma mesma geração, de um mesmo grupo de pessoas. Em que eles se opõem? O que eles têm em comum, apesar de vidas aparentemente opostas?
3 – A vida que Emma segue, seus diferentes “empreguinhos” são consistentes com o que ela diz querer da vida? E Dexter? Segue um caminho consistente com seus valores? Quais são esses valores?
4 – Dexter acha que Emma tem baixa auto-estima, que ela não se valoriza. Você concorda? Por que ele estaria notando isso sobre a amiga?
5 – Dexter tem um comportamento auto-destruidor. Auto-destruição está com frequência ligada à baixa auto-estima. Por que ele sofreria dessa percepção de si mesmo, já que era atraente, sedutor e tinha uma carreira de sucesso?
6 – A medida que eles se aproximam dos 30 anos há uma diferença de atitudes nas suas vidas. Cada um dá uma guinada. Emma se acha velha, e tem um caso amoroso que jamais teria pensado possível. Dexter por outro lado também se encontra envolvido com Sylvie. A reação de cada um deles com a aproximação dos 30 anos é condizente com suas vidas? O que elas demonstram?
7 – Ambos vão separadamente a um casamento. Este é um momento pivô no romance. O que cada um descobre a respeito de si mesmo nessa ocasião?
8 — O que muda no relacionamento deles depois que Emma tem sucesso como escritora e Dexter está num caminho oposto, tendo que lidar com sua falência profissional?
9 — Como esse romance difere de e o que tem em comum com outros romances em que um envolvimento romântico entre um homem e uma mulher acontece?
10 – David Nicholls por vezes parece se ater a pequenos incidentes na narrativa, coisas que não parecem importantes. Até mesmo alguns personagens, que mais tarde se tornam importantes, têm sua estréia no romance como se fossem coadjuvantes de muito menor valia. O que esta maneira de narrar traz dá ao leitor? Por que ela foi usada?
11 – A narrativa de uma vez por ano exige que o leitor preencha em muitos parênteses em aberto sobre a vida de cada um dos personagens principais, sobretudo quando no dia 15 de julho de um determinado ano, nada de grandioso ou importante parece ter acontecido. Essa ferramenta de narrativa é eficaz? O que ela tem como objetivo?
12 – Você acredita que esse romance conseguiu fazer um retrato convincente da geração que descreve?
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Carro velho, meu amor,
dá trabalho: além de feio,
no morro, falta motor;
na ladeira… falta freio!
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( José Ouverney)
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Histórias para a hora de dormir
Angus McBride (Inglaterra, 1931- 2007)
Guache sobre papel
Coleção Particular
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[Nota: ilustração usada para a capa da revista Era uma vez [ Once upon a time, nº 13]
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Angus McBride nasceu em Londres. Ficou órfão de mãe aos 5 anos de idade e órfão de pai durante a Segunda Guerra Mundial, aos 12 anos de idade. Foi educado na Escola do Coro da Catedral de Canterbury. Depois de fazer o serviço militar, mudou-se para a África do Sul, por causa da má situação economica de pós-guerra na Inglaterra. Fez bastante sucesso em Cape Town como ilutrador de livros, mas em 1961 voltou à Inglaterra, onde havia um maior mercado para as artes gráficas. Na década de 1970 volta à Africa do Sul. Ficou conhecido por suas ilustrações históricas. Faleceu em 2007.
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Bandeira do Brasil, 1995
Regina Mello ( MG, Brasil, 1959)
Módulos de madeira, pintados em acrílica
250 x 160 cm
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Aclamado pelo povo,
Deodoro, com destemor,
Dando vivas à República,
Destronou o Imperador.
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(Walter Nieble de Freitas)
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D. Pedro II lendo os jornais do dia, 1888.
Ângelo Agostini ( Brasil, 1843-1910)
Publicado no Diário Popular de 18 de novembro de 1888.
[quase um ano antes da Proclamação da República]
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Desde que comecei a escrever resenhas de livros, muito antes de ter um blog, houve a pergunta do por quê? Recentemente, uma amiga depois de ler uma de minhas resenhas acabou me dando a oportunidade, através de suas perguntas, de esclarecer, até para mim mesma, a preocupação que tenho em escrevê-las. Há diversas razões, mas é em essência para fechar aquela experiência de leitura. Como se com ela eu pudesse colocar um ponto final naquela experiência.
Não me lembro de uma vida sem livros. Fui alfabetizada muito cedo, tão cedo que me faltam memórias dessa época. Foi um pouquinho antes dos cinco anos de idade. A minha alfabetização foi tema, como única criança na família, antes de irmãos e primos nascerem, de um projeto de minha tia, irmã mais moça de mamãe, no último ano da faculdade. Quando tia Neyde um dia me mostrou o trabalho dela de faculdade, os meus desenhos durante o processo didático no início da minha alfabetização, fiquei pasma. Não me lembrava. Para ser precisa, não me lembro de uma época em que eu não estivesse com alguma coisa para ler nas mãos. Revistinhas e livrinhos foram brinquedos tão queridos quanto o cachorro de pelúcia Tupi, o patinho de madeira com rodas, e mais tarde a minha bicicleta. Tinha bonecas, mas elas nunca foram o meu forte: “davam muito trabalho”, eu respondia quando interrogada.
Os livros também foram, como o piano, os grandes companheiros de uma adolescência difícil, irritadiça, cheia de altos e baixos emocionais, de gastrite nervosa, calmantes e de muitas brigas familiares. Receio que, na época, eu não tenha entendido as boas intenções de meus pais, mas eles tampouco não conseguiam entender minha sede de liberdade e minha necessidade de testar limites. Mutuamente desapontados, sobraram-me os livros como os grandes amigos, minha válvula de escape, meu mundo único, inatingível. Contribuiu para esse cenário meus pais serem, ambos, professores: minha mãe formada em neo-latinas, lia muito, principalmente em espanhol; papai, químico industrial e professor de química e física também estava sempre às voltas com livros. Na nossa família livros poderiam ser encontrados em qualquer lugar da casa.
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Aos nove anos de idade, ganhei de minha avó um livro em branco, de capa dura com a palavra Poesias impressa em dourado. Pus-me imediatamente a copiar poemas dados na escola, a copiar, da antologia de leitura em que estudava, as poesias de que mais gostava, e a recolher, desse jeito, um vasto arsenal de versinhos, rimas, poemas, poesias, sonetos variados. Tenho esse livro até hoje, apesar de ter sido abandonado ao longo do tempo, ainda com páginas em branco a serem preenchidas. Ao longo dos anos fui aprendendo a pensar sobre aquilo que lia, e um dia comecei dois cadernos diferentes de anotações: ambos com capas duras [que demonstram que durarão para sempre], mas poderiam ter sido qualquer tipo de caderno, a diferença fazia com que eu pensasse que eles eram “mais sérios”. Em um deles eu copiava um trecho de leitura que tivesse achado importante, sedutor, significativo. No outro eu anotava o título do que lia, o autor, a editora, e adicionava palavras que me lembrassem do conteúdo e principalmente os motivos da nota que eu dava abaixo, que variava de1 a 5. Ambos ainda existem, apesar de não serem mais funcionais. Vem daí, tenho certeza, a idéia de escrever as resenhas.
Ler é uma atividade singular. Fazemos a leitura sozinhos. Mas há uma vontade enorme de conversarmos com alguém sobre aquilo que lemos, não é mesmo? Confirmar que percebemos o que estava lá naquele outro mundo. Dividir essa experiência de leitura faz parte das motivações para que eu escreva uma resenha. Resenhas me ajudam a pensar sobre o que li. E, se imagino que há uma audiência, qualquer que ela seja — para mim é uma coisa mais ou menos abstrata — aí sim, me coloco com a incumbência de fazer a resenha clara, inteligível. Gosto mais de escrever do que de conversar. Sempre gostei mais. A razão é simples: tenho mais controle, não sou interrompida, posso editar, não me distraio, posso escolher o tom, selecionar o vocabulário e com isso me aproximar ou me distanciar do que estou pensando. Tenho que pensar antes de dar uma opinião: é por isso que escrevo. –
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Na leitura levei horas, dias, com um autor, com sua história, com sua maneira de pensar. O autor pede e o leitor se entrega. Sim, ler é um ato de entrega. Eu me entrego a uma certa narrativa, a um certo ritmo, ao tema, à escolha das palavras de outrem. Concordando ou não sigo sua direção, confiando que irá me levar a um desenlace. A resenha é a minha hora de guiar, de levar avante, de fazer o caldo final. A relevância da leitura está nas minhas mãos. Ela é minha, só minha. Cada texto é importante para o leitor por diferentes motivos. Penso então em como e por que razão levei a leitura até o final. Tenho, afinal, que honrar esse investimento do tempo em que eu e o escritor passamos juntos. Diferente de um filme que pode levar de 90 a 120 minutos, um livro provoca um relacionamento prolongado, mais íntimo, até mesmo físico: consideremos o peso de um volume, o tamanho de suas páginas. Às vezes o livro se torna desconfortável para segurar, para abraçar, para manusear. Seu peso pode ser uma experiência desagradável porque não podemos levá-lo para cama, colocá-lo na bolsa, lê-lo no ônibus. Se vou até o fim de um livro tenho que pensar nos motivos que me levaram até fim. É a minha hora de dizer se a troca entre essas duas pessoas: escritor/leitor foi relevante, se teve valor para mim. Ah, sim, devo dizer que não tenho pena de abandonar livros no meio. Às vezes não é a hora de lermos sobre um assunto, e às vezes não dá mesmo, não conseguimos ter empatia com aquele escritor. Há muito mais livros a serem lidos em uma vida do que os dias e horas que nos restam. Este não é um mau presságio. É uma realidade. Não é possível ler tudo que já foi publicado. Por que então investir num relacionamento com um autor que sentimos não será significante?
Não faço resenhas de todos os livros que leio. Não escrevo sobre os livros de que não gosto. Às vezes faço anotações das razões que me levaram a abandonar um livro: umas poucas frases, para que eu me lembre. Mas não vou gastar tempo e energia escrevendo um monte de coisas horríveis sobre um livro. Para quê? Para quem? A minha experiência não é a mesma de outras pessoas. É só mais uma. Anos atrás, quando eu ainda morava fora, fui convidada para fazer resenhas para um jornal americano. A mim, couberam romances em tradução para o inglês, porque na época eu trabalhava nesse ramo. Foi gratificante saber que as minhas opiniões eram lidas, aplaudidas, mas também muitas vezes não muito bem acatadas por pessoas que não me conheciam. Isso me deu uma visão muito diferente do que é a resenha profissional. Essa experiência, além de me trazer uns trocados, me ensinou a ter disciplina, a escrever só um certo número de palavras, nem mais nem menos [que não é o caso nesse ensaio]. Ela me ensinou também que o que é publicado num jornal tem longo alcance.
Todos esses parágrafos foram para justificar o hábito das resenhas. Esse hábito é o do simples pensar. Procuro responder às perguntas: Gostei? O que me levou a gostar? E como ou porque isso é relevante na minha experiência? Quando consigo responder a essas perguntas de maneira que faça sentido para mim, estou pronta para dizer adeus ao companheiro de viagem em que o livro se tornou. E provavelmente, para dizer um até logo, ao autor que me proporcionou momentos intrigantes. Sim, é com a resenha que concluo o processo de leitura.
©Ladyce West, Rio de Janeiro: 2011
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Saltando apenas num pé,
negrinho, maroto e arteiro,
o saci nada mais é
que o capeta brasileiro!
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(Carolina Ramos)
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Gina lendo
Daire Lynch (Irlanda, contemporânea)
óleo sobre tela
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Daire Lynch nasceu em Dublin na Irlanda e hoje vive em Cong, no condado de Mayo. Estudou desenho e animação em Ballyfermot. Também se dedica à música.
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Quem não se interessa por ilustrações, ou por ilustrações antigas, digamos do século dezenove, está perdendo a chance de se deliciar com imagens bonitas e interessantes que já puderam ser fonte de inspiração para pintores famosos. Além disso, esse arsenal visual do passado pode ser de grande utilidade para criações contemporâneas, nas artes gráficas, nas visuais, ou até mesmo na composição de um personagem, para o teatro ou para o cinema, como o artigo de Emma Mustich, publuicado na revista eletrônica Salon deste mês, mostrou. Na resenha da exposição Howard Pyle: American Master Rediscovered [Howard Pyle: a redescoberta de um mestre americano] mostra que atualmente ocupa o Delaware Art Museum, na cidade de Wilmington, Emma Mustich lembra que um dos mais interessantes personagens vividos por Johnny Depp no cinema, o Capitão John Sparrow, teve como inspiração imagens criadas nas ilustrações de Howard Pyle.
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A retrospectiva de Howard Pyle (1853-1911) comemora os cem anos de morte do pintor e também os cem anos do museu de arte do estado de Delaware instituição para a qual pintor foi instrumental: seus amigos decidiram abrir o museu, depois da morte do pintor, na sua cidade natal. A influência de Howard Pyle na vida artística americana não se limita à criação do museu. Com suas ilustrações para Simbad on Burrator (1902), The True Captain Kidd (1902), The Fate of the Treasure Town (1905) [texto de autoria do próprio pintor], Captain Keith, (1907) ele se tornou praticamente o autor da iconografia dos piratas, dos homens do mar; criador da imagem que todos, hoje, associamos aos piratas, no mundo inteiro. Mais ainda, suas ilustrações para os grandes livros de aventuras e romances históricos, tais como O rei Artur e os cavaleiros da távola redonda, Joana D’Arc, texto de Mark Twain, entre muitos outros, assim como seus próprios romances, como The Merry Adventures of Robin Hood, [As rocambolescas aventuras de Robin Hood], em que ele combinou diversas lendas e histórias sobre o herói inglês num único volume, e os adaptou para crianças, tornaram-se referência para todo o século XX. E foram nas suas ilustrações que Hollywood foi procurar inspiração não só para as produções mais recentes mas também no início dos grandes estúdios. Errol Flynn que ficou famoso na década de 1930 pelos filmes de aventuras tais como: Capitão Blood, A carga da brigada ligeira, O príncipe e o pobre e Robin Hood, entre outros, traz à pauta, com os trajes usados nessas produções, a influência das ilustrações de Howard Pyle nos figurinos de Hollywood.
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Sua contribuição para as artes visuais como pintor, independente de sua dedicação às artes gráficas é enorme. Foi um naturalista, fundador da reserva natural The Brandywine Conservancy a norte do estado de Delaware, que existe até hoje, bem admnistrada, sem problemas financeiros, protegendo a natureza: flora, fauna, fontes de água. Howard Pyle foi também professor de importantes pintores americanos do século XX: Alice Barber Stevens, N C Wyeth, Elizabeth Shippen Green, Maxfield Parrish, Ethel Franklin Betts, Jessie Willcox Smith, Harvey Dunn, Violet Oakley, Sarah Stilwell Weber, Thornton Oakley, Frank Schoonover entre outros. E foi ainda bastante apreciado por outros pintores de seu tempo. Na biografia do pintor ameircano N.C. Wyeth descobrimos que Vincent van Gogh numa carta a seu irmão Theo escreveu: “Você conhece a revista americana Harper’s Monthy? Há coisas lá que me deixam bobo de admiração, incluindo os desenhos de um vilarejo Quaker, como nos tempos antigos de Howard Pyle.”
É mais do que justa a comemoração dos 100 anos do Museu de Arte de Delaware, mas mais importante ainda é a comemoração do legado deixado por este artista plástico, visionário, que, nascido em meados do século XIX, ainda influencia diversos campos da vida de seus compatriotas em pleno século XXI.