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Monica faz uma lista de pedidos, ilustração Maurício de Sousa.
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Se Deus sempre deferisse
tudo o que lhe suplicamos,
veríamos a tolice
do que tanto desejamos.
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(Manoelita Amorim Meyer)
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Se Deus sempre deferisse
tudo o que lhe suplicamos,
veríamos a tolice
do que tanto desejamos.
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(Manoelita Amorim Meyer)
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O canto do galo, ilustração de Caroline Young.–
O galo canta e desperta
a festiva passarada,
que deixa o morno dos ninhos
para saudar a alvorada.
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(Manuel Lins Caldas) [psed. Daslak]
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Segredinhos, ilustração de Eloise Wilkin.–
Quer chova, quer brilhe o sol,
comentam-na os mexericos.
Não importa ao rouxinol
o pio dos tico-ticos!…
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(Sudra Vana)
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Nem escrito, nem falado,
porém fácil de entender,
é o silêncio do recado
que um olhar sabe dizer.
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(Sebas Sundfeld)
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Numa colcha de retalhos
costurei nossas lembranças
e alinhavei os atalhos
com a linha da esperança.
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(Alice Cristina Velho Brandão)
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Sem dar chance ao desatino,
quando a dor te atormentar,
tenta torcer o destino
cantando, em vez de chorar!
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(Ulysses de Carvalho Junior)
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No refulgir de uma estrela
há dois pontos principais:
do sonhador que quer vê-la
e do que não sonha mais.
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(José Augusto Fernandes)
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Ilustração de Maurício de Sousa.–
Quando a noite vai embora,
a aurora vem, de mansinho,
despertando fauna e flora
na mata e no ribeirinho.
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(Marcos Medeiros)
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Desconheço a autoria da ilustração, acredito que seja capa de um número de verão da revista americana Modern Priscilla, que deixou de existir por volta de 1930 depois de algumas décadas de existência. Já procurei mas ainda não achei a autoria, qualquer dica será bem-vinda.–
As nuvens já vão chegando,
voltam barcos, devagar;
as aves surgem flanando…
e você não vai voltar?…
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(Luiz Pereira de Faro)
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Ilustração Maurício de Sousa.–
Vovó, teu nome é ternura,
canção de amor e amizade.
Quem te possui, que ventura!
Quem te perdeu, que saudade!
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(Nair Starling dos Santos Almeida)





