Copa 2014, no coração de todos!

19 06 2014

 

 

 

marcantonio, (Marco Antonio Soares da Costa) RJ 1964), futebolsemTítulo, técnica mista stela - 70 x150 cm - 2000Sem título [Futebol], 2000

Marcantonio [Marco Antônio Soares da Costa] (Brasil, 1964)

técnica mista sobre tela, 70 x 150 cm





Copa 2014, no coração de todos!

18 06 2014

 

 

CLAUDIO FACCIOLI - Futebol, O.S.T, C.I.D, datado de 1990, 50x60 cm.Futebol, 1990

Cláudio Faccioli (Brasil, 1955)

óleo sobre tela, 50 x 60 cm





Copa 2014, no coração de todos!

17 06 2014

 

 

Daniel Azulay, Futebol Mandala,Técnica mista sobre tela, 90 x 100 cm, 2002Futebol Mandala, 2002

Daniel Azulay (Brasil, 1947)

técnica mista, 90 x 100 cm





Copa 2014, no coração de todos!

16 06 2014

 

 

Ademyr Costa, Futebol 4,2012, ost, 45 x 85 cmFutebol IV, 2012

Ademyr Costa (Brasil, 1952)

óleo sobre tela, 45 x 85 cm





Nossas cidades — São Paulo

16 06 2014

Francisco Cassiani - Centro de São Paulo - Óleo sobre tela - 41 x 33 cm - 1958Centro de São Paulo, 1958

Francisco Cassiani (Brasil, 1921-2001)

óleo sobre tela, 41 x 33 cm





Dia 14: “tudo que eu gostaria de ter dito”, desafio da escrita, #PHpoemaday

14 06 2014

 

 

Edmund Charles Tarbell, (EUA 1862-1938), Mary lendo, 1933, ost, 31x27Mary lendo, 1933

Edmond Charles Tarbell (EUA, 1862-1938)

óleo sobre tela, 31 x 27 cm

 

Tema: Tudo que eu gostaria de ter dito 

 

É tempo de recomeçar

 

 

Faz hoje um ano.
Só agora sei o que deveria ter dito.
Por que sempre se pensa melhor
Quando as emoções já se abrandaram?
De que adianta agora saber a resposta perfeita?
De que adianta escrever todas as razões,
As pontuações? As causas e condições?
Se o tempo já passou, se a vida já mudou,
e o passado não volta mais?
Visão perfeita é sempre a do espelho retrovisor,
mas não andamos para trás, a não ser na sexta dimensão.
Assim, escrevo aqui tudo o que deveria ter dito, há um ano,
Pego um fósforo e torno em cinzas a mágoa pelo que não fiz.
É tempo de recomeçar.


©Ladyce West, Rio de Janeiro, 2014

 

 





O casamento de Aurélia: “Senhora” de José de Alencar

11 06 2014

Gari_Melchers_Marriage1Casamento, 1893

Gari Melchers (EUA, 1860-1932)

óleo sobre tela, 82 x 60 cm

Minneapolis Institute of Arts

 

 

“Reunira-se na casa das Laranjeiras, a convite de Aurélia, uma sociedade escolhida e não muito numerosa para assistir ao casamento.

A moça não aceitou a idéia de dar um baile por esse motivo; mas entendeu que devia cercar o ato da solenidade precisa, para tornar bem notória a espontaneidade de sua escolha e o prazer que sentia com esse enlace.

Não faltaram amigos e conhecidos, que sugerissem a Aurélia a lembrança de fazer o casamento à moda européia, com o romantismo da viagem logo depois da cerimônia, a lua-de-mel campestre, e o baile de estrondo na volta à Corte.

Ela, porém, recusou todos esses alvitres; resolveu casar-se ao costume da terra, à noite, em oratório particular, na presença de algumas senhoras e cavalheiros, que lhe fariam, a ela órfã e só no mundo, as vezes da família que não tinha.
Celebrara-se a cerimônia às oito horas. Lemos conseguira um barão para servir de contrapeso ao Ribeiro e um monsenhor para oficiar.

Quanto à madrinha, Aurélia escolhera D. Margarida Ferreira, respeitável senhora, que lhe mostraradesinteressada amizade, desde a primeira vez que a encontrou na sociedade.

No momento de ajoelhar aos pés do celebrante, e de pronunciar o voto perpétuo que a ligava ao destino do homem por ela escolhido, Aurélia com o decoro que revestia seus menores gestos e movimentos, curvara a fronte, envolvendo-se pudicamente nas sombras diáfanas dos cândidos véus de noiva.

Mau grado seu, porém, o contentamento que lhe enchia o coração e estava a borbotar nos olhos cintilantes e nos lábios aljofrados de sorriso, erigia-lhe aquela fronte gentil, cingida nesse instante por uma auréola de júbilo.

No altivo realce da cabeça e no enlevo das feições cuja formosura se toucava de lumes esplêndidos, estava-se debuxando a soberba expressão do triunfo, que exalta a mulher quando consegue a realidade de um desejo férvido e longamente ansiado.
Os convidados, que antes lhe admiravam a graça peregrina, essa noite a achavam deslumbrante, e compreendiam que o amor tinha colorido com as tintas de sua palheta inimitável, a já tão feiticeira beleza, envolvendo-a de irresistível fascinação.

– Como ela é feliz! diziam os homens.

– E tem razão! acrescentaram as senhoras volvendo os olhos ao noivo.

Também a fisionomia de Seixas se iluminava com o sorriso da felicidade. O orgulho de ser o escolhido daquela encantadora mulher ainda mais lhe ornava o aspecto já de si nobre e gentil. Efetivamente, no marido de Aurélia podia-se apreciar essa fina flor da suprema distinção, que não se anda assoalhando nos gestos pretensiosos e nos ademanes artísticos; mas reverte do íntimo com uma fragrância que a modéstia busca recatar, e não obstante exala-se dos seios d’alma.

Depois da cerimônia começaram os parabéns que é de estilo dirigir aos noivos e a seus parentes. Só então reparou-se na presença de uma senhora de idade, que ali estava desde o princípio da noite.

Era D. Camila, mãe de Seixas, que saíra de sua obscuridade para assistir ao casamento do seu Fernando, e sentindo-se deslocada no meio daquela sociedade, retirou-se com as filhas logo depois de concluído o ato.

Para animar a reunião as moças improvisaram quadrilhas, no intervalo das quais um insigne pianista, que fora mestre de Aurélia, executava os melhores trechos de óperas então em voga.

Por volta das dez horas despediram-se as famílias convidadas.”

Em: Senhora, José de Alencar, originalmente publicado em Capítulo XII, páginas 35-36, versão PDF, Biblioteca Nacional. Em domínio público.





Imagem de leitura — Rachel Deacon

9 06 2014

 

 

 

Spellbound-36-x-28Spellbound by Rachel DeaconEncantada

Rachel Deacon (Inglaterra, contemporânea)

óleo sobre tela 90 x 70 cm

www.racheldeacon.com





Imagem de leitura — Angelo Batti

6 06 2014

 

 

622 Angelo Batti_Conciliada ao sono

Angelo Batti (Itália, 1933)

óleo sobre cartão telado, 33 x 22 cm





Imagem de leitura — David Farrant

6 06 2014

 

 

David_FarrantSem título

David Farrant (Inglaterra, 1938)