Quando Picasso morreu…

23 03 2016

 

self-portrait-with-paletteAutorretrato com palheta, 1906

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela

Philadelphia Museum of Art

 

 

“Quando Picasso morreu, há 43 anos e aos 91 de idade, deixou um número surpreendente de obras — mais de 45.000 ao todo. (“Nós teríamos que ter que alugar o Empire State Building para acomodar todas as obras”, disse Claude Picasso quando o inventário terminou.) Havia 1.885 quadros, 1.228 esculturas, 7.089 desenhos, 30.000 gravuras, 150 cadernos de desenhos, 3.222 trabalhos em cerâmica.  Havia um vasto número de livros ilustrados, gravuras, e tapeçarias.”

Vanity Fair

 

[tradução é minha]

 

Ninguém pode dizer que Picasso não trabalhou.  Frequentemente sou perguntada sobre quantos quadros um pintor pode pintar por dia.  É muito pessoal. Picasso não só trabalhou incessantemente, como teve uma vida produtiva muito longa.





Imagem de leitura — Albert Gleizes

16 03 2016

 

 

GLEIZES, ALbert, Portrait-of-Madame-H.-M.-Barzun-by-Albert-Gleizes-1881-1953,data 1911, The McNay Art Museum, San Antonio, txRetrato de Mme H. M. Barzun, 1911

Albert Gleizes (França, 1881-1953)

óleo sobre tela

The McNay Art Museum, San Antonio, Tx

 





Imagem de leitura — Karl Hofer

1 02 2016

 

 

Karl Hofer. Lesestunde (1953)Estudando, 1953

Karl Hofer (Alemanha, 1878-1955)

óleo sobre tela





Imagem de leitura — Georg Schrimpf

29 01 2016

 

 

Georg_Schrimpf_Martha_1925-11Martha, 1925

Georg Schrimpf (Alemanha, 1889-1938)

óleo sobre tela

Pinakothek der Moderne, Munique





Nossas cidades — Macapá

7 12 2015

 

 

UDO - Amapá - Macapá - Óleo sobre madeira datada de 1949, 45 cm x 53 cm Macapá, Paisagem com a Fortaleza de São José ao fundo, 1949

UDO — Udo Erich Knoff (Alemanha/Brasil, 1912-1994)

Óleo sobre madeira,  45 cm x 53 cm





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

4 12 2015

 

Wanda Pimentel Mntanhas do Rio,Gávea, Dois irmãos e Pedra Bonita N.10. Acrílica sobre tela. Assinado, datado 1987 e titulado no verso. 80 X 110 cmMontanhas do Rio: Gávea, Dois irmãos e Pedra Bonita N.10, 1987

Wanda Pimentel (Brasil, 1943)

Acrílica sobre tela,  80 X 110 cm





Imagem de leitura — Fairfield Porter

1 12 2015

 

Fairfield Porter (EUA 1907-1975)Menino sentado à mesa com toalha de xadrez vermelha, 1960, 103x98 cm The Parrish Art Museum, Southampton, NYMenino sentado à mesa com toalha de xadrez vermelho, 1960

Fairfield Porter (EUA, 1907-1975)

103 x 98 cm

The Parrish Art Museum, Southampton, NY





Imagem de leitura — Thomas Rathmell

17 11 2015

 

Thomas Rathmell (Welsh, 1912-1996) 'The Reader'Leitora, 1956

Thomas Rathmell (GB, 1912-1996)

óleo sobre placa, 58 x 39 cm





Imagem de leitura — Bela de Kristo

11 11 2015

 

 

 

Bela de Kristo Florence lendo,c. 1965,Bela de Kristo (Hungria, 1920-2006),ost, 28 x 24cmFlorence lendo, 1965

Bela de Kristo ( Hungria, 1920-2006)

óleo sobre tela, 28 x 24 cm





A evolução da casa no Rio de Janeiro … texto de Pedro Nava

3 11 2015

 

CAROLLO, Edy Gomes (1921) Solar, o.s.t. - 73 x 60Solar, s.d.

Edy Gomes Carollo (Brasil, 1921-2000)

óleo sobre tela, 73 x 60 cm

 

 

“A casa era uma dessas belas construções do fim do século passado, com jarrões na cimalha, florões, monograma, cinco janelaços de fachada, com gradis prateados  onde dragões simétricos ficavam frente a frente, ladeando o ornamento central; jardim de gramado liso, duas palmeiras imperiais e a fonte de pedra que escorria seu fio de prata sobre limos e peixes vermelhos; portão com pilastras de granito; o clássico caramanchão de cimento imitando bambu e o colmo de palha e todo trançado de trepadeiras. O prédio de D. Adelaide era de porão habitável (cujo pé-direito era mais alto que os dos apartamentos de hoje) e de andar superior luxuoso, cheio de ornatos esculpidos nos tetos, vidraças biseautées, vastos salões, lustres com pingentes de cristal; um sem-número de quartos; portas almofadadas com maçanetas lapidadas; pias, bidês e latrinas de louça ramalhetada; vastas banheiras de mármore onde a água chegava pelo bico aberto de dois cisnes de pescoço encurvado e feitos de metal amarelo sempre reluzentes do sapólio. Bela casa, na segunda etapa de sua existência. Porque a primeira e inaugural era sempre a residência de grande do Império ou figurão da República. A segunda, pensão familiar. A terceira, casa de cômodos. Depois cabeça-de-porco — substituída pelos arranha-céus de hoje. Lá está o atual, com os apartamentos que encimam a Casa Cabanas e a Papelaria Dery. Mesmo número: 252.”

 

Em: Balão Cativo:memórias/2, Pedro Nava, Rio de Janeiro, José Olympio: 1973, p. 188.