Ipê amarelo, s/d
Paulo Gagarin (Brasil, 1885-1980)
óleo sobre tela, 41 x33 cm
–
–
Banhado de sol e de ouro,
tanta é a beleza que encerra,
que o Ipê parece um tesouro
saído há pouco da terra!
–
(Clóvis Brunelli)
Ipê amarelo, s/d
Paulo Gagarin (Brasil, 1885-1980)
óleo sobre tela, 41 x33 cm
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Banhado de sol e de ouro,
tanta é a beleza que encerra,
que o Ipê parece um tesouro
saído há pouco da terra!
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(Clóvis Brunelli)
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Que festa pelo caminho!
Que som, que luz, que esplandor!
Gorgeios em cada ninho,
abelhas em cada flor!
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(Paulo Setúbal)
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“Muito riso e pouco sizo”,
diz-nos o velho ditado.
Mas eu digo que um sorriso
sempre dá bom resultado…
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(Lucina Long)
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Cantiga da bela infância,
peteca, bola, pião …
Minha inocência pelada
nadando no ribeirão…
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(Clóvis Brunelli)
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Que grande travesso é o mar!
Molha de novo o lençol
que a praia para secar,
expôs aos raios do sol!
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(Walter Waeny)
Cartão postal, 1907, ilustração assinada pelas iniciais JLS.–
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Não te invejo, ave que voas
tão livre no firmamento!
Vou também aonde quero
nas asas do pensamento!
–
(A. Coelho Neto)
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Se Deus atendesse, um dia,
minha prece ingênua e doce,
quem fosse mãe não morria,
por mais velhinha que fosse.
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(Archimino Lapagesse)
Ilustração, mãe e filho, Frederick Richardson, 1975.—
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Tudo o que fui e que sou
devo ao seu zelo e carinho.
— Mãezinha, você plantou
roseiras no meu caminho!
—
—
( Pedro Peixoto de Aguiar)
—-
Se estiverdes namorando,
aos beijinhos, no portão,
já sabes, o amor é cego,
porém, os vizinhos, não…
—-
—-
(Dieno Castanho)
—-
—
Não adianta reclamar,
quem joga tem que saber:
jamais deverão jogar
os que não sabem perder.
—
(Décio Valente)
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