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Morgan Weistling (EUA, contemporary)
óleo sobre tela, 60 x 45 cm
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Morgan Weisting, contemporary American painter.
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Morgan Weistling (EUA, contemporary)
óleo sobre tela, 60 x 45 cm
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Morgan Weisting, contemporary American painter.
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Suwannee Sarakana( Tailândia, contemporânea)
óleo sobre tela
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Suwanee Sarakana é uma pintora tailandesa de 35 anos que passa os meses de verão no estado de Oregon nos Estados Unidos, vem daí grande parte da unfluência ocidental no trabalho dessa artista. Formada pela Universidade de Silpakorn em Bangkok, Suwannee tem uma longa lista de exposições intenacionais no Extremo Oriente, na Europa e nos Estados Unidos.
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Enrico Bianco (Itállia/Brasil, 1918)
óleo sobre cartão colado em madeira, 59 x 95 cm
Coleção Particular
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Theobaldo Miranda Santos
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Chamam-se reisados as festas populares que se realizam na véspera de Reis. Tiveram início na Bahia, passando-se, depois, para outros estados do Brasil, inclusive São Paulo. Essas festividades tradicionais tomaram aspectos diferentes nas diversas regiões do nosso país.
Assim, em certos lugares, os reisados assumem a forma de ternos, isto é, de grupos de pessoas, fantasiadas de pastores, acompanhadas de tocadores de flautas, violões e pandeiros. Depois de visitarem o presépio da igreja local, dirigem-se às casas previamente avisadas, que se conservam inteiramente fechadas. Chegando a essas casas, cantam:
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Vinde abrir a vossa porta,
Se quereis ouvir cantar;
Acordai, se estais dormindo,
Que nó viemos festejar!
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Os três reis de longes terras
Vieram ver o Messias,
Desejado há tanto tempo
De todas as profecias.
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Abrem-se as portas e janelas. O cortejo entre na casa e começa a adoração do Deus Menino no presépio armado na sala. Cada pessoa prosta-se, reverente, diante do presépio e entoa uma quadrinha.
Em todos os lugares, o reisado tem a forma de rancho da burrinha ou de rancho do boi, também chamado bumba-meu-boi. No rancho da burrinha, um dos membros do cortejo ata à cintura uma armação com cara de burro, simulando estar montado.
No bumba-meu-boi, mais usado entre os sertanejos paulistas, a figura central do cortejo é um boi, grosseiramente imitado, na pele do qual se oculta um rapaz, que executa uma dança característica. Em certas localidades de São Paulo, os reisados se compõem apenas de grupos de músicos e cantores que visitam as casas onde há presépios armados e onde são recebidos com doces e bebidas.
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Em: Terra Bandeirante, 4º ano — pequena antologia sobre a terra, o homem e a cultura do estado de São Paulo, Theobaldo Miranda Santos, Rio de Janeiro, Agir:1954
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Albert von Keller (Suiça, 1844-1920)
óleo sobre tela
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Allbert von Keller nasceu em Gais, na Suiça em 1844. Estudou na Academia de Belas Artes de Munique, na Alemanha, com Lenbach e Ramberg. Depois viajou por diversos países europeus para estudar outros mestres, entre eles esteve na Itália, na Holanda, na Inglaterra e na França onde permaneceu por um longo período. Seu estilo sofreu grande influência francesa tanto na maneira de pintar da Belle Époque assim como nos temas de pintura. Albert von Keller especializou-se na pintura de gênero e no retrato. Faleceu em 1920.
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Georg Pauli (Suécia, 1855-1935)
óleo
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Paul Valéry
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Antonio Rocco ( Itália, 1880- Brasil, 1944)
óleo sobre tela, 76 x 50 cm
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Onestaldo de Pennafort
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Quando murmuro teu nome,
a minha voz se consome
em ternura e adoração.
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Quando teus olhos me olham,
parece eu se desfolham
as rosas de algum jardim
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Ó meu amor, se é preciso
eu direi que o teu sorriso
é doce como um olhar.
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Mas é preciso que eu diga,
ó minha suave amiga,
isso que sinto e tu vês,
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mas é preciso que eu diga?
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Onestaldo de Pennafort Caldas (RJ-1902- 1987) jornalista, ensaísta, tradutor e funcionário público. Escreveu para diversos periódicos brasileiros, tais como Fon-Fon, Careta, Autores e Livros, Para Todos e O Malho. Faleceu no Rio de Janeiro, sua cidade natal, em 1987.
Obras
Escombros Floridos, 1921, poesia
Perfume e outros poemas, 1924, poesia
Interior e outros poemas, 1927, poesia
Espelho d’ Água: Jogos da Noite, 1931, poesia
Nuvens da tarde, 1954, poesia
Um rei da valsa, 1958, música
O festim, a dança e a degolação, 1960, crítica literária
Romanceiro, 1981, poesia
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Além de traduções do inglês e do francês.
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O livro de histórias das crianças, s/d
Sophie Anderson (Inglaterra, 1823-1903)
óleo sobre tela
Birmingham Museums & Art Gallery
Inglaterra
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Sophie Gengembre Anderson foi uma pintora inglesa, nascida na França em 1823, que se especializou em pintura de gênero e em particular pintura de crianças e mulheres de vida rural. Filha de pai francês e mãe inglesa, Sophie Anderson morou nos Estados Unidos quando a família saiu da França fugindo da revolução de 1848. Nos EUA morou em Ohio e na Pansilvênia onde encontrou pela primeira vez seu futuro marido o pintor inglês Walter Anderson. Voltou permanentemente para a Inglaterra em 1894. Faleceu em Cornwall em 1903.
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Don Hatfield (EUA, 1947)
óleo sobre tela
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Don Hatfield nasceu em Long Beach, na Califórnia em 1947. Antes de se dedicar à pintura estudou filosofia, teologia e letras, até estudar com o retratista Charles Cross, quando descobriu seu talento para a pintura. Desde então, inspirado por muitos dos pintores impressionistas americanos, Don Hatfield tem-se dedicado às artes visuais com grande sucesso.
Para mais informações: http://www.thegallerie.com
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Tarsila do Amaral (Brasil, 1886-1973)
óleo sobre tela, 92 x 75 cm
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Orlando Martins Teixeira
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Chapéu azul, vestido azul, de azul bordado,
Azuis o parassol e as luvas, senhorita,
Como um lótus azul por um deus animado,
Passa toda de azul, por mil bocas bendita.
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Há um bálsamo azul nesse azul que palpita,
Misticismos de um mundo, há muito em vão sonhado,
Azul que a alma da gente a idolatrá-la incita,
Azul claro, azul suave, azul de céu lavado.
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Deixa na rua um rastro azul que cega e prende,
Não sei quê de anormal, de fantasma ou de duende,
Que prende os pés ao solo e ao mundo os olhos cerra;
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Vendo-a, não se vê mais nada que o azul, tonteia…
Como num sonho azul, logo nos vem a ideia
Um pedaço de céu azul passeando a terra.
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Em: 232 Poetas Paulistas, de Pedro de Alcântara Worms, Rio de Janeiro, Conquista: 1968
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Orlando Martins Teixeira (SP, 1875- MG, 1902) nasceu em São João da Boa Vista, SP em 1875. Poeta, dramaturgo e jornalista. Trabalhou na Gazeta da Tarde. Seus versos a Venus ficaram famosos quando declamados pelo ator português Dias Braga. Faleceu em Sítio, MG, em 1902.