Imagem de leitura — Tranquillo Cremona

20 03 2012

Repassando a lição, 1876-77

Tranquillo Cremona (Itália, 1837-1878)

aquarela e guache sobre papel, 51×30 cm

Coleção Carlo Lamberti, Milão

Tranquillo Cremona nasceu em Pávia em 1837.  Depois dos estudos de pintura, ele  se entrega ao movimento chamado de “Scapigliatura” de Milão — estilo que dominou as artes: pintura, escultura, poesia e se expandiu para o lado político, incluindo revolucinários anarquistas.  Eram todos partidários de que a paixão seria o meio de quebrar a fachada da respeitabilidade da sociedade milanesa do século XIX.  O movimento que durou aproximadamente 20 anos ( 1860 e-1880) tentava trazer à superfície, à flor da pele, toda a energia escondida sob as boas maneiras.  É considerado o último movimento romântico do século XIX na Itália.  Diferente dos outros pintores de sua época, ele se concentrou exclusivamente na pintura do ser humano.  Não fez paisagens, nem pintura histórica e ainda desenvolveu um estilo que favorecia a percepção da falta de precisão no traço, o “embaçado” na pintura.  Morreu aos 41 anos, em 1878, em Milão envenenado pelo chumbo das tintas que usava diariamente.





Palavras para lembrar — Charles Kingsley

19 03 2012

Na varanda, 1886

[Retrato de Rebecka Nathanson-Kempff]

Eva Bonnier (Suécia, 1857-1909)

óleo sobre tela

“Com exceção de um homem vivo não há nada mais maravilhoso do que um livro!  Uma mensagem para nós vinda dos mortos, — de almas humanas de quem nunca vimos, que talvez tenham vivido longe por milhares de milhas, nos falam, nos ensinam, nos confortam e abrem seus corações para nós como irmãos”.

Charles Kingsley





Imagem de leitura — Johanne Thomas

19 03 2012

Leitora, s/d

Johanne Thomas (Canadá, contemporânea)

óleo sobre tela

www.johannethoms.ca





Palavras para lembrar — Judah Ibn Tibbon

18 03 2012

Um cômodo em Nova York, 1932

Edward B. Hopper (EUA, 1882-1967)

óleo sobre tela

Sheldon Memorial Art Gallery and Sculpture Garden, University of Nebraska-Lincoln.

“Deixe suas estantes e prateleiras serem seus jardins e terrenos de prazer.  Retire a fruta que ali cresce, colha as rosas, os condimentos, e a mirra”.

Judah Ibn Tibbon





Palavras para lembrar — Walter Pater

16 03 2012

Senhor holandês lendo jornal  na casa de uma tecelã, 1673

Adrien van Ostade (1610-1685)

Metropolitan Museum of Art, Nova York

“Os livros são um refúgio, um tipo de refúgio de clausura, das vulgaridades do mundo real”.

Walter Pater





Palavras para lembrar — Austin Phelps

15 03 2012

Um bom livro, 2007

Emily Lisker (EUA, contemporânea)

óleo sobre tela, 27 x 35cm

www.emilylisker.com

“Use o velho casaco e compre um novo livro”.

Austin Phelps





Imagem de leitura — Hermann Kaulbach

15 03 2012

Hora das histórias, s/d

Hermann Kaulbach (Alemanha, 1846-1909)

óleo sobre tela

Hermann Kaulbach nasceu em Munique, na Alemanha em 1846.  Começou sua vida profissional pensando em medicina.  Chegou a começar os estudos nessa área, quando desistiu a meio caminho para se dedicar à pintura, profissão que seu pai também exercia.  Dedicou-se inicialmente à pintura histórica mas tornou-se mais conhecido pelos seu retratos e em particular seus retratos de crianças.  Morreu em Munique em 1909.





Imagem de leitura — Pavel Chudnovsky

13 03 2012

Leitura noturna, s/d

Pavel Chudnovsky (Rússia, 1959)

óleo sobre tela

www.pchudnovsky.com

Pavel Chudnovsky nasceu na Rússia, em 1959.  Hoje reside em Mountain View na Califórnia.





Palavras para lembrar — Paul Sweeney

13 03 2012

Arika, 2009

Brandon Pike (EUA, contemporâneo)

http://brandonpikeart.blogspot.com

“Você sabe que leu um bom livro quando você vira a última página e se sente como se tivesse perdido um amigo”.

Paul Sweeney





Imagem de leitura — Alice Brueggemann

12 03 2012

Menino lendo, 1954

Alice Brueggemann (Brasil, 1917-2001)

óleo sobre tela, 65 x 54cm

Museu da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Porto Alegre

Alice Brueggemann nasceu em Porto Alegre, em 1917. Formou-se no Instituto de Artes da UFRGS e desde os anos 50 foi uma presença constante em salões e mostras da capital gaúcha, iniciando sua carreira em uma época em que a atividade artística feminina era desacreditada, sendo uma das primeiras mulheres a se intitular “artista plástica profissional“. Manteve por várias décadas um atelier em conjunto com Alice Soares, e durante muito tempo foi desenhista do SESI. Realizou inúmeras individuais no estado e no Brasil, participando também do Panorama da Arte Atual Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Faleceu em 2001. [Wikipédia]