Palavras para lembrar — Beverly Cleary

14 11 2012

Histórias da hora de dormir, 2009

Betty B. Thurmond (EUA, 1927)

Acrílica sobre tela, 41 x 62 cm

Flickr

“Sempre fui uma criança muito observadora.  Os meninos dos meus livros são baseados nos meninos, meus vizinhos, de quando eu era criança”.


Beverly Cleary





Dia da Bandeira: variações sobre a Bandeira do Brasil

13 11 2012

A Pátria, 1905

Pedro Bruno, (RJ, 1888-1949)
óleo sobre tela
Museu Histórico do Rio de Janeiro

Dia 19 de novembro comemoramos o Dia da Bandeira do Brasil.   Aqui estão algumas variações sobre a nossa bandeira.  Vocês estão convidados a mandar, suas próprias variantes sobre a nossa bandeira: desenhos, pinturas. Aqui vão alguns exemplos para vocês se inspirarem.  Quem quiser contribuir mande-me o seu email e eu entro em contato.

Bandeira do Brasil, criação fotográfica de Culiculicz.

Retirado de:

http://flickr.com/photos/62759970@N00/167812480/

Bandeira do Brasil, 1995

Regina Mello ( MG, Brasil, 1959)

Módulos de madeira, pintados em acrílica

250 x 160 cm

www.reginamello.xpg.com.br

Bandeira do Brasil, [Bandeira brasileira] s/d

Olavo Campos (São Paulo)

Madeira reciclada

Bandeira do Brasil

Paulo Sérgio Zerbato (Brasil, 1971)

http://paulosergiozerbato.blogspot.com.br

Bandeira do Brasil

Morandini, designer ( de seu blog: http://blog.morandini.com.br/ )

Técnica mista com folhas de árvores

Bandeira do Brasil, feita com pintura de mãos de crianças do Instituto La Fontaine, Belo Horizonte, MG.

http://institutolafontaine.blogspot.com

Boi Bandeira, 1968

Humberto Espíndola (Brasil, 1943)

óleo sobre tela

Painel do Brasil no Memorial do Imigrante, São Paulo

Yes, nós temos banana, 1999

Nelson Leirner (Brasil, 1932)

colagem sobre serigrafia, 74 x54 cm

Brasil humanitário [da Série Bandeiras Brasileiras]

Touth Andrade (Brasil, 1962)

óleo sobre tela, 80 x 90 cm

http://digitalconsciousness.com/artists/TouthAndrade/

Bandeiras Brasileiras, II

Touth Andrade ( Brasil, 1962)

http://digitalconsciousness.com/artists/TouthAndrade/

Papai Noel brasileiro,

Luis Saguar (Brasil)

Ilustração

http://saguardesign.blogspot.com.br/





Imagem de leitura — Alexis Grimou

13 11 2012

Leitora, s/d

Alexis Grimou ( França, 1678-1733)

óleo

Alexis Grimou nasceu em Argenteuil, próximo a Paris em 1678 e morreu em Paris em 1733 .  Não se conhece muito a seu respeito, uns dizem que foi aprendiz no ateliê do pintor François de Troy, outros que  foi autodidata, ganhando todo seu conhecimento de pintura através de cópias de Van Dyck e de Rembrandt.  Fato é que foi muito influenciado pela pintura barroca holandesa.  Fez sua carreira como retratista.  Chegou a ser admitido na Academia de Paris em 1705 mas logo se demitiu de lá alegando que os pintores ali eram muito medíocres.  Mas entrou para a Academia de São Lucas em Roma, em 1709.





Imagem de leitura — Ivan Olinsky

10 11 2012

Narcissa Vanderlip, aos 11 anos, 1915

Ivan Olinsky (Rússia/EUA, 1878-1962)

óleo sobre tela

Ivan Olinsky nasceu em Elizabethgrad na Rússia 1878.  Emigrou para os EUA, por volta de 1891, quando tinha 13 anos.  Dois anos depois começou a estudar com  J. Alden Weir, George W. Maynard e Robert Vannoh na National Academy de Design em Nova York.  Estabeleceu-se em Old Lyme, Connecticut.  Pintor e professor de pintura, ficou conhecido principalmente por seus retratos um tanto influenciados pelo impressionismo.  Expôs extensamente nos Estados Unidos onde adquiriu um bom número de seguidores.  Faleceu nos EUA, em Nova York, em 1962.





Palavras para lembrar — Arthur Phelps

9 11 2012

Menina com livro, s/d

Murman Kuchava (Georgia, 1962)

óleo sobre tela

“A leitura às vezes é uma engenhosa ferramenta para evitar a reflexão.”

Arthur Phelps





E você como organiza a sua biblioteca?

8 11 2012

A bibioteca da Filadélfia, 1875

George Bacon Wood ( EUA, 1832-1910)

óleo sobre tela

Como anda a sua biblioteca particular?  Geraldine Brooks publicou uma pequena crônica no The Global Mail, titulada People of the Bookshelf [Gente da Prateleira de Livros] muito engraçada sobre os hábitos das pessoas ao guardarem livros.  Assumindo que a maioria de nós não é profissional de biblioteca, não trabalha com catalogação, que normas devemos seguir? Há aqueles que os guardam em ordem por autor, — último nome sendo o normal nos países de língua inglesa — e aqueles que os guardam por título.  E quando se trata de biografias?  Vamos por biografado ou pelo autor?

Parece uma questão supérflua, mas acho que a organização de livros demonstra parcialmente o que eles representam para nós.  As minhas estantes estão organizadas só por assunto: História Antiga, Medieval, Surrealismo, Renascença, Romances.  Depois dentro de cada uma dessas há subdivisões.  Literatura sempre foi divida pelos países de origem e pelas línguas… E biografias são organizadas de acordo com o biografado e não com o autor… Depois de notar esses detalhes, sobre os quais nunca havia pensado, concluo: organizo tudo pelo assunto.

E vocês?





Sobre música, trecho de Amsterdam de Ian McEwan

6 11 2012

Sra. Meigh ao piano-órgão, 1883

William Merrit Chase ( EUA, 1849-1916)

óleo sobre tela, 66 x 47 cm

Coleção Particular

“Este era o ataque. A apologia tomava emprestado e distorcia o velho estratagema do Eclesiastes: era tempo de resgatar a música das mão dos “donos daa verdade”, e era tempo de reafirmar a comunicabilidade essencial da música, que havia sido forjada, na Europa, numa tradição humanista que sempre reconhecera o enigma da natureza humana; era tempo de aceitar que uma execução para o público constituía uma “comunhão laica”, e era tempo de reconhecer a primazia do ritmo e do tom, bem como a natureza básica da melodia. Para que isso acontecesse sem apenas repetir a música do passado, cumpria formular uma definição contemporânea de beleza, o que, por sua vez, era impossível sem que se compreendesse uma “verdade fundamental”.  Nesse ponto, Clive se valeu ousadamente de alguns ensaios inéditos e altamente especulativos de um colega de Noam Chomsky, que ele tinha lido quando passara férias na casa do autor, em Cape Cod: nossa capacidade de “ler” ritmos, melodias e harmonias agradáveis, assim como a faculdade exclusivamente humana da linguagem, era geneticamente determinada. Segundo os antropólogos, esses três elementos deviam existir em todas as culturas musicais. Nosso ouvido para harmonia era inato. (Além disso, sem um contexto envolvente de harmonia, a dissonância não fazia sentido e se tornava desinteressante.) Compreender uma linha melódica era um ato mental complexo, mas passível de ser executado até por uma criança bem pequena;  já nascíamos com uma herança, éramos o Homo musicas; portanto, definir a beleza na música implicava uma definição da natureza humana, o que nos trazia de volta às humanidades e à capacidade de comunicação…”

Em: Amsterdam, de Ian McEwan, São Paulo, Companhia das Letras:2012, tradução de  Jorio Dauster.





Morres de fraco? Morres de atrevido. – Soneto de Bocage

6 11 2012

Leitora, 1921

Eugen Spiro (Alemanha, 1874-1972)

óleo sobre tela

Sammlung F.Benjamin, Berlim-Grünewald

VIII

Bocage

Aflito coração, que o teu tormento,

Que os teu desejos tácito devoras,

E ao  doce objeto, às perfeições adoras,

Só te vás explicar co(m) pensamento.

Infeliz coração, recobra alento,

Seca as inúteis lágrimas, que choras;

Tu cevas o teu mal, porque demoras

Os voos ao ditoso atrevimento.

Inflama surdos ais, que o medo esfria;

Um bem tão suspirado, e tão subido,

Como se há de ganhar sem ousadia?

Ao vencedor afoute-se o vencido;

Longe o respeito, longe a cobardia;

Morres de fraco? Morres de atrevido.





Imagem de leitura — Francisco Manna

5 11 2012

Descanso no parque

Francisco Manna (Itália, 1879 – Brasil, 1943)

óleo sobre tela, 80 x 72 cm

Coleção Particular

Francisco Manna nasceu na Sicília, na Itália em 1879.  Imigrou para o Brasil, em 1888, onde primeiro se radicou no Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, onde aprendeu os rudimentos da pintura com o artista plástico Romoaldo Pratti.  Depois, em 1903, aos 25 anos mudou-se para o Rio de Janeiro onde estudou pintura na Escola Nacional de Belas Artes com Henrique Bernardelli, Zeferino da Costa e Baptista da Costa.  Aluno aplicado, logo, em 1906 consegue menção honrosa no Salão. Faleceu no Brasil em 1943.





Palavras para lembrar — Abraham Lincoln

5 11 2012

Lendo na murada da praia, 2009

Judi A. Gorski (EUA, contemporânea)

acrílica sobre tela

http://judigorski.blogspot.com

” A capacidade e o gosto pela leitura dão acesso a tudo que já tenha sido descoberto por outros”.

Abraham Lincoln