Nossas cidades — Barbacena

28 07 2014

 

 

VAN DIJK, Wim (1915 1990) Rua de Barbacena, o.s.t. 37 x 61. Assinado cid e verso e datado 1969 no versoRua de Barbacena, 1969

Wim van Dijk (Holanda/Brasil 1915-1990)

óleo sobre tela, 37 x 61 cm





Imagem de leitura — Vicki Shuck

24 07 2014

 

 

Vicki Shuck, RiversideCafé e notícias no mercado de Riverside, 2011

Vicki Shuck (EUA, contemporânea)

óleo sobre madeira, 35 x 45 cm

www.vickishuck.com

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

23 07 2014

 

 

Dirce Bona (Brasil, SC) natureza-morta, 2005, ostNatureza morta, 2005

Dirce Bona (Brasil, contemporânea)

óleo sobre tela





Imagem de leitura — Cliff Rowe

21 07 2014

 

 

Cliff Rowe (1904-1989) «Street Scene Kentish Town » 1931Cena de rua no condado de Kent, c. 1931

Cliff Rowe (Inglaterra, 1904-1989)

óleo sobre placa, 61 x 91 cm

Tate Gallery, Londres





Nossas cidades — Cidade de Goiás

21 07 2014

 

 

rua do hortoElder Rocha Lima rua do horto - TV - 40x40, cidade de goiasRua do Horto

Elder Rocha Lima (Brasil, 1928)

óleo sobre tela, 40 x 40 cm





Imagem de leitura — C. Michael Dudash

19 07 2014

 

 

C. Michael DudashO estúdio de Valerie

C. Michael Dudash (EUA, 1952)

óleo sobre tela, 75 x 108 cm

www.cmdudash.com





Irmãos…

17 07 2014

 

 

Zinaida Serebryakova,Garotos, 1919Garotos, 1919

Zinaida Serebriakova (Ucrânia, 1884-1967)

óleo sobre tela

 

Dizem que não há dor maior do que a da morte de um filho. Deve ser verdade. Mas a dor de quem perde um irmão é muito grande também, porque irmãos são as nossas referências de vida. Em circunstâncias normais eles foram os cúmplices de travessuras. Além disso eles nos mostram as variadas interpretações da mesma educação, do mesmo lar, dos mesmos pais. Muitos são nossos melhores amigos, aqueles que defendemos dos outros, que aprendemos a proteger. Irmãos são aqueles com quem conseguimos nos comunicar sem trocar palavras; com quem dividimos memórias da infância; percepções sobre outros, parentes, vizinhos, amigos. São aqueles com quem implicamos e que amamos profundamente. Eles são a nossa introdução à diversidade, a opiniões, gostos, maneiras de viver diferentes das nossas.  São os únicos que se dão ao direito de nos criticar e que, por mal ou bem, ouvimos. Irmãos são aqueles que são sempre chamados pelo nome do outro, quando os pais se confundem; são também aqueles a quem nomeamos quando algo mal feito foi descoberto: “Foi o … [fulano], não fui eu…” Irmãos são aqueles seres com quem sempre podemos ser crianças, descer às familiares brincadeiras, as mais primárias, sem perdermos o respeito, mesmo depois de adultos. São em muitos casos as pessoas em quem mais confiamos, para quem fazemos sacrifícios muitas vezes heroicos, cujas mortes ou desaparecimentos mais nos ferem.

Esta semana meu cunhado faleceu. Ele era o único irmão, o mais velho, de meu marido. Tendo perdido meu irmão caçula há 11 anos, sei bem o deserto referencial que envolverá meu cara metade. Não importa a diferença de idades, não importa posturas políticas opostas, diferentes gostos no esporte, nos amigos, na maneira de viver, de rir, de chorar, do prazer no trabalho às escolhas amorosas. Não importa se um é conservador e o outro liberal, se um é religioso e o outro é ateu, a perda é muito maior do que se imagina. A cortina cai em um mundo inteiro de referências que formam a essência da nossa identidade. Ninguém mais poderá sorrir com olhos, silenciosamente, em uma reunião familiar quando alguém lembrar das piadas do tio caduca ou das manias do pai que reaparecem nos netos. Foram-se os momentos de reconhecimento da mãe refletida no irmão ou os relâmpagos de compreensão a nível mais profundo do que os amigos podem desconfiar. Acabou-se o conforto de que só os que se conhecem a vida inteira conseguem usufruir. Não haverá mais o cúmplice, o parceiro, o amigo. Conheço bem esse deserto. Por todas essas perdas sinto por meu marido. Sinto muito.

Esse relacionamento entre irmãos, descrito acima, pode não existir. Não é a realidade para todas as famílias. Cada um de nós conhece alguém que não se dá com seus irmãos. Sabemos de brigas, de traição, ciúmes e inveja entre membros da mesma família. A história mais antiga da natureza humana, Caim e Abel, exemplifica essa situação. Mas não é a norma, nem é inevitável. Ainda bem que meu marido e seu irmão puderam usufruir de um relacionamento equilibrado, de respeito mútuo, verdadeiramente fraterno. O falecimento de um deixa um vácuo imenso na vida do outro. Só o tempo acalmará a dor da perda.

©Ladyce West, Rio de Janeiro: 2014





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

16 07 2014

 

 

BERNARDINO DE SOUZA PEREIRA - (Brasil,1895 - 1985)Natureza morta - óleo sobre eucatex - 60 x 70 cm - 1964 -Natureza Morta, 1964

Bernardino de Souza Pereira (Brasil, 1895-1985)

óleo sobre eucatex, 60 x 70 cm





Imagem de leitura — Camille-Nicolas Lambert Wollès

14 07 2014

 

 

 

129307338329264264_7ea097a2-d2ac-4965-ba45-953f29fac034_194575_570O terraço feliz

Camille-Nicolas Lambert Wollès (Belgica, 1864- 1942)

óleo sobre tela, 60 x 75 cm





Casamento, uma celebração!

12 07 2014

 

 

CARLOS BASTOS,Noivos,1977,óleo s tela, 50 x 80 cm

Noivos, 1977

Carlos Bastos (Brasil, 1925-2004)

óleo s tela, 50 x 80 cm

 

 

Meus pais, se estivessem vivos, fariam anos de casados, hoje, dia 12 de julho…  Há dois anos postei uma série de quadros representando casamentos para a comemoração do Dia de Santo Antônio, e fiquei devendo ao meu amigo Ricardo Antonio Alves do blog Abencerragem mais imagens de casamentos  na arte.  Não me esqueci da promessa que lhe fiz, mas demorei para pagar… Então aqui estão outras imagens de casamentos.

 

Denis_Maurice_Wedding_procession1Procissão do casamento, 1892

Maurice Denis (França, 1870-1943)

óleo sobre tela

 

edmund_blair_leighton_-_wedding_march_thumbA marcha nupcial, 1919

Edmund Blair Leighton (Inglaterra, 1853-1922)

óleo sobre tela

 

The Village Wedding by Sir Samuel Luke Fildes, 1883 -O casamento na aldeia, 1883

Sir Samuel Luke Fildes (Inglaterra, 1843-1927)

óleo sobre tela, 151 x 255 cm

 

 

Trocando de casa,1862,  George Elgar Hicks, ost, 151x89m Geffrye Museum, Londres Victorian english paintingTrocando de casa, 1862

George Elgar Hicks (Inglaterra, 1824-1914)

óleo sobre tela, 151 x 89 cm

Geffrye Museum, Londres

 

 

williamfrederickyeames_thumbO caminho das rosas, 1873

William Frederick Yeames (Inglaterra, 1835-1918)

óleo sobre tela, 50 x 87 cm

 

 

William_Hahn_The_Village_WeddingCasamento na aldeira, 1859

William Hahn (Alemanha, 1829 – EUA, 1887)

óleo sobre tela

Coleção Particular

 

 

Theodor_Schuz_Reception_of_the_wedding_coupleRecepção aos recém-casados

Theodore Schuz (Alemanha,1830-1900)

óleo sobre tela 55 x 73 cm

 

 

Stanhope Alexander Forbes (Irlanda, 1857-1947) The Health of the Bride, ostÀ saúde da noiva, 1889

Alexander Forbes Stanhope (Irlanda, 1857-1947)

óleo sobre tela, 152 x 200 cm

Tate Gallery, Londres

 

 

The Wedding, 1885O casamento, 1885

Giulio Rosati (Itália, 1857-1917)

óleo sobre tela, 60 x 111 cm