Aurélio D’Alincourt (Brasil, 1919-1990)
óleo sobre eucatex, 64 x 80 cm
Aurélio D’Alincourt (Brasil, 1919-1990)
óleo sobre eucatex, 64 x 80 cm
Arranjo, s.d.
Arthur José Nísio (Brasil, 1906 – 1974)
Óleo sobre tela, 76 x 100 cm
Geraldo Castro (Brasil, 1914-1992)
óleo sobre tela, 80 x 80 cm
Henrique Cavalleiro (Brasil, 1892-1975)
óleo sobre tela, 53 x73 cm
Colette Pujol (Brasil, 1913-1999)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Natureza morta com arraia, 1728
Jean-Baptiste-Siméon Chardin (França, 1699-1779)
óleo sobre tela, 114 x 146 cm
Museu do Louvre, Paris
Odylo Costa Filho
No fechado silêncio dos objetos
mais simples mora um toque de magia.
De um só tijolo nasce a casa: afetos,
barro, sol, água, mesa, moradia,
e a presença tenaz das mãos humanas
afeiçoando o mistério da existência
e dando às coisas mais cotidianas
senso de vida — e de sobrevivência.
Chardin, quando há dois séculos viveu,
uma arraia pintou, disforme, aberta
em sangue e dentes, agressiva e forte.
Veio o tempo e com ele emudeceu
muita moda que a glória julgou certa.
Aquela arraia sobrevive à morte.
Em: Boca da noite, Odylo Costa Filho, Rio de Janeiro, Salamandra: 1979, p. 47
Antônio Hélio Cabral (Brasil, 1948)
óleo sobre tela, 35 x 25 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976) )
óleo sobre tela, 38 x 55 cm
Adir Sodré de Souza (Brasil, 1962-2020)
acrílica sobre tela
Domingos Gemelli (Brasil, 1903-1985)
óleo sobre tela, 51 x 73 cm









