Na boca do povo: escolha de provérbio popular

1 10 2016

 

 

amor-13Chico Bento e Rosinha ao por do sol, © Maurício de Sousa.

 

 

“O amanhã é sempre outro dia.”

Salvar





Trova do foguete

10 09 2016

 

 

 

tomem seus lugaresProfessor Pardal pronto para decolar, © Walt Disney

 

 

 

Pra que foguete, pra quê?

Pra ir à lua distante?

Eu, quando beijo você,

não subo aos céus num instante?

 

(Wilson Montemór)

Salvar

Salvar

Salvar





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

9 09 2016

 

 

vintage_religion_girl_praying_with_dog_at_bedtime_poster-r659fb8c06c4e4abcb551f30647390d1d_z0fey_8byvr_1024

 

 

“A amar e a rezar, ninguém pode obrigar.”




Trova para o cansaço da vida

16 08 2016

 

 

pensando na vidaPiteco pensando na vida © Maurício de Sousa

 

 

Da vida ao brando balanço

diz o malandro, folgado:

— Se a morte é mesmo descanso,

prefiro viver cansado.

 

 

(Maia D’Athayde)

Salvar





Trova para Monteiro Lobato

1 08 2016

 

 

DSC00984Retrato de Monteiro Lobato © Maurício de Sousa.

 

 

Tudo sinto na alma, o enlevo

das histórias infantis.

— Lobato, quanto te devo

da minha infância feliz!

 

 

(Magdalena Léa)





Na boca do povo: escolha de provérbio popular!

28 06 2016

 

 

segredoIlustração de Walt Disney.

 

 

“O segredo é a alma do negócio.”

Salvar





Na boca do povo: escolha de provérbio popular!

7 06 2016

 

 

ladrãozinho, margret borissLadrãozinho, cartão postal com desenho de Margret Boriss.

 

 

“A ocasião faz o ladrão.”





Na boca do povo: escolha de provérbio popular!

4 06 2016

 

 

3fec15d7f7751b08689e08aa91675e19Capitão Haddock, ilustração de Hergé.

 

 

“A barba não faz o filósofo.”





Rosinha da Roda, poesia de Stella Leonardos

24 05 2016

 

 

Edvard_Munch_-_Four_Girls_in_Åsgårdstrand_-_Google_Art_ProjectQuatro meninas em Åsgårdstrand, 1903

Edvard Munch (Noruega, 1863-1944)

óleo sobre tela, 87 x 111 cm

Museu Munch, Oslo

 

 

Rosinha da Roda

 

Stella Leonardos

 

 

Elas eram quatro rosas

Sendo cada qual mais bela.

A vermelha, a cor de rosa.

A de corola amarela…

Mas a quarta era Rosinha,

Branca branca, bem singela.

Levou-a Deus manhãzinha.

Que era rosa de anjo, aquela.

 

 

Em: Pedaço de Madrugada, Stella Leonardos, Rio de Janeiro, Livraria São José:1956, p.63





A estrela, poesia de Manuel Bandeira

10 05 2016

 

 

ceu estrelado de outono, jenifferCéu estrelado de outono, ilustração Jennifer

 

A Estrela

 

Manuel Bandeira

 

Vi uma estrela tão alta,

Vi uma estrela tão fria!

Vi uma estrela luzindo

Na minha vida vazia.

 

Era uma estrela tão alta!

Era uma estrela tão fria!

Era uma estrela sozinha

Luzindo no fim do dia.

 

Por que da sua distância

Para minha companhia

Não baixava aquela estrela?

Por que tão alta, luzia?

 

E ouvi-a na sombra funda

Responder que assim fazia

Para dar uma esperança

Mais triste ao fim do meu dia.

 

 

Em: Antologia Poética, Manuel Bandeira, Rio de Janeiro, José Olympio: 1978, 10ª edição,pp: 110-111.