Foto: AFP
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A lêmure Susen carrega seus bebês nas costas, no jardim zoológico de Dresden, na Alemanha.
Foto: AFP—
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A lêmure Susen carrega seus bebês nas costas, no jardim zoológico de Dresden, na Alemanha.
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Um elefante, com quatro dias de vida, passeia com sua mãe em Whipsnade, Inglaterra. O filhote, ainda sem nome, nasceu com 124 kg
Desenho de criança japonesa: o vento
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O governo aprovou os princípios básicos para colocar em prática a chamada “Iniciativa Hatoyama“, impulsionada pelo primeiro-ministro, Yukio Hatoyama, que prevê ajudas aos países pobres e em desenvolvimento que enfrentem o aquecimento global, informou a agência japonesa de notícias Kyodo. A iniciativa foi apresentada na Conferência da ONU para a Mudança Climática (COP15) de Copenhague, em dezembro do ano passado, quando o Japão se comprometeu a fornecer US$ 11 bilhões em ajuda pública no período entre 2010 e 2012, enquanto o restante provirá do setor privado.
Alguns membros do gabinete ministerial recomendaram mais pressão à China, maior emissor de CO2 do planeta. A COP15 terminou com um pedido aos países para que realizem ações para combater a mudança climática, um acordo de mínimos, sem caráter vinculativo. O primeiro-ministro japonês se comprometeu a reduzir as emissões japonesas de CO2 em 25% para o ano de 2020 em comparação com os números de 1990.
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Fonte: Terra
O bebê rinoceronte batizado de Geraldine corre no parque Safari Serengeti da cidade de Hodenhagen, na Alemanha. A espécie nasceu em cativeiro e cresce com saúde.
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Parece coisa do mundo dos Jetsons, mas poderemos ter nossas ruas iluminadas no futuro por árvores artificiais que iluminariam as ruas da cidade com potentes lâmpadas LED abastecidas com energia limpa produzida pelas células solares cobrindo seus troncos. Achou muito fantasioso? Pois assim é a Árvore de Luz, uma criação do designer Omar Ivan Huerta Cardoso que promete unir meio ambiente, eficiência energética e fontes alternativas em um único produto.
Apesar de soar complicada, a criação não tem muitos segredos. A estrutura em formato de árvore é coberta com células solares que geram energia ao longo do dia e a transmite às lâmpadas LED durante a noite.
Mas não pense que tudo é artificial nesse projeto. Para dar um clima mais natural à árvore, o designer reservou as extremidades do protótipo para plantar árvores reais. Assim, a luz solar que sai das LEDs reflete nas folhas e cria o efeito da foto. Se essas plantinhas são suficientes para deixar o projeto mais “natural”, não dá para garantir. Ao menos seria uma alternativa mais sustentável aos postes de elétricos atuais.
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FONTE: Terra
Denisa deu à luz uma fêmea no parque zoológico israelense.
Uma girafa de 19 anos deu à luz seu 11º filhote no Safari Park de Ramat Gan, nas redondezas de Tel Aviv.
A girafa Denisa, uma veterana em se tratando de maternidade, ganhou uma fêmea.
Fonte: FOLHA
Hipopótamo recém-nascido se alimenta junto a sua mãe, no viveiro da espécie dentro do zoo Blijdorp em Roterdã. Os biólogos esperam que a mãe não rejeite a nova cria durante o processo de adaptação dos animais
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Detalhes escondidos no mundo natural poderão ser fontes de energia limpa, no futuro. Pelo menos é isso o que os cientistas de materiais que criaram folhas artificiais que podem coletar luz para dividir a molécula da água e gerar hidrogênio sugerem hoje na revista New Scientist.
Cientistas chineses da Universidade de Jiao Tong, em Xangai, desenvolveram folhas artificiais que imitam o processo de fotossíntese das plantas. A intenção é permitir a captação da energia solar para gerar hidrogênio de forma eficaz e viável ecologicamente. O processo seria criar uma fábrica de hidrogênio em miniatura.
As folhas das plantas se desenvolveram através de milhões de anos para apreender a luz vinda dos raios do sol de maneira bastante eficiente. Elas usam essa energia para produzir seu alimento e no processo elas dividem a molécula d’água e criam íons de hidrogênio. Imitando esse processo seria possível criar fabricas em miniatura de hidrogênio.
“Usar a luz do sol para dividir a molécula d’água e formar combustível na forma de hidrogênio é uma das mais promissoras táticas para erradicar a nossa dependência do carbono”, explicou o cientista Tongxiang Fan. A idéia não é nova, mas, até agora, os pesquisadores haviam se concentrado na tentativa de modificar ou imitar moléculas que realizam o processo. “Nós gostaríamos de adotar um sistema com um processo completamente diferente que viesse a imitar a fotossíntese, copiando a elaborada arquitetura elaborada das folhas verdes”, explicou Fan.
As folhas das plantas foram submetidas a vários processos químicos para obter um material que retém muito de sua estrutura original. Este sistema poderia ser útil no desenvolvimento de um método “limpo” para produzir hidrogênio.
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A fotossíntese é o processo em que as plantas transformam energia luminosa em química, processando o CO2, a água e outros minerais em compostos orgânicos e produzindo o oxigênio.
Fonte: Terra e New Scientist
Um filhote de rinoceronte recém-nascido brinca com uma bola dentro do seu viveiro no zoo de Muenster. A espécie nasceu no dia 20 de setembro e foi rejeitado por sua mãe, Emmi. Agora ele recebe tratamento especial dos biólogos.
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O polo norte magnético da Terra está avançando em direção à Rússia a quase 64 quilômetros por ano devido a mudanças magnéticas no núcleo do planeta, afirma nova pesquisa. O núcleo é profundo demais para que os cientistas detectem diretamente seu campo magnético. Mas os pesquisadores podem inferir os movimentos do campo acompanhando como o campo magnético terrestre muda na superfície e no espaço.
Agora, novos dados analisados sugerem que existe uma região de magnetismo em rápida transformação na superfície do núcleo, possivelmente sendo criada por uma misteriosa “pluma” de magnetismo proveniente do interior do núcleo.
E essa região pode estar deslocando o polo magnético de sua posição de longa data no norte do Canadá, disse Arnaud Chulliat, geofísico do Institut de Physique du Globe de Paris, na França.
O norte magnético, que é o lugar para onde as agulhas das bússolas realmente apontam, está próximo, mas não exatamente no mesmo lugar do Polo Norte geográfico. Neste momento, o norte magnético está próximo à ilha canadense Ellesmere.
Por séculos, navegadores usam o norte magnético para se orientar quando estão distantes de pontos de referência reconhecíveis. Embora os sistemas de posicionamento global tenham em grande parte substituído essas técnicas tradicionais, muitos ainda consideram as bússolas úteis para se orientar sob a água ou no subterrâneo, onde não há sinal dos satélites de GPS.
O polo norte magnético se deslocou muito pouco desde a época em que os cientistas o localizaram pela primeira vez em 1831. Depois, em 1904, o polo começou a avançar rumo ao nordeste num ritmo constante de 15 km por ano.
Em 1989, ele acelerou novamente, e em 2007 cientistas confirmaram que o polo está agora galopando em direção à Sibéria a um ritmo de 55 a 60 km por ano. Um deslocamento rápido do polo magnético significa que mapas do campo magnético devem ser atualizados com mais frequência para que usuários de bússola façam os ajustes cruciais do norte magnético para o verdadeiro Norte.
Geólogos acreditam que a Terra tem um campo magnético porque o núcleo é formado por um centro de ferro sólido cercado por metal líquido em rápida rotação. Isso cria um “dínamo” que comanda nosso campo magnético. Os cientistas suspeitam há muito tempo que, como o núcleo fundido está em constante movimento, mudanças em seu magnetismo podem estar afetando a localização na superfície do norte magnético.
Embora a nova pesquisa pareça sustentar essa idéia, Chulliat não pode afirmar que o pólo norte vai um dia mudar para a Rússia. “É muito difícil prever”, disse Chulliat.
Além disso, ninguém sabe quando e onde outra mudança no núcleo poderá se manifestar, fazendo o norte magnético se mover rumo a uma nova direção. Chulliat apresentou seu trabalho em um encontro da União Geofísica Americana, em São Francisco.
Tradução: Amy Traduções
Fonte: Terra