Mary Beale (Grã-Bretanha, 1633-1699)
óleo sobre tela, 109 x 87 cm
National Portrait Gallery, Londres
Mary Beale (Grã-Bretanha, 1633-1699)
óleo sobre tela, 109 x 87 cm
National Portrait Gallery, Londres
Jorge (futuro rei da Inglaterra) com o irmão Eduardo e seu professor Francis Ayscough, c. 1749
Richard Wilson (Inglaterra, 1714-1782)
óleo
National Portrait Gallery, Londres
Os Morris na cidade de Ems: William Morris lendo para Jane Morris o volume dois dos sete de Earthly Paradise, 1869
[The M’s at Ems: William Morris reading volume two of seven of the Earthly Paradise to Jane Morris, in a bath and drinking the second of seven glasses of a spa water]
Dante Gabriel Rossetti (GB, 1828-1882)
desenho a bico de pena sobre papel, 11 x 17 cm
Museu Britânico, Londres
Na quarta-feira passada, o jornal The Guardian publicou a lista dos melhores livros de espionagem de todos os tempos, para ajudar seus leitores que iriam sair de férias. Cá pelo hemisfério sul nós também, temos férias, pequenas, ou férias de inverno. Nenhum momento melhor para se divertir. E no descanso depois das atividades lúdicas nada melhor do que ler e ainda, treinar o seu inglês!
Aqui está o conselho dos melhores livros de espionagem para seu entretenimento de acordo com o jornal inglês. Lembrem-se que é a lista dos melhores de todos os tempos… Assim temos alguns clássicos, publicados há algum tempo.
1- Kim de Rudyard Kiping, original de 1900. Kim, publicado em português por diversas companhias e à venda no Brasil em livrarias e sebos.
2 — The Riddle of the sands, de Erskine Childers, original de 1903. Não publicado no Brasil. Só importado, em inglês.
3 — Inside the Company: CIA Diary, de Philip Agee, original de 1975. Publicado no Brasil, en 1976, título, Dentro da Companhia, diário da CIA, encontrado só em sebos.
4 — My Five Cambridge Friends, de Yuri Modin, original de 1994. Não publicado no Brasil. Só importado, em inglês.
5 — The Main Enemy, Milton Bearden e James Risen, original de 2003. Não publicado no Brasil. Só importado, em inglês.
6 — A Spy for All Seasons, Duane R Clarridge, original de 1997. Não publicado no Brasil. Só importado, em inglês.
7 — The Tailor of Panama de John le Carré, original de 1997 Publicado no Brasil, en 1998, título, O alfaiate do Panamá, encontrado só em sebos.
8 — Fallout: The True Story of the CIA’s Secret War on Nuclear Trafficking de Catherine Collins e Douglas Frantz, original de 2011. Não publicado no Brasil. Só importado, em inglês.
9 — Agent Storm: My Life Inside al-Qaeda and the CIA de Morten Storm, publicado originalmente em 2014. Não publicado no Brasil. Só importado, em inglês.
10 — Agents of Innocence, de David Ignatius, original de 1987. Publicado no Brasil, em 1987 como O preço da inocência. Encontrado só em sebos.
Fonte: The Guardian
Figura recostada em duas peças nº 5, 1964
Henry Moore (GB, 1898-1986)
Bronze
Kenwood House Gardens, Londres
Vasilha apotecária, [albarello] 1375-1400
Valencia, Espanha
Cerâmica com decoração de banho de cobre, chamada lustro
Victoria & Albert Museum, Londres
A técnica do lustro para decoração foi iniciada no Iraque no século IX. Ceramistas usavam o lustro para fazer suas cerâmicas brilharem.
Primeiro a peça de cerâmica era feita normalmente (tanto vasilhas quanto azulejos) quando haviam esfriado, o desenho era então pintado por cima com um composto metálico. Depois então a peça voltava ao forno, dessa vez com restrição de oxigênio. Dessa maneira o composto metálico se separava deixando uma camada de cobre ou prata na superfícies da peça, que depois de polida essa camada então refletia a luz.
Essa técnica foi introduzida na Espanha vinda do Egito por volta do século XII. No século seguinte (XIII) a cidade de Málaga, dominada pelos muçulmanos, tornou-se um grande centro de produção dessa cerâmica. No século XIV, no entanto, depois da tomada da cidade pelos cristãos, Valência tomou o lugar de importância anteriormente liderado por Málaga. Os ceramistas continuaram, no entanto, a usar decorações tipicamente islâmicas, em bordas com desenhos abstratos ou que se assemelhassem à caligrafia árabe como nesse vaso.
Um casal e duas crianças dormindo na London Bridge, 1871
Gustave Doré (França, 1832-1883)
gravura, 19 x 24 cm
Berger Collection, Denver Art Museum
Pobreza, mísera peça,
soluços, pranto, ruína…
Té a palavra começa
por onde tudo termina.
(L.J. Soares de Macedo Fº)
John Dwight’s Fulham Pottery (Fulham, Inglaterra)
Grés, modelada a mão, vidrada a sal
Victoria & Albert Museum, Londres
Uma das mais antigas esculturas em cerâmica, encomendada pelo pai da menina que faleceu aos 6 anos no dia 3 de março de 1674. O pai fez o pedido para que se capturasse o seu retrato e assim pudesse perpetuar a memória da menina. Foi um gesto de grande dor e de luto dado pela família. Talvez tenha sido feita para uso caseiro, exibida dentro de casa, mas não se sabe exatamente a função dessa peça. Um trabalho extraordinário de escultura em cerâmica modelada.
Gerard ter Borgh (Holanda, 1617-1681)
óleo sobre tela, 45 x 33 cm
Wallace Collection, Londres
Marianne Stokes (Áustria, 1855-1927)
têmpera sobre painel de mogno, 41 x 34 cm
Tate Gallery, Londres
Menina sentada à escrivaninha, 1974
Henry Moore (Inglaterra, 1898–1986)
Litografia sobre papel, 13 x 13 cm
Tate Gallery, Londres



