Georges Lemmen (Bélgica, 1865-1916)
óleo sobre placa, 30 x 38 cm
Preparando-se para um pesadelo, 1859
Frederick Smallfield (Grã-Bretanha, 1829-1915)
Aquarela, 25 x 34 cm
Princesa Marie von Preußen numa cena em jardim romântico, 1838
Pintor alemão anônimo
Deutscher Kunstverlag Munique Berlim
Toby Wiggins (GB, contemporâneo)
óleo sobre tela, 80 x 50 cm
Coleção Particular
Raphael Montes
Em: “Escritores jovens”, Raphael Montes, O Globo, 21/10/2015, 2º caderno, página 8.
Retrato de Ambroise Vollard, 1949
Louis Valtat (França, 1869-1952)
Óleo sobre tela
Musée Léon Dierx, Saint-Denis, Île La Réunion.
Gabriele Munter (Alemanha, 1877-1962)
“Digo aos meus alunos que começam uma frase com “eu acho” que refaçam a questão quando puderem dizer “eu penso”. Porque, na filosofia, é da verdade que se trata. Não de opiniões. Opiniões desgarram, ancoram-se nas manias do sujeito. A verdade pede muita amorosidade e muito trabalho. Porque está escondida debaixo de uma montanha de opiniões “achadas”. Fica ali perdida. Até que o trabalho seja feito, com calma, demora e alegria, e ela possa aparecer. Às vezes nem é grande coisa: saber onde está a razão numa briga de vizinhos. Às vezes é uma coisa enorme: o bóson de Higgs, o vírus da AIDS. Não sabemos de antemão. É preciso paciência. Foucault deu ao seu último curso o lindo título de “A coragem da verdade”. Pois é isso mesmo.”
Em: “Tenho certeza. Eu acho”, Márcio Tavares D’Amaral, O Globo, 17/10/2015, 2º caderno, página 2.