Imagem de leitura — Alexander Roche

30 10 2016

 

 

alexander-roche-an-interruption-1884-canvas-46-x-68-5-private-collectionUma interrupção, 1884

Alexander Roche (Escócia, 1861-1921)

óleo sobre tela, 46 x 68 cm

Coleção Particular





Imagem de leitura — Carlton Alfred Smith

28 10 2016

 

 

carlton-alfred-smith-inglaterra-1853-1946mae-e-filha-lendo-um-livro-aquarela-20-x-32cm-1897Mãe e filha lendo um livro, 1897

Carlton Alfred Smith (Inglaterra, 1853-1946)

aquarela sobre papel, 20 x 32 cm





Palavras para lembrar — Thomas Carlyle

28 10 2016

 

 

arthur-wardle-r-i-r-b-c-gb-1864-1949no-regaco-do-luxo-osm-61-x-37-5-cmNo regaço do luxo

Arthur Wardle, R.I., R.B.C. (Inglaterra, 1864-1949)

óleo sobre madeira, 61 x 37 cm

 

 

“Um bom livro é a mais pura essência da alma humana.”

 

 

Thomas Carlyle

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Imagem de leitura — Allen Tucker

26 10 2016

 

 

allen-tucker-eua-1866-1939retrato-em-cinza-920ost-76-x-63cmRetrato em cinza, 1920

Allen Tucker (EUA, 1866-1939)

óleo sobre tela, 76 x 63 cm





Imagem de leitura — William Frederick Yeames

25 10 2016

 

 

wiliam-frederick-yeames-flores-do-dia-c-1900-inglaterra1835-1918Flores do dia, 1900

William Frederick Yeames (Inglaterra, 1835-1918)

óleo sobre tela, 35 x 45 cm

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Imagem de leitura — Willard Leroy Metcalf

24 10 2016

 

 

willard-leroy-metcalfeua-1858-1925-a-convalescente1904ostA convalescente, 1904

Willard Leroy Metcalf (EUA, 1858-1925)

óleo sobre tela

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Imagem de leitura — Edmond François Aman-Jean

23 10 2016

 

 

edmond-francois-aman-jean-1858-1936intimidadeIntimidade

Edmond François Aman-Jean (França, 1858-1936)

óleo sobre tela

Musée de la Chartreuse, Douai, Nord-Pas-de-Calais, França

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Resenha, “Meu nome é Lucy Barton” de Elizabeth Strout

21 10 2016

 

gabriele-munter_malade_galleryintell_artexDoente, 1917

Gabriele Münter (Alemanha, 1877-1962)

óleo sobre tela,

 

 

 

Com a recomendação do livro de Eizabeth Strout, veio o aviso: “a literatura mais realista de hoje“.  Realismo é uma dessas coisas que depende de quem vê. A mim, logo lembra o século XIX, Flaubert, Eça, Aluísio, Dreiser. Mas se esse é o realismo do nosso tempo, estamos fritos.  Porque é ralo.  Falta amor da autora aos personagens; talvez por isso sejam unidimensionais.

Quando no início do século passado o fluxo de consciência virou moda literária, passamos a fazer sentido de pensamentos independentes, sem óbvio nexo, que não obedecem a uma ordem, como os pequenos parágrafos, ímpares e desconexos, que o leitor encontra em Meu nome é Lucy Barton. Parecem notas de viagem. Pode até ser de uma viagem interna, pelo mundo dos sentimentos enrustidos, mas só esboçados. Elizabeth Strout  tem um estilo radicalmente simplificado,  minimalista na linguagem, e abusa da repetição de algumas expressões, para aparentemente promover uma pausa.

 

 

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Lucy Barton precisa ficar internada em um hospital por algumas semanas. Sua mãe que não a vê há muito tempo vem lhe fazer companhia. Lucy nutre uma ingênua esperança de se sentir amada, tentativa que se frustra.  No ir e vir do tempo temos memórias relâmpagos da infância, da vida em família de Lucy, assim como dos apertos por que passou numa vida em que a miséria batia à porta todos os dias.  Esse sofrimento, no entanto, é contado de maneira tão distante e tão entrecortado por outras lembranças que não há identificação do leitor ou da narradora com a vida passada.

 

 

elizabeth-stroutElizabeth Strout

 

 

Fica claro que Lucy não consegue se relacionar com os familiares mais próximos, e não apresenta qualquer habilidade para conectar-se com sua mãe. Difícil imaginar que a aprovação da mãe seja tão importante para ela, já que a distância entre as duas era tudo o que sempre conheceram. No todo, somos apresentados a uma família complexa, onde os membros têm dificuldade de lidar com sentimentos. São pessoas que não conseguem amar em plenitude e não se sentem amados.

O enredo de Meu nome é Lucy Barton é auto reflexivo. Lucy Barton ensaia ser escritora, ter seu manuscrito publicado.  Para isso procura se aperfeiçoar seguindo os ensinamentos de  uma escritora famosa de quem gosta: Sarah Payne. O manuscrito que ela dá a Sarah para ler parece ser exatamente o livro que nós leitores estamos lendo. E é  Sarah Payne, quem, portanto, define para o leitor a essência da história que ele está lendo: “É a história de uma mãe que ama a filha. De forma imperfeita. Porque todos nós amamos de forma imperfeita.“[87] Lucy procura achar respostas na imagem do espelho.  Ou seria Elizabeth Strout quem procura? Será que como num espelho tudo não passa de uma reflexão do que está deixado para trás? Acho que Elizabeth Strout teve uma ideia interessante, mas que ainda não foi dessa vez que conseguiu executá-la com maestria. E questiono o rótulo de realismo.

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Imagem de leitura — Yamashita Shintaro

18 10 2016

 

 

yamashita-shintaro-mulher-lendo-1907-ostMulher lendo, 1907

Yamashita Shintaro (Japão, 1881 – 1966)

óleo sobre tela

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Imagem de leitura — Aaron Shikler

17 10 2016

 

 

aaron-shikler-eua-1922-2005-leitora-1992-ostLeitora, 1992

Aaron Shikler (EUA, 1922-2005)

técnica mista

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