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Morgan Weistling (EUA, contemporary)
óleo sobre tela, 60 x 45 cm
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Morgan Weisting, contemporary American painter.
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Morgan Weistling (EUA, contemporary)
óleo sobre tela, 60 x 45 cm
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Morgan Weisting, contemporary American painter.
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Suwannee Sarakana( Tailândia, contemporânea)
óleo sobre tela
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Suwanee Sarakana é uma pintora tailandesa de 35 anos que passa os meses de verão no estado de Oregon nos Estados Unidos, vem daí grande parte da unfluência ocidental no trabalho dessa artista. Formada pela Universidade de Silpakorn em Bangkok, Suwannee tem uma longa lista de exposições intenacionais no Extremo Oriente, na Europa e nos Estados Unidos.
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Albert von Keller (Suiça, 1844-1920)
óleo sobre tela
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Allbert von Keller nasceu em Gais, na Suiça em 1844. Estudou na Academia de Belas Artes de Munique, na Alemanha, com Lenbach e Ramberg. Depois viajou por diversos países europeus para estudar outros mestres, entre eles esteve na Itália, na Holanda, na Inglaterra e na França onde permaneceu por um longo período. Seu estilo sofreu grande influência francesa tanto na maneira de pintar da Belle Époque assim como nos temas de pintura. Albert von Keller especializou-se na pintura de gênero e no retrato. Faleceu em 1920.
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Georg Pauli (Suécia, 1855-1935)
óleo
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Paul Valéry
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O livro de histórias das crianças, s/d
Sophie Anderson (Inglaterra, 1823-1903)
óleo sobre tela
Birmingham Museums & Art Gallery
Inglaterra
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Sophie Gengembre Anderson foi uma pintora inglesa, nascida na França em 1823, que se especializou em pintura de gênero e em particular pintura de crianças e mulheres de vida rural. Filha de pai francês e mãe inglesa, Sophie Anderson morou nos Estados Unidos quando a família saiu da França fugindo da revolução de 1848. Nos EUA morou em Ohio e na Pansilvênia onde encontrou pela primeira vez seu futuro marido o pintor inglês Walter Anderson. Voltou permanentemente para a Inglaterra em 1894. Faleceu em Cornwall em 1903.
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Don Hatfield (EUA, 1947)
óleo sobre tela
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Don Hatfield nasceu em Long Beach, na Califórnia em 1947. Antes de se dedicar à pintura estudou filosofia, teologia e letras, até estudar com o retratista Charles Cross, quando descobriu seu talento para a pintura. Desde então, inspirado por muitos dos pintores impressionistas americanos, Don Hatfield tem-se dedicado às artes visuais com grande sucesso.
Para mais informações: http://www.thegallerie.com
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Ilustração para conto de fadas, 1903
Helen Stratton (Inglaterra, ativa entre 1891-1925)
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Helen Stratton foi uma pintora inglesa retratista e trabalhou também como destacada ilustradora de livros, principalmente por suas ilustração dos Contos de Fadas de Andersen. Trabalhou em Londres.
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Dina Babbitt ( República Checa 1923- EUA 2009)
óleo sobre tela
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Sim, dou livros de presente de Natal. Talvez seja porque não consigo imaginar a vida sem eles. Também acho que o livro certo para a pessoa certa faz milagres. Para presente, se não sei especificamente o gosto ou o desejo do presenteado, prefiro dar livros que abram portas além dos best-sellers. Livros que:
1 – possam ser lidos tanto por homens como por mulheres
2 – que sejam bem escritos.
3 – que surpreendam
A minha lista de recomendações este ano é pequena mas excelente!
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O sapateiro judeu Max Kutner é convocado para trabalhar na censura postal do regime Vargas, traduzindo cartas do iídiche para o português em busca de subversivos. Enquanto lida com o peso na consciência, Max se apaixona por uma desconhecida através de suas cartas e, determinado a encontrá-la, descobre mais do que pretendia – inclusive sobre si mesmo.
Editora: Record: 2010, ISBN: 8501091146, Páginas: 272
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Num cenário de subúrbio, onde a noite reclama o seu território e os fantasmas reivindicam o seu espaço, um taxista viúvo que não consegue superar a perda da mulher, um médico desiludido, uma cientista anciã e uma belíssima prostituta africana sedenta de vida cruzam os seus caminhos, para nos obsequiarem com uma visita guiada ao mundo vertiginoso e convulso que cada um encerra dentro de si. Mas esta não é uma história de horrores, é antes uma fábula de sobreviventes, de quatro personagens que reúnem todos os elementos necessários para serem considerados uns desgraçados, que se movem nos mundos limítrofes à máfia, ao tráfico de mulheres brancas, e a universos virtuais como Second Life, mas que conseguem encontrar um apoio que lhes permite a remição e a saída das trevas que os mantinham prisioneiros.
Editora Nova Fronteira: 2011, ISBN: 9788520926567 Páginas: 288
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Malgudi é uma efervescente pequena cidade no Sul da Índia, onde se respira a força da cultura tradicional indiana unida ao anseio de integração no mundo moderno e global, um lugar em que palavras como ética, democracia, liberdade sexual e igualdade entre os sexos, individualismo e bem comum não só têm importância e sentido, como não estão necessariamente em conflito com a tradição. Um fio percorre e conecta a vida de uma inteira comunidade – são os letreiros de Raman. Do advogado ao comerciante, do sacerdote ao charlatão, é a escrita que os une. Raman prepara os letreiros no seu ateliê de fundo de quintal, onde vive sozinho com a tia, numa casa à beira do rio. Durante as solitárias leituras vespertinas ou pedalando a bicicleta a serviço dos fregueses e à caça de novos clientes, sua imaginação prevalece e torna incoerentes as convicções e certezas que defende e apregoa, fazendo-o cair em frequentes contradições, que geram situações embaraçosas e hilariantes ao mesmo tempo. Porém este equilíbrio na rotina metódica do pintor de letreiros é rompido com a chegada de uma forasteira. Idealista e determinada, ela contrata os seus serviços e o envolve numa viagem cheia de aventuras pela zona rural. Durante o percurso, Raman realiza uma dupla travessia – a atribulada viagem num carro-de-boi e o mergulho insidioso pelos meandros da paixão carnal e do romantismo.
Editora: Guarda-Chuva: 2011, ISBN: 9788599537190 Páginas: 252
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Se existe algo que a srta. Beatrice Hempel acredita é que ela é uma terrível professora. Para tentar reverter esse quadro, a jovem faz de tudo um pouco. Libera os alunos cinco minutos mais cedo às sextas-feiras, começa o ano sempre lendo um livro que fala sobre o quanto os pais podem ser malvados com os filhos e faz de conta que não ouve quando os alunos falam mal dos outros professores. Ela não poderia estar mais equivocada, como se percebe ao longo da leitura de O aprendizado da srta. Beatrice Hempel – Diário de uma jovem professora, finalista do PEN/Faulkner Award em 2009. Os alunos adoram a professora criada por Sarah Shun-Lien Bynum, uma das 20 melhores ficcionistas norte-americanas da atualidade, segundo a prestigiada revista New Yorker. Afinal, que outro professor seria capaz de oferecer à sétima série aquele livro de Tobias Wolff, repleto de palavrões? Nem mesmo os pré-adolescentes sentiram-se confortáveis no início. Porém, como os próprios pais e mães observaram na reunião de pais, havia muito tempo que os alunos não liam um livro de forma tão voraz – se é que alguma vez isso havia ocorrido. A própria Beatrice Hempel tinha uma atração especial por palavrões. Em casa, o pai a proibia terminantemente de dizê-los. Como descreve a autora, ela até desejou um dia se tornar uma pessoa de boca imunda, mas não teve muito sucesso. Ao longo das páginas, a jovem professora vai relatando situações aparentemente corriqueiras da escola, enquanto recupera aqui e ali lembranças de sua própria infância. Reflete que na escola as crianças são livres para ser o que bem quiserem e sonhar com o futuro que acharem mais interessante. Beatrice Hempel lembra-se de quando ela mesma frequentava o colégio: “O maravilhoso na escola é isso, quando você vai bem no teste de matemática, pode um dia vir a trabalhar na Nasa, se o diretor do coral pede para que você cante um solo, já se imagina a Mariah Carey…” Enquanto acompanha pequenas conquistas dos alunos dia a dia e algumas dela mesma, a protagonista revela ao leitor alguns dos acontecimentos de seu passado, não apenas as interações com o pai, mas seus relacionamentos amorosos e mesmo relacionamentos com seus alunos, a quem normalmente trata com a reserva e distância que os papéis de ambos sugerem. A partir dessas pequenas histórias, a autora vai apresentando o caminho de transição percorrido por Beatrice Hempel desde as inseguranças do início da carreira até atingir a maturidade. Sarah Shun-Lien Bynum divide os relatos em oito capítulos, escritos de forma elegante e disciplinada, talvez como a própria Beatrice Hempel faria, caso ela se sentisse confortável escrevendo pareceres – especialmente aqueles sobre o comportamento e a evolução de seus alunos. A autora constrói assim um romance delicado, mas que reflete a complexidade e as nuances dos sentimentos e das relações humanas.
Editora: Rocco: 2011, ISBN: 9788532527011 Páginas: 192