Imagem de leitura — Flavien-Louis Peslin

22 07 2023

Retrato de uma jovem bretã, 1885

Flavien-Louis Peslin  (França, 1847–1905)

óleo sobre tela

Musée des Beaux-Arts de Vannes





Leitura é mágica…

20 07 2023
Ilustração, Christian Schloe




Imagem de leitura: Angelo Morbelli

18 07 2023

A primeira carta, 1890

Angelo Morbelli (Itália, 1853-1919)

óleo sobre tela

Coleção Particular, Milão





Em casa: Derek Harrison

16 07 2023

Momentos de silêncio

Derek Harrison (EUA, contemporâneo)

óleo sobre tela, 30 x 40 cm





Imagem de leitura — Sophia Oshodin

14 07 2023

Lugar seguro

Sophia Oshodin (contemporânea, baseada em Londres)

acrílica sobre tela, 61 x 76 cm





Imagem de leitura — Porfiry Krylov

4 07 2023

Esposa do artista, Elena Kylova, na varanda em Gurzuf, 1954

Porfiry Krylov (Rússia, 1902-1990)

óleo sobre tela

Museu Porfiry Krylov, Tula, Rússia





Sublinhando…

27 06 2023

A leitora

Catherine Solier (França, 1958)

técnica mista sobre papel, 76 x 101 cm

 

 

Sempre que me falavam de meu avô, começavam dizendo que ele “não sabia ler nem escrever”, como se sua vida e sua personalidade não pudessem ser compreendidas sem essa informação básica.

 

Em: O lugar, Annie Ernaux, tradução Marília Garcia, São Paulo, Fósforo: 2021





Imagem de leitura — Federico Cortese

26 06 2023

Com intenção de leitura

Federico Cortese (Itália, 1971)

óleo sobre tela, 80 x 120 cm





Imagem de leitura — David Milne

19 06 2023

Cadeira de  balanço azul, 1914

David Milne (Canadá, 1882-1953)

óleo sobre tela,  50 x 50 cm

Art Gallery de Ontário





Sublinhando …

19 06 2023

Leitora

Hélène Beland (Canadá,  1949)

óleo sobre tela, 120 x 120 cm

 

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“Para quem se beneficia das indulgências da vida, a obrigação de rigor na consideração da beleza é inegociável. A língua, essa riqueza do homem, e seus usos, essa elaboração da comunidade social, são obras sagradas. Que evoluam com o tempo, se transformem, se esqueçam e renasçam, enquanto, por vezes, sua transgressão torna-se fonte de uma fecundidade maior, nada  muda o fato de que, para praticar com elas esse direito ao jogo e à mudança, é necessário, previamente, ter-lhe declarado plena submissão. Os eleitos da sociedade, esses que o destino isenta das servidões que são o quinhão do pobre, têm, portanto, a dupla missão de adorar e respeitar o esplendor da língua. Por último, que uma Sabine Pallière faça mau uso da pontuação é uma blasfêmia tanto mais grave na medida em que, ao mesmo tempo, poetas maravilhosos nascidos em barracos fedorentos ou em subúrbios que parecem lixões têm por ela essa sagrada reverência que é devida à Beleza.”

Em: A elegância do ouriço, Muriel Barbery, tradução de Rosa Freire d’Aguiar, São Paulo, Cia das Letras: 2008, p. 117

 

 


Nota:  Há poucos livros que releio.  Precisam ter conteúdo mais denso, ter agradado pelo prazer da escrita, ter ideias que possam ser pensadas, discutidas, conversadas.  Fiz neste mês que passou a terceira leitura de A elegância do ouriço e continua, para mim, excelente no contar de uma história e levantar questões por que passamos todos os dias sem nos deter.  Recomendo a leitura.