Imagem de leitura — Edilson Elio Barbosa

25 03 2012

Cena de interior, s/d

Edilson Elio Barbosa ( Brasil, 1965)

óleo sobre tela

www.anap.art.br/eebarbosa/

Edilson Elio Barbosa nasceu no Brasil em 1965.  Pinta desde os 12 anos de idade.





Palavras para lembrar — Anônimo

24 03 2012

Leitor com cão, s/d

Kim Roberti (EUA, contemporânea)

óleo

Kim Roberti

“Qualquer pessoa que diga que tem uma única vida para viver não deve saber como ler um livro”.

Anônimo





Imagem de leitura — Raymond Leech

24 03 2012

Só uma rosa no Café Rosa, s/d

Raymond Leech ( Grã-Bretranha, 1949)

Raymond Leech nasceu em Great Yarmouth, na East Anglia, em 1949.  Passou  sua infância à beira-mar.  Ele foi influenciado para assumir uma carreira artística por seu pai, que lhe ensinou a desenhar.  Apesar de ter feito um curso de artes  gráficas numa faculdade local, Raymond Leech considera-se um artista autodidata.   Começou trabalhando em design gráfico, mas a demanda por  sua arte original, cópias e cartazes ficou tão grande que ele acabou por tomar  a decisão de ocupar  todo o seu tempo com a pintura.  Trabalha em óleo, aquarela e pastel  e dedica-se principalmente à pintura de gênero.





Palavras para lembrar — Joe Ryan

23 03 2012

Um bom livro,  s/d

Mona Hopton Bell ( Inglaterra, período de atividade 1903-1920)

Óleo sobre tela

Bonham’s Auction House

“Não há nada melhor que se enroscar com um livro quando há um conserto a ser feito em casa”. 

Joe Ryan





Palavras para lembrar — W.E. Channing

21 03 2012

Garota de cinza, 1939

Louis le Brocquy (Irlanda, 1916)

óleo sobre tela, 93 x 93 cm

Hull Museums & Art Gallery

“Graças a Deus pelos livros!  Eles são a voz dos ausentes e dos mortos e nos fazem herdeiros da vida espiritual das eras passadas.”

W.E. Channing





Imagem de leitura — Tranquillo Cremona

20 03 2012

Repassando a lição, 1876-77

Tranquillo Cremona (Itália, 1837-1878)

aquarela e guache sobre papel, 51×30 cm

Coleção Carlo Lamberti, Milão

Tranquillo Cremona nasceu em Pávia em 1837.  Depois dos estudos de pintura, ele  se entrega ao movimento chamado de “Scapigliatura” de Milão — estilo que dominou as artes: pintura, escultura, poesia e se expandiu para o lado político, incluindo revolucinários anarquistas.  Eram todos partidários de que a paixão seria o meio de quebrar a fachada da respeitabilidade da sociedade milanesa do século XIX.  O movimento que durou aproximadamente 20 anos ( 1860 e-1880) tentava trazer à superfície, à flor da pele, toda a energia escondida sob as boas maneiras.  É considerado o último movimento romântico do século XIX na Itália.  Diferente dos outros pintores de sua época, ele se concentrou exclusivamente na pintura do ser humano.  Não fez paisagens, nem pintura histórica e ainda desenvolveu um estilo que favorecia a percepção da falta de precisão no traço, o “embaçado” na pintura.  Morreu aos 41 anos, em 1878, em Milão envenenado pelo chumbo das tintas que usava diariamente.





Palavras para lembrar — Charles Kingsley

19 03 2012

Na varanda, 1886

[Retrato de Rebecka Nathanson-Kempff]

Eva Bonnier (Suécia, 1857-1909)

óleo sobre tela

“Com exceção de um homem vivo não há nada mais maravilhoso do que um livro!  Uma mensagem para nós vinda dos mortos, — de almas humanas de quem nunca vimos, que talvez tenham vivido longe por milhares de milhas, nos falam, nos ensinam, nos confortam e abrem seus corações para nós como irmãos”.

Charles Kingsley





Imagem de leitura — Johanne Thomas

19 03 2012

Leitora, s/d

Johanne Thomas (Canadá, contemporânea)

óleo sobre tela

www.johannethoms.ca





Biblioteca, poema de P. Carlos de Araújo

18 03 2012

Mulher lendo, s/d

Mary Azarian (EUA, contemporânea)

xilogravura policromada

Biblioteca

P. Carlos de Araújo

Desconfio da biblioteca organizada

os livros encadernados

arrumados competentemente

enfileirados como soldados em ordem-unida

vestindo uniforme de gala

de belas letras douradas

ou alto-relevo.

Meus livros são caprichosos

e também ciumentos.

Gostam de brincar

de esconde-esconde

dentro das estantes.

Meus livros são bagunçados.

Me ajudam quando os procuro;

mas, às vezes, se escondem

em meio aos papéis

no fundo das gavetas

no recesso dos armários,

desaparecem sem deixar vestígio

e assim ficam dias e dias

até que se cansam da brincadeira

e me procuram alegremente

dando-me todas as informações.

Em: O inimigo oculto, P. Carlos de Araújo, Rio de Janeiro, Ed. Gávea: 1988.





Palavras para lembrar — Judah Ibn Tibbon

18 03 2012

Um cômodo em Nova York, 1932

Edward B. Hopper (EUA, 1882-1967)

óleo sobre tela

Sheldon Memorial Art Gallery and Sculpture Garden, University of Nebraska-Lincoln.

“Deixe suas estantes e prateleiras serem seus jardins e terrenos de prazer.  Retire a fruta que ali cresce, colha as rosas, os condimentos, e a mirra”.

Judah Ibn Tibbon