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Menina lendo no seu quarto, antes de 1936
Emil Karl Rau ( Alemanha, 1858-1937)
óleo sobre tela, 76 x 55 cm
“Cada uma de nossas leituras deixa um grão que germina.”
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Jules Renard
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Menina lendo no seu quarto, antes de 1936
Emil Karl Rau ( Alemanha, 1858-1937)
óleo sobre tela, 76 x 55 cm
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Jules Renard
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Adrian Moreau (França, 1846 – 1906)
aquarela e guache sobre papel, 37 x 27 cm
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Adrien Moreau nasceu em Troyes,na França em 1843. Foi aluno de Isadore Pils. Inicialmente dedicou-se à pintura histórica, a cenas de gêneros de outras eras. Teve bastante sucesso durante sua carreira, suas obras sendo colecionadas por muitos. Trabalhou também como ilustrador: Candide de Voltaire, em 1893, The Secreto of Saint Louis, de E. Moreau em 1899 são exemplos de seu trabalho como ilustrador. Morreu em 1906.
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Retrato do jovem Oskar Fraenkel, 1898
Ignace Spiridon (Itália, 1860-1900)
óleo sobre tela
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Alphonse de Lamartine
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Moça lendo, III
Clay Olmstead ( EUA, contemporâneo)
sem indicação de mídia, 61 x 71 cm
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Leitura, 2005
Maria Sherbinina (Rússia, 1965)
óleo sobre tela, 72 x 80 cm
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James Russell Lowell
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Moça lendo no sofá, 1925
Oscar Pereira da Silva ( Brasil, 1867-1939)
óleo sobre tela, 14,5 x 53 cm
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Oscar Pereira da Silva nasceu em 1867, em São Fidélis no estado do Rio de Janeiro. Descobriu seu talento para o desenho desde de cedo e em 1882 começou seus estudos na Academia Imperial de Belas Artes, na cidade do Rio de Janeiro. Foi aluno entre outros de Zeferino da Costa e Vítor Meireles. Ganhou o prêmio de viagem à Europa em 1887. Estabelece-se emParis onde aprimora seus conhecimentos como pintor histórico. dedica-se também à pintura de gênero. Foi o pintor responsável por três painéis no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi professor do Liceu de Artes e Ofícios em São Paulo. Faleceu em São Paulo em 1939.
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Homem sentado no tronco de árvore, 1895
Károly Ferenczy (Hungria, 1862-1917)
óleo sobre papelão, 62 x 77 cm
Galeria Nacional da Hungria, Budapeste.
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Lin Yutang
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Uma leitura tranquila, observando Metcalf, 2011
George Van Hook (EUA, 1954)
óleo sobre tela, 51 x 61 cm
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George Van Hook nasceu em 1954 no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Sempre apreciou a pintura impressionista. Estudou pintura, formando-se pela Humboldt State University. Passou um ano viajando na Europa onde estudou a pintura de mestres europeus. Ao retornar estabeleceu-se na Califórnia, até casar e formar uma família. Hoje mora e mantem seu estúdio em Cambridge, NY, próximo a Albany.
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Monge franciscano lendo, 1661
Rembrandt Harmenszoon van Rijn (Holanda, 1606- 1669)
Óleo sobre tela, 82 x 66 cm
Museu de Arte Sinebrychoff, Helsinque, Finlândia
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“A porta abriu-se sem ruído. Ele entrou, e a porta fechou-se de novo, silenciosamente.
O lugar em que o venerando religioso acabava de penetrar, era uma triste cela, sombria e espaçosa, com uma janela gradeada e fechada, e apenas frouxamente esclarecida por uma clarabóia do teto. As paredes, nuas de alto a baixo, tinham uma cor sinistra de osso velho. Em uma delas havia um grande nicho com a imagem da Virgem da Conceição, quase de tamanho natural; a um dos cantos, uma negra estante toscamente feita, pejada de grossos alfarrábios amarelecidos pelo tempo; no centro, uma mesa de madeira escura com um breviário em cima, ao lado de uma candeia de azeite, um pedaço de pão duro e um cilício cru; junto à mesa, um banco de pau”.
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Em: A mortalha de Alzira, Aluísio de Azevedo, publicado pela 1ª vez em 1892, primeiro capítulo, em domínio público.
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Retrato da pintora Julia Beck, 1882
Richard Bergh Malningen (Suécia, 1858-1919 )
óleo sobre tela
Museu Nacional da Suécia, Estocolmo
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No início de fevereiro fiz uma postagem sobre o novo livro de David Shields em que ele discursa sobre o valor da literatura [Qual é o valor da leitura literária?] e minha amiga Nanci, que muito me prestigia lendo com atenção este blog, lembrou que na minha postagem eu havia me esquivado de responder à pergunta título. Pedi a ela um tempinho para responder. Chegou a hora da verdade. Não há uma única resposta. São muitas, assim como muitas fui e sou. A cada fase da vida a leitura literária teve uma ou mais funções.
Livros sempre fizeram parte da minha vida. Cresci numa família de leitores. Não só meus pais eram leitores, mas tios e avós também. Desse modo posso dizer que fui programada para fazer da leitura um hábito para a vida toda. Ponderei sobre a questão e acho que encontrei o meu fio da meada: a leitura literária me permite conhecer o outro, aquele diferente de mim.