Palavras para lembrar — Jules Renard

6 04 2013

Emil Rau

Menina lendo no seu quarto, antes de 1936

Emil Karl Rau ( Alemanha, 1858-1937)

óleo sobre tela,  76 x 55 cm

“Cada uma de nossas leituras deixa um grão que germina.”

Jules Renard





Imagem de leitura — Adrien Moreau

2 04 2013

Adrian Moreau (França 1846-1906), No parque,ostNo parque, s/d

Adrian Moreau (França, 1846 – 1906)

aquarela e guache sobre papel, 37 x 27 cm

Adrien Moreau nasceu em Troyes,na França em 1843.  Foi aluno de Isadore Pils. Inicialmente dedicou-se à pintura histórica, a cenas de gêneros de outras eras. Teve bastante sucesso durante sua carreira, suas obras sendo colecionadas por muitos.  Trabalhou também como ilustrador: Candide de Voltaire, em 1893, The Secreto of Saint Louis, de E. Moreau em 1899 são exemplos de seu trabalho como ilustrador.  Morreu em 1906.





Palavras para lembrar — Alphonse de Lamartine

1 04 2013

Ignace_Spiridon_Portrait_des_jungen_Oskar_Fraenkel_1898

Retrato do jovem Oskar Fraenkel, 1898

Ignace Spiridon (Itália, 1860-1900)

óleo sobre tela

“Todas as grandes leituras marcam uma data na vida”.

Alphonse de Lamartine

 

 





Imagem de leitura — Clay Olmstead

30 03 2013

Clay Olmstead

Moça lendo, III

Clay Olmstead ( EUA, contemporâneo)

sem indicação de mídia, 61 x 71 cm

www.clayolmstead.com





Palavras para lembrar — James Russell Lowell

26 03 2013

Maria Sherbinina (Moscou, Russia, 1965)

Leitura, 2005

Maria Sherbinina (Rússia, 1965)

óleo sobre tela, 72 x 80 cm

Maria Sherbinina

“Livros são como abelhas que levam o pólen da vida de uma mente para a outra.”


James Russell Lowell





Imagem de leitura — Oscar Pereira da Silva

25 03 2013

Oscar Pereira da Silva,Moça lendo no sofá, ost, 1925, 14,5 x 53 cm.

Moça lendo no sofá, 1925

Oscar Pereira da Silva ( Brasil, 1867-1939)

óleo sobre tela, 14,5 x 53 cm

Oscar Pereira da Silva nasceu em 1867, em São Fidélis no estado do Rio de Janeiro. Descobriu seu talento para o desenho desde de cedo e em 1882 começou seus estudos na Academia Imperial de Belas Artes, na cidade do Rio de Janeiro. Foi aluno entre outros de Zeferino da Costa e Vítor Meireles.  Ganhou o prêmio de viagem à Europa em 1887. Estabelece-se emParis onde aprimora seus conhecimentos como pintor histórico. dedica-se também à pintura de gênero.  Foi o pintor responsável por três painéis no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi professor do Liceu de Artes e Ofícios em São Paulo.  Faleceu em São Paulo em 1939.





Palavras para lembrar — Lin Yutang

18 03 2013

Károly Ferenczy, Man Sitting on a Log (1895, Hungarian National Gallery, 1895)

Homem sentado no tronco de árvore, 1895

Károly Ferenczy (Hungria, 1862-1917)

óleo sobre papelão, 62 x 77 cm

Galeria Nacional da Hungria, Budapeste.

“O homem sábio lê tanto livros quanto a vida em si”.


Lin Yutang





Imagem de leitura — George Van Hook

15 03 2013

George Van Hook Looking at Metcalf 2011.

Uma leitura tranquila, observando Metcalf, 2011

George Van Hook (EUA, 1954)

óleo sobre tela, 51 x 61 cm

George Van Hook

George Van Hook nasceu em 1954  no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos.  Sempre apreciou a pintura impressionista.  Estudou pintura, formando-se pela Humboldt State University.  Passou um ano viajando na Europa onde estudou a pintura de mestres europeus.  Ao retornar estabeleceu-se na Califórnia, até casar e  formar uma família.  Hoje mora e mantem seu estúdio em Cambridge, NY, próximo a Albany.





A cela do religioso, texto de Aluísio de Azevedo

5 03 2013

64newtes

Monge franciscano lendo, 1661

Rembrandt Harmenszoon van Rijn (Holanda, 1606- 1669)

Óleo sobre tela, 82 x 66 cm

Museu de Arte Sinebrychoff, Helsinque, Finlândia

“A porta abriu-se sem ruído. Ele entrou, e a porta fechou-se de novo, silenciosamente.

O lugar em que o venerando religioso acabava de penetrar, era uma triste cela, sombria e espaçosa, com uma janela gradeada e fechada, e apenas frouxamente esclarecida por uma clarabóia do teto. As paredes, nuas de alto a baixo, tinham uma cor sinistra de osso velho. Em uma delas havia um grande nicho com a imagem da Virgem da Conceição, quase de tamanho natural; a um dos cantos, uma negra estante toscamente feita, pejada de grossos alfarrábios amarelecidos pelo tempo; no centro, uma mesa de madeira escura com um breviário em cima, ao lado de uma candeia de azeite, um pedaço de pão duro e um cilício cru; junto à mesa, um banco de pau”. 

Em: A mortalha de Alzira, Aluísio de Azevedo, publicado pela 1ª vez em 1892, primeiro capítulo, em domínio público.





Conhecer o outro é o que a leitura me permite

2 03 2013

julia-beck-self-portrait-1882

Retrato da pintora Julia Beck, 1882

Richard Bergh Malningen (Suécia, 1858-1919 )

óleo sobre tela

Museu Nacional da Suécia, Estocolmo

No início de fevereiro fiz uma postagem sobre o novo livro de David Shields em que ele discursa sobre o valor da literatura [Qual é o valor da leitura literária?] e minha amiga Nanci, que muito me prestigia lendo com atenção este blog, lembrou que na minha postagem eu havia me esquivado de responder à pergunta título.  Pedi a ela um tempinho para responder.  Chegou a hora da verdade.  Não há uma única resposta.  São muitas, assim como muitas fui e sou. A cada fase da vida a leitura literária teve uma ou mais funções.

Livros sempre fizeram parte da minha vida.  Cresci numa família de leitores. Não só meus pais eram leitores, mas tios e avós também.  Desse modo posso dizer que fui programada para fazer da leitura um hábito para a vida toda.  Ponderei sobre a questão e acho que encontrei o meu fio da meada: a leitura literária me permite conhecer o outro, aquele diferente de mim.