Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

29 07 2015

 

 

Antônio_Rafael_Pinto_Bandeira_-_Natureza-morta,_1892Natureza morta, 1892

Antônio Rafael Pinto Bandeira (Brasil, 1863-1896)

óleo sobre tela, 55 x 63 cm

Museu Afro Brasil, São Paulo





Flores para um sábado perfeito!

25 07 2015

 

Cid Serra Negra - Vaso com flores - oleoseucatex - med 77 x 63 cm - acieVaso com flores

Cid Serra Negra (Brasil, 1924)

óleo sobre eucatex, 77 x 63 cm





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

20 07 2015

 

 

circo, treinando cachorrinho, Corinne MalvernIlustração Corinne Malvern.

 

 

“Na vida é assim: uns armam o circo, outros batem palmas.”




Nossas cidades — São Manuel

20 07 2015

 

 

Alcides Ortolan, Igreja da Matriz em São Manuel, SP, 1983, ostIgreja da Matriz em São Manuel, 1983

Alcides Ortolan (Brasil, ?-?)

óleo sobre tela,





Domingo, um passeio no campo!

19 07 2015

 

VIRGILIO LOPES RODRIGUES  Paisagem  óleo sobre tela, 60 x 81 cm.Paisagem, s.d.

Virgílio Lopes Rodrigues (Brasil, 1863-1944)

óleo sobre tela, 60 x 81 cm





A lanterna mágica, poesia de Cassiano Ricardo

14 07 2015

 

 

vagalumes e criança

 

A lanterna mágica

 

Cassiano Ricardo

 

 

E foi

tão grande o seu desespero

na encruzilhada

e a noite era tão escura

na floresta e nos campos,

que o próprio Currupira

ficou com pena

e lhe arranjou uma lanterna

de pirilampos.

 

“Pouco importa

que a noite seja escura,

porque foi apanhar água

no ribeirão

e quebrou seu pote branco

numa pedra do barranco

fazendo essa escuridão.

 

Vá por aqui, direitinho,

com esta lanterna

na mão, alumiando o caminho…

e você encontrará o que procura!”

 

E ele saiu pelo sertão,

procurando o sol da Terra

com uma lanterna de pirilampos

na mão.

 

 

Em: Martim Cererê, Cassiano Ricardo, Rio de Janeiro, José Olympio: 1974, 13ª edição, p. 76.





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

10 07 2015

 

 

caçador, waltercraneCaçador, ilustração de Walter Crane.

 

 

“Falar sem pensar é atirar sem apontar.”




Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

8 07 2015

 

ESTEVÃO SILVA (1844-1891). Mangas, Pitangas e Folhagens sobre a mesa, óleo s tela, 34 X 43. Assinado e datado (1887) no c.s.e.Mangas, pitangas e folhagem sobre a mesa, 1887

Estevão Silva (Brasil, 1844-1891)

óleo sobre tela, 34 x 43 cm





Hábitos milenares trazidos pelos portugueses!

7 07 2015

 

 

192b04902f59d3ba9e9d9cbd82bed264A travessia de Caronte, 1919
José Banlliure y Gil (Espanha, 1855-1937)
Óleo sobre tela , 176 x 103 cm
Museu de Belas Artes de Valencia, Espanha

 

 

“Ainda persiste o hábito nas pequenas cidades do interior de colocar moedas nos olhos dos defuntos sob o pretexto de manter suas pálpebras cerradas.

O costume foi herdado dos portugueses, nos tempos coloniais, e mudou com o correr dos anos. Primitivamente se colocava um pão e uma moeda debaixo da cabeça do morto.

O pão era para mostrar que não morrera de fome. O dinheiro para entregar a São Pedro, a fim de que abrisse as portas do céu.

Os portugueses não tiraram essa superstição do nada. Veio dos gregos que acreditavam em um rio subterrâneo, separando o mundo dos vivos do mundo do além. Um cão de três cabeças, Cérbero, guardava a porta do reino da morte.

Os gregos punham moedas na boca do defunto e um bolo nas suas mãos. As moedas serviam para pagar Caronte, o barqueiro que fazia a travessia do rio. O bolo era para acalmar a fúria de Cérbero.

Como a corrupção é tão antiga quanto o homem, as famílias mais ricas enchiam a boca do finado de moedas, na suposição de que Caronte o faria passar antes dos demais defuntos.

Com o correr dos tempos, a religião dos gregos, povoada de deuses e deusas muito humanos, foi cedendo lugar a outras crenças. Mas as superstições ficaram, com algumas modificações no ritual e profunda transformação nas justificativas.”

 

Em: Notas curiosas da espécie humana, Jayme Copstein, Porto Alegre, Editora AGE:2002, p.108





Berço, poesia de Stella Leonardos

7 07 2015

 

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Berço

 

Stella Leonardos

 

 

Foi vime que nasce à toa

Debruçado na lagoa,

Colhido de manhã cedo.

Já viu garça azul que voa,

Já viu rastro de canoa,

Já escutou vento e arvoredo.

Por isso a fragrância boa,

Esse cheiro de segredo.

 

 

Em: Pedaço de Madrugada, Stella Leonardos, Rio de Janeiro, Livraria São José:1956, p.11