Da janela vê-se o Corcovado…

27 02 2026

Mosteiro de São Bento, 2007

Fernando Gomes (Brasil, 1960)

óleo sobre tela, 35 x 27 cm





Da janela vê-se o Corcovado…

20 02 2026

Paisagem com casario em Santa Teresa, 1965

Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)

óleo sobre tela, 61 X 73 cm





Quarta-feira de Cinzas com Goya

18 02 2026

Enterro da Sardinha, 1812-14

Francisco Goya (Espanha, 1746-1828)

óleo sobre madeira, 83 x 52 cm

Real Academia de Belas Artes de San Fernando 

 

O enterro da sardinha retrata uma festa espanhola, bastante caótica, que simboliza o enterro dos excessos do passado e o início das tradicionais restrições de jejum da Quaresma. 

Trata-se de uma procissão funerária, jocosa, para o enterro de um peixe.  Goya retrata um grupo de pessoas mascaradas, numa procissão caótica, com os últimos foliões, que carregam uma bandeira escura, com a figura do Rei Momo, rindo. 

Acredita-se que essa celebração tenha surgido em Madri, durante o século XVIII, quando a corte encomendou peixes para o período da Quaresma.  Mas o caminho era longo e os peixes chegaram a Madri já estragados, com cheiro muito ruim, obrigando os responsáveis a enterrar toda carga putrefata, às margens do Rio Manzanares.  Comemoram o enterro da sardinha também nas Ilhas Canárias e na Catalunha. 

Quando eu era criança, no Rio de Janeiro, havia um bloco que fechava o Carnaval.  Saía ao meio-dia, o bloco dos presos, ou seja de todos aqueles que haviam sido presos por má conduta durante os dias de folia, em geral um monte de pessoas bêbadas e responsáveis por pequenos delitos. 

Mas a Quaresma também era diferente. Não cresci numa família religiosa. Católica, mas não muito praticante. Mesmo assim não se devia rir alto, não se devia ouvir música alta. Tínhamos que ter comportamento sisudo. Era muito difícil. Os santos nas igrejas eram todos cobertos com tecido roxo simbolizando a dor, o luto, a tristeza de todos os católicos, mas isso acabou com o Papa João XXIII. Lá em casa, podíamos tocar piano só com o pedal abafador, e qualquer música era baixinho, para respeitar e não constranger nossos vizinhos que levavam as restrições da Quaresma muito mais a sério.  E o Rio de Janeiro, respeitava o silêncio.  Não havia blocos na rua, depois da Terça-feira Gorda. Alegria voltava só no Sábado de Aleluia, quando muitos clubes tinham o Baile do Enterro dos Ossos, à noite.

 

 





Da janela vê-se o Corcovado…

13 02 2026

Carnaval no Rio de Janeiro

Aécio de Andrade (Brasil, 1935)

óleo sobre tela, 40 x 40 Cm,





Da janela vê-se o Corcovado…

6 02 2026

Praia de Copacabana, 1995

Ivan Freitas (Brasil, 1932-2006)

óleo sobre madeira industrializada, 80 x 106 cm





Da janela vê-se o Corcovado…

30 01 2026

Passeio Público, RJ, 1937

Milton Dacosta (Brasil, 1915-1988)

óleo sobre tela, 26 X 35 cm





Da janela vê-se o Corcovado…

23 01 2026

Marina da Glória com o Corcovado ao fundo

Jorge Vieira (Brasil, 1952) 

óleo sobre tela, 74 x 64 cm





20 de janeiro, dia de S. Sebastião, feriado no Rio de Janeiro!

20 01 2026

Sebastião, soldado do mundo, 1976

Mario Mendonça, (Brasil, 1934)

óleo sobre tela, 60 x 100 cm

 

 

 Nota: Mário Mendonça é um dos poucos artistas brasileiros modernos dedicado quase exclusivamente à arte sacra.  Mas São Sebastião ocupou, no Brasil, o imaginário de alguns outros artistas, que não se ocuparam com todo o leque de cenas religiosas à disposição na arte pictórica, mas que tiveram produção imensa representando São Sebastião. Vêm à mente as inúmeras telas de Alberto da Veiga Guignard e de Glauco Rodrigues que repetidamente pintaram o santo.





Da janela vê-se o Corcovado…

16 01 2026

Arcos da Lapa, 1965

Tadashi Kaminagai Tadashi (Japão-França, 1899-1982)

óleo sobre tela, 39 x 59 cm





Da janela vê-se o Corcovado…

9 01 2026

Vista de Paquetá, 1959

Francisco Coculilo (Brasil, 1893 -1971)

óleo sobre tela, 32 x 42 cm