Em casa: Louis Ritman

19 10 2025

Café da manhã

Louis Ritman (EUA, 1889-1963)

Óleo sobre tela, 105 x 128 cm





Flores para um sábado perfeito!

18 10 2025

Bule e flores, 2005

Guyer Salles (Brasil, 1942)

técnica mista sobre papel, 57 x 76 cm 

 

 

 

Vaso com flores

Carlos Leão (Brasil, 1906-1983)

técnica mista sobre papel, 28 x 41 cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

17 10 2025

Quadrado da Urca com vista para o Pão de Açúcar, 1938

Yoshiya Takaoka (Japão-Brasil, 1909-1978)

aquarela sobre papel, 45 x 56 cm





Imagem de leitura: Vicente Palmaroli y Gonzáles

16 10 2025

Um capítulo interessante

Vicente Palmaroli y Gonzáles (Espanha, 1834-1896)

Óleo sobre madeira, 76 x 51 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

15 10 2025

Natureza morta

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)

óleo sobre cartão, 64 x 41cm

 

 

 

Composição

Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)

óleo sobre tela, 65 x 81 cm





A arte do desenho: Velazquez

14 10 2025

Cabeça de menina, c. 1618

Diego Velázquez (Espanha, 1599-1660)

Carvão e giz sobre papel, 15 x 12 cm

Biblioteca Nacional, Madri





Nossas cidades: Porto Seguro

14 10 2025

Igreja Nossa Senhora da Penha Porto Seguro, 2000

Gláucio Bustamante (Brasil, contemporâneo)

aquarela sobre papel, 29 x 39 cm





Curiosidade literária

14 10 2025

O dândi moribundo, 1918

Nils Dardel (Suécia, 1888-1943)

óleo sobre tela, 140 x 180 cm

 

 

 

Honoré de Balzac foi um prolífico escritor francês conhecido pelo conjunto de livros independentes, mas que, no entanto, formam um único retrato da sociedade francesa do século XIX. Deu a ele a denominação:  A Comédia Humana. Ao todo são noventa e cinco obras (não contando as obras anteriores a esse conjunto) que no Brasil, quando publicadas ocuparam um mínimo de dezessete volumes.  Personagens aparecem aqui e ali, retornam, às vezes, em outros volumes.  Ao todo, mais de dois mil e quinhentos personagens participaram da obra.  

Balzac se importava com seus personagens. Para ele, eles existiam em três dimensões: na sua imaginação e fora.  Portanto, não era raro confundir seus personagens com pessoas  do mundo real. Ele viveu tão intensamente a composição desses tipos que esse mundo inventado parecia-lhe enevoado,  levando-o a confundir o escritor.

Uma dessas ocasiões, bem conhecida, foi em seus momentos finais. Honoré de Balzac pediu que lhe chamassem o médico Dr. Horace Bianchon, um de seus personagens regulares, que aparece através dos muitos volumes da Comédia Humana,  conhecido por ser excelente companhia para seus amigos, homem íntegro e fiel.   





“Infância”, poesia de Manuel de Barros

13 10 2025

Bicicleta de Paraty, 2008

Arluce Gurjão, (Brasil, 1968)

óleo sobre tela, 30 x 40 cm

 

Infância

 


Manoel de Barros

 

Coração preto gravado no muro amarelo.
A chuva fina pingando… pingando das árvores…
Um regador de bruços no canteiro.

Barquinhos de papel na água suja das sarjetas…
Baú de folha-de-flandres da avó no quarto de dormir.
Réstias de luz no capote preto do pai.
Maçã verde no prato.

Um peixe de azebre morrendo… morrendo, em
dezembro.
E a tarde exibindo os seus
Girassóis, aos bois.

 

 





Eu, pintor: Léonard Tsuguharu Foujita

13 10 2025

Autorretrato com gato, 1931

Léonard Tsuguharu Foujita (Japão-França, 1886-1968)

aquarela e nanquim sobre seda, 44 x 34 cm