Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

27 03 2024

Natureza Morta, 1956

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)

óleo sobre tela, 38 x 55 cm

 

 

 

 

Flores e fruto

Gladys Maldaun (Brasil, 1941)

aquarela sobre papel, 56 x 38 cm





Imagem de leitura: Zhaofeng Ye

27 03 2024

A era do consumo, 2023

Zhaofeng Ye, (China, 1996)

óleo sobre tela, 140 × 170 cm





Nossas cidades: Curitiba

26 03 2024

Solar do Rosário, Curitiba

Ruben Esmanhotto (Brasil, 1954-2015)

 





Quando, poema de Sophia de Mello Breyner

25 03 2024

Citando a fada, 2015

Emma Ersek (Romênia, 1979)

Quando

 

Sophia de Mello Breyner

 

 

Quando o meu corpo apodrecer e eu for morta

Continuará o jardim, o céu e o mar,

E como hoje igualmente hão-de bailar

As quatro estações à minha porta.

Outros em Abril passarão no pomar

Em que eu tantas vezes passei,

Haverá longos poentes sobre o mar,

Outros amarão as coisas que eu amei.

Será o mesmo brilho, a mesma festa,

Será o mesmo jardim à minha porta,

E os cabelos doirados da floresta,

Como se eu não estivesse morta.





Em casa: Charles-Louis Baugniet

24 03 2024

Indecisão

Charles-Louis Baugniet (Bélgica,1814-1886)

óleo sobre madeira

Haynes Fine Art, Grã-Bretanha





Flores para um sábado perfeito!

23 03 2024

Composição e Marinha

Roberto de Almeida (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 55 x 46 cm

 

 

 

Paisagem viva a vida,

Guita Charifker (Brasil, 1936 – 2017)

aquarela sobre papel, 56 x 76 cm





Rio de sol, de céu, de mar…

22 03 2024

No Tempo dos Vice-Reis, 1977

Da série Aquarela do Brasil

Glauco Rodrigues (Brasil, 1929-2004)

óleo sobre madeira, 46 x 55 cm





Frutas e legumes por Giovanna Garzoni

21 03 2024

Natureza morta com cidra, 1640

Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)

têmpera sobre pergaminho

 

 

 

Tigela chinesa com figos, cerejas e pintassilgo sobre a mesa

Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)

aquarela

Museu da Natureza Morta, Poggio a Caiano, Florença

 

 

 

Prato com cerejas, vagem, caroços sobre a mesa e abelha

Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)

aquarela

 

 

 

Romã em prato com caracol e castanhas sobre a mesa

Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)

aquarela

Galleria Palatina & Appartamenti Reali, Palácio Pitti, Florença

Natureza morta com peras e borboleta

Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)

têmpera sobre pergaminho

Natureza morta com uvas, peras e caracol sobre a mesa

Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)

aquarela sobre pergaminho

 

 

 

Natureza morta com cerejas na travessa e figos sobre a mesa

Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)

aquarela sobre pergaminho

Galleria Palatina & Appartamenti Reali, Palácio Pitti, Florença

 

 

 

Natureza morta com cerejas sobre folhas e cravos sobre a mesa

Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)

aquarela sobre pergaminho

Galleria Palatina & Appartamenti Reali, Palácio Pitti, Florença

 

 

 

Natureza morta com feijões na fava, grãos sobre a mesa e cravo

Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)

aquarela sobre pergaminho

Galleria Palatina & Appartamenti Reali, Palácio Pitti, Florença

 

 

 

Natureza morta com pêssegos e alfarroba

Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)

aquarela sobre pergaminho





Preto no branco, texto de Sonia Carneiro Leão

20 03 2024

Quarto principal, c. 1965

Andrew Wyeth (EUA, 1917-2009)

 

 

 

Preto no branco

 

A cama era de laca branca, onde insone permanecia. A camisola de cetim já mostrava no tecido alvo as manchas do tempo e o lençol e a colcha, de tão lavados, escondiam um outrora branco luminoso. Os chinelos de renda, junto à cama, eram da cor da neve e até o lampião de vidro acetinado refletia o fogo esmaecido da lareira. O medo embranquecera a pálida face que já não dormia há vários dias e um olhar imóvel de torpor lembrava as alvas nuvens opacas de um céu de abril. A mesma branca agonia marcava hora no mostrador leitoso do carrilhão que ficava pendurado na parede da sala, já mofada de  um branco esverdeado. Gotas geladas de uma chuva fina e constante desciam pelas frestas do telhado deixando no quarto um eco insólito a ressoar na negra noite que chegava. Negra também era a morte que batia insistentemente no vidro da janela.

 

Em: Curtos-circuitos, Sonia Carneiro Leão, Olinda, Editora Babeco: 2015 pp. 46-7

 

 

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

20 03 2024

Natureza Morta

Arlindo Mesquita (Brasil, 1924-1987)

óleo sobre tela, 38 x 46 cm

 

 

 

Natureza morta com ameixas

Leonor Botteri (Brasil, 1916-1998)

óleo sobre tela, 40 x 38 cm