Flores para um sábado perfeito!

3 05 2025

Duas folhas de begônia, 2019

Yara Tupynambá (Brasil, 1932)

acrílica sobre tela, 42 x 32 cm

 

 

 

Flores de begônias, 1937

Gilberto Trompowsky (Brasil, 1912-1982)

óleo sobre tela, 46 x 55 cm





Eu, pintor: John Constable

3 05 2025

Autorretrato, c. 1799-1804

John Constable (Inglaterra, 1776-1837)

lápis e carvão, com detalhes em giz vermelho e branco, 25 x 19 cm

National Portrait Gallery, Londres





A arte do desenho: Tiepolo

2 05 2025

Paisagem com uma vaca e outros animais, séc. XVIII

Giovanni Domenico Tiepolo  (Itália, 1727-1804)

bico de pena e aguada em tom siena sobre papel, 20 x 20 cm

à venda, na Christie’s, Paris  [março de 2025– estimativa: 40.000-60.000 €]

 

 





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

2 05 2025

Quadrado da Urca, 2007

Márcio Schiaz (Brasil, 1965)

óleo sobre tela, 100 x 150 cm





Nossa mesa, José Luís Peixoto

1 05 2025

Retrato de M. V. Dobuzhinsky à mesa, 1913

Boris Kustodiev (Rússia, 1878-1927)

óleo sobre tela

 

 

“na hora de pôr a mesa, éramos cinco:
o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs
e eu. depois, a minha irmã mais velha
casou-se. depois, a minha irmã mais nova
casou-se. depois, o meu pai morreu. hoje,
na hora de pôr a mesa, somos cinco,
menos a minha irmã mais velha que está
na casa dela, menos a minha irmã mais
nova que está na casa dela, menos o meu
pai, menos a minha mãe viúva. cada um
deles é um lugar vazio nesta mesa onde
como sozinho. mas irão estar sempre aqui.
na hora de pôr a mesa, seremos sempre cinco.
enquanto um de nós estiver vivo, seremos
sempre cinco”

 

José Luís Peixoto





Palavras para lembrar: Contardo Calligaris

1 05 2025

Ashley lendo, 2008

Milé Murtanovski (Canadá, 1971)

aquarela sobre papel, 56 x 76 cm

 

 

 

“Livrarias e papelarias deveriam estar juntas, pois qual é a graça de ler sem o sonho de escrever?”

 

Contardo Calligaris





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

30 04 2025

Processo da cor, 2022

Roberto D’Albuquerque (Brasil, 1990)

óleo sobre tela, 30 x 20 cm

 

 

Natureza morta, 2007

Luís Cláudio Morgilli (Brasil, 1955)

óleo sobre papel, 18 x 29 cm





Arte, por Monzaemon Chikamatsu

29 04 2025

Moça lendo

Hirezaki Eiho (Japão,1881-1968)

 

 

“A arte situa-se no intervalo, fino como a pele, que separa a verdade da mentira”

 

Monzaemon Chikamatsu (1653-1724)





Soneto XXVII de Tite de Lemos

29 04 2025

Na rotunda

Francine van Hove (França, 1942)

óleo sobre tela, 50 x 65 cm

 

 

XXVII

 

Tite de Lemos

 

Nem tomes por virtude o que é defeito,

floreios de poetas amestrados,

nem tenhas por humano o que é perfeito,

coisa de heróis e deuses aplicados.

 

Deve ser que não levo muito jeito

ou quando pense certo faça errado

e ande torto julgando andar direito,

sujeito cego atrás do objeto amado.

 

Persigo a brevidade de um instante

que toda eternidade contivesse:

nisso me acho e nisso estou perdido

 

com desvelo tão quieto e tão constante

que vivê-lo, mais nada, me envaidece

e até nem cuido ser correspondido.

 

 

Em: Caderno de sonetos, Tite de Lemos, Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1988. p. 63





Nossas cidades: Ouro Branco, MG

29 04 2025

Paisagem de Ouro Branco, MG

Oldack de Freitas, (Brasil – Segunda metade do Século XX)

óleo sobre tela,  45 X 60 cm