Natureza morta, 1884
Estevão Silva (Brasil, 1841-1891)
óleo sobre tela
Coleção particular, SP
Melancia, 1984
Gustavo Rosa (Brasil, 1946- 2013)
acrílica sobre tela, 120 x 110 cm
Natureza morta, 1884
Estevão Silva (Brasil, 1841-1891)
óleo sobre tela
Coleção particular, SP
Melancia, 1984
Gustavo Rosa (Brasil, 1946- 2013)
acrílica sobre tela, 120 x 110 cm
O domínio da luz, 1950
René Magritte (Bélgica, 1898-1967)
óleo sobre tela, 99 x 79 cm
MOMA, New York
Alice Ruiz
não me agradam
essas coisas que despertam
barulho, susto, água fria
tudo na minha cara
mas nenhum sonho por perto
não me agradam
essas coisas que adormecem
vazio, escuro, calmaria
tudo que lembra morte
quando nada mais dá certo
não me agradam
essas coisas sem poesia
uma noite só noite
um dia só dia
Em: 101 Poetas Paranaenses: V.1 (1844 -1959) – antologia de escritas poéticas do século XIX ao século XXI, seleção e apresentação de Ademir Demarchi, Curitiba, Biblioteca Pública do Paraná: 2014, p. 203
Bijin lendo um carta, 1825
[DETALHE]
Utagawa Kunisada (Japão, 1786-1865)
Xilogravura policromada
O primeiro romance literário do mundo foi O romance de Genji, escrito em 1008, pela escritora e fidalga, Murasaki Shikibu. Ela foi poeta, romancista e dama de companhia na corte imperial durante o período Heian (794-1185). O período Heian na história japonesa se refere ao nome da capital do império que havia sido transposta de Nara para Heian-kio, hoje conhecida como Kioto. Na edição original de O romance de Genji, nenhum dos personagens era chamado por seu nome. Eram reconhecidos simplesmente por seus títulos obedecendo as regras da corte de Heian, já que o romance tinha intenção de ser lido por mulheres da realeza
Casario
Marie Nivouliès de Pierrefort (França, 1879 -Brasil, 1968)
óleo sobre tela, 27 x 41 cm
Paisagem no interior do Estado do Rio, 1932
Bruno Lechowsky (Polônia-Brasil, 1887-1941)
aquarela, 29 x 37 cm
Ancoradouro,1972
Herculano Campos (Brasil, 1912-1996)
óleo sobre tela, 49 x 65cm
Vaso de flores
[Ervilhas de cheiro]
Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885-1962)
óleo sobre tela colada em madeira, 17 x 22 cm
Vaso com flores
Tarsila do Amaral (Brasil, 1886-1973)
Óleo sobre cartão, 35 X 27 cm
Paisagem do Rio de Janeiro com Vista do Pão de Açúcar, 1946
Paulo Hirota (Brasil, ativo no Rio de Janeiro em meados do século XX, 1940-1960)
guache sobre papel, 32 x 41 cm
Senhora lendo, 2002
Dick Hoette (Holanda, contemporâneo)
Emily Brontë (1818-1848) escritora e poetisa inglesa, autora de O morro dos ventos uivantes, tinha um cachorrinho muito fiel. Aliás, não deveria ser chamado de cachorrinho. Era, afinal, um mastiff, um cachorro grande, que pode chegar aos oitenta quilos, espaçoso, territorialista e fiel. Ela o chamava de Keeper, cuja tradução pode ser não só “protetor, guarda, mas também aquilo que se guarda”. Quando Emily morreu, aos trinta anos, em 1848, o cão, companheiro de passeios pelo campos e lugares desertos da paróquia de Haworth, seguiu o cortejo funerário até o cemitério e só a muito custo deixou o local retornando à casa. Daí por diante, Keeper dormiu na porta do quarto de Emily até morrer, eternamente enlutado.