Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

15 03 2023

Natureza morta, 1884

Estevão Silva (Brasil, 1841-1891)

óleo sobre tela

Coleção particular, SP

 

Melancia, 1984

Gustavo Rosa (Brasil, 1946- 2013)

acrílica sobre tela, 120 x 110 cm





Noite e dia, poesia de Alice Ruiz

14 03 2023

O domínio da luz, 1950

René Magritte (Bélgica, 1898-1967)

óleo sobre tela, 99 x 79 cm

MOMA, New York

 

Noite e dia

 

Alice Ruiz

 

não me agradam

essas coisas que despertam

barulho, susto, água fria

tudo na minha cara

mas nenhum sonho por perto

 

não me agradam

essas coisas que adormecem

vazio, escuro, calmaria

tudo que lembra morte

quando nada mais dá certo

 

não me agradam

essas coisas sem poesia

uma noite só noite

um dia só dia

 

Em: 101 Poetas Paranaenses: V.1 (1844 -1959) –  antologia de escritas poéticas do século XIX ao século XXI, seleção e apresentação de Ademir Demarchi, Curitiba, Biblioteca Pública do Paraná: 2014, p. 203





Nossas cidades: Brasília

14 03 2023

Catedral de Brasília

Luiz Costa (Brasil, contemporâneo)

acrílica sobre tela 90×140 cm





Curiosidade literária

13 03 2023

Bijin lendo um  carta, 1825

[DETALHE]

Utagawa Kunisada (Japão, 1786-1865)

Xilogravura policromada

 

O primeiro romance literário do mundo foi O romance de Genji, escrito em 1008, pela escritora e fidalga, Murasaki Shikibu. Ela foi poeta, romancista e dama de companhia na corte imperial durante o período Heian (794-1185).  O período Heian na história japonesa se refere ao nome da capital do império que havia sido transposta de Nara para Heian-kio, hoje conhecida como Kioto.  Na edição original de O romance de Genji,  nenhum dos personagens era chamado por seu nome.  Eram reconhecidos simplesmente por seus títulos obedecendo as regras da corte de Heian, já que o romance tinha intenção de ser lido por mulheres da realeza 

 





Passeio de domingo: casa de campo, montanha, ou costa?

12 03 2023

Casario

Marie Nivouliès de Pierrefort (França, 1879 -Brasil, 1968)

óleo sobre tela, 27 x 41 cm

 

 

Paisagem no interior do Estado do Rio, 1932

Bruno Lechowsky (Polônia-Brasil, 1887-1941)

aquarela, 29 x 37 cm

 

 

Ancoradouro,1972

Herculano Campos (Brasil, 1912-1996)

óleo sobre tela, 49 x 65cm





Em casa: Ella Kruglyanska

12 03 2023

A sesta, 2021

Ella Kruglyanska (Letônia, 1978)

óleo sobre tela, 208 x 162 cm





Flores para um sábado perfeito!

11 03 2023

Vaso de flores

[Ervilhas de cheiro]

Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885-1962)

óleo sobre tela colada em madeira, 17 x 22 cm

 

Vaso com flores

Tarsila do Amaral (Brasil, 1886-1973)

Óleo sobre cartão, 35 X 27 cm





Rio de Janeiro: entre mar e montanhas

10 03 2023

Paisagem do Rio de Janeiro com Vista do Pão de Açúcar, 1946

Paulo Hirota (Brasil, ativo no Rio de Janeiro em meados do século XX, 1940-1960)

guache sobre papel, 32 x 41 cm





Nossas cidades: Petrópolis

7 03 2023

Inverno em Petrópolis

Armínio Pascual  (Brasil, 1920-2006)

óleo sobre placa, 27 x 16cm





Curiosidade literária

6 03 2023

Senhora lendo, 2002

Dick Hoette (Holanda, contemporâneo)

 

 

Emily Brontë (1818-1848) escritora e poetisa inglesa, autora de O morro dos ventos uivantes, tinha um cachorrinho muito fiel. Aliás, não deveria ser chamado de cachorrinho.  Era, afinal, um mastiff, um cachorro grande, que pode chegar aos oitenta quilos, espaçoso, territorialista e fiel.  Ela o chamava de Keeper, cuja tradução pode ser não só “protetor, guarda, mas também aquilo que se guarda”.  Quando Emily morreu, aos trinta anos, em 1848, o cão, companheiro de passeios pelo campos e lugares desertos da paróquia de Haworth, seguiu o cortejo funerário até o cemitério e só a muito custo deixou o local retornando à casa.  Daí por diante, Keeper dormiu na porta do quarto de Emily até morrer, eternamente enlutado.