Autorretrato cubista, 1940
José Moraes (Brasil, 1921-2003)
óleo sobre tela, 65 x 54 cm
Autorretrato cubista, 1940
José Moraes (Brasil, 1921-2003)
óleo sobre tela, 65 x 54 cm
Lavando janelas, 1889
Lotten Rönquist (Suécia, 1875-1912)
óleo sobre tela, 93 x 49 cm
Leitora, c. 1900
Irving Ramsay Wiles (EUA, 1861-1948)
óleo sobre tela, 26 X 18 cm
Provérbio hindu
Natureza morta, 1945
Ado Malagoli (Brasil, 1906 -1994)
óleo sobre tela, 45 x 55 cm
Natureza morta, 1947
Roberto Burle Marx (Brasil, 1909-1994)
óleo sobre cartão, 33 x 48 cm
Rua de Diamantina, MG
Colete Pujol (São Paulo, 1913-1999)
óleo sobre placa de eucatex, 32 x 23 cm
Talheres e quadrados, 2026
Alejandro Asensio (Espanha, 1993)
lápis de cor sobre papel, 31 x 28 cm (enquadrado)

Homem aranha, mamãe e verão, 2025
Alejandro Asensio (Espanha, 1993)
lápis de cor sobre papel, 52 × 68 cm
Ao caldo, 2025
Alejandro Asensio (Espanha, 1993)
lápis de cor sobre papel, 28 × 20 cm
Hora do almoço, 2025
Alejandro Asensio (Espanha, 1993)
lápis de cor sobre papel, 30 × 36 cm [emoldurado]
Cama de rosas, 2025
Alejandro Asensio (Espanha, 1993)
lápis de cor sobre papel, 66x 106 cm
Azul, amarelo e cerveja, 2025
Alejandro Asensio (Espanha, 1993)
lápis de cor sobre papel, 46 × 75 cm
Perigo de incêndio, 2023
Xiao Wang (China-EUA, 1990)
óleo sobre tela, 122 x 152 cm
Regina, esposa do pintor lendo
Henry Bouvet (França 1859-1945)
óleo sobre tela
Coleção Particular
As leituras de Ema Bovary:
“Com Walter Scott, mais tarde, apaixonou-se pelas coisas históricas, sonhou com baús, sala de guardas e menestréis. Teria gostado de viver em alguma velha mansão, como aquelas castelãs de longo corpete, que, sob o trevo das ogivas, passavam os seus dias, com o cotovelo sobre a pedra e o queixo na mão, a olhar vir do fundo da campanha um cavaleiro de pluma branca que galopa num cavalo negro. Teve, naquele tempo, um culto por Maria Stuart, e venerações entusiastas em relação a mulheres ilustres ou infortunadas. Joana d’Arc, Heloísa, Agnès Sorel,15 a bela Ferronnière e Clémence Isaure, para ela, destacavam-se como cometas na imensidão tenebrosa da história, onde se sobressaíam ainda, aqui ou acolá, porém mais perdidos na sombra e sem nenhuma relação entre eles, são Luís e o seu carvalho, Bayard moribundo, algumas ferocidades de Luís XI, um pouco de São Bartolomeu, o penacho do Béarnais, e sempre a lembrança dos pratos pintados em que Luís XIV era louvado.”
Madame Bovary, Gustave Flaubert, Tradução de Mário Laranjeira: Penguin Classicos
Crisântemos
Alice Gonsalves (Brasil, 1894-1985)
óleo sobre madeira, 51 x 70 cm
Flores, 1962
Gastão Formenti (Brasil, 1894-1974)
óleo sobre eucatex, 16 x 22 cm















