Em três dimensões: Henry Munyaradzi

8 07 2025

Espírito protegendo os órfãos, 1998

Henry Munyaradzi (Zimbabue, 1931–1998)

pedra sabão, 58 x 37 cm 

Newfields, Indianápolis





Sombra e água fresca!

8 07 2025

À sombra,  c. 1910

Aurélia de Sousa (Chile-Portugal, 1866-1922)

óleo sobre tela

Museu do Abade de Baçal, Bragança





Nossas cidades: Catas Altas, MG

8 07 2025

Santuário do Caraça, 1964

Frederico Bracher Júnior (Brasil, 1920-1984)

óleo sobre tela, 38 x 56 cm 





Imagem de leitura: Evert Thielen

7 07 2025

Senhora lendo a luz do dia

Evert Thielen (Holanda, 1954)

tempera sobre papel, 40 x 50 cm

http://www.evertthielen.com





Paisagens brasileiras…

6 07 2025

Marinha

Herculano Campos (Brasil, 1912-1996)

óleo sobre tela, 60 x 81 cm

Marinha, 1977

Inimá de Paula (Brasil,1918-1999)

óleo sobre eucatex, 50 x 65 cm





Em casa: Hélène Béland

6 07 2025

Descanso, 2022

Hélène Béland (Canadá, 1949)

óleo sobre tela, 73 x 50 cm





Flores para um sábado perfeito!

5 07 2025

Vaso de flores, 2011

Yara Tupynambá (Brasil, 1932)

acrílica sobre madeira 34 x 20 cm

 

 

Flores, 2012

Marcia Brener (Brasil, contemporânea)

óleo sobre tela,  50 x 60 cm





Palavras para lembrar: Emily Dickinson

4 07 2025

Jovem de blusa azul

Jeannette Perreault (Canadá, 1958)

óleo sobre tela,  90 x 70 cm

 

 

“Não há fragata melhor que um livro para nos levar a terras distantes”

 

Emily Dickinson





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

4 07 2025

Domingo na Urca, Rio de Janeiro, 2013

Mauro Ferreira (Brasil, 1958-2021)

óleo sobre madeira, 40 x 60 cm





O amor e o tempo, poesia de Antônio Feijó

3 07 2025

Senhora no salão

Paul Walter Ehrhardt (Alemanha, 1872-1959)

óleo sobre tela, 84 x 66 cm

 

O amor e o tempo

 

Antônio Feijó

 

Pela montanha alcantilada
Todos quatro em alegre companhia,
O Amor, o Tempo, a minha Amada
E eu subíamos um dia.

Da minha Amada no gentil semblante
Já se viam indícios de cansaço;
O Amor passava-nos adiante
E o Tempo acelerava o passo.

— «Amor! Amor! mais devagar!
Não corras tanto assim, que tão ligeira
Não pode com certeza caminhar
A minha doce companheira!»

Súbito, o Amor e o Tempo, combinados,
Abrem as asas trêmulas ao vento…
— «Porque voais assim tão apressados?
Onde vos dirigis?» — Nesse momento,

Volta-se o Amor e diz com azedume:
— «Tende paciência, amigos meus!
Eu sempre tive este costume
De fugir com o Tempo… Adeus! Adeus!