Feira em Belém (Pará), c. 1985
José Maria de Almeida (Portugal-Brasil, 1906-1995)
óleo s tela, 27 X 41 cm
Feira em Belém (Pará), c. 1985
José Maria de Almeida (Portugal-Brasil, 1906-1995)
óleo s tela, 27 X 41 cm
Ernest Hemingway, 2019
Raymond Logan (EUA, 1978)
óleo sobre tela, 20 x 20 cm
Menina lendo, 1907
Arie Boers (Holanda, 1867-1947)
Olavo Bilac (1867-1918) e José do Patrocínio (1853-1905) eram bons amigos. Depois de adquirir um automóvel, assim que esses veículos apareceram no Brasil, Patrocínio convidou Bilac para um passeio. Entusiasmado ofereceu o carro a Bilac para que este o dirigisse. Bilac nunca havia feito isso e prontamente, no caminho, encarando um curva na estrada, perdeu o controle e bateu com o carro de encontro a uma árvore. Perda total, apesar da pouca velocidade a que se movia: 4 km por hora. Isso mesmo, quatro quilômetros por hora. Por sorte, os dois passageiros não sofreram nenhum arranhão.
Casinha na serra, 1984
Domenico Lazzarini (Btasil, 1920-1987)
óleo sobre tela, 30 x 40 cm
Paisagem serrana com estradinha
Eugênio Acosta (Brasil, 1896 – 1964)
óleo sobre tela, 70 X 100 cm
Praia de Fortaleza, 1910
Aurélio de Figueiredo e Melo (Basil, 1856-1916)
óleo sobre tela, 72 x 60 cm
PINA, São Paulo
Um peru dá sete tipos de cortes de carne
Michael Sowa (Alemanha, 1945)
óleo sobre tela
Vaso de flores, 1913
Joaquim Miguel Dutra (Brasil, 1864- 1930)
óleo sobre tela, 50 x 35 cm
Natureza morta com orquídeas, 2005
José Barbosa(Brasil, 1948)
óleo sobre tela, 137 x 65 cm
Vista do Rio de Janeiro
Mário Zanini (Brasil, 1907-1971)
óleo sobre tela, 80 x 60cm
O coração do lar, 2012
Salman Toor (Paquistão-EUA, 1983)
óleo sobre tela, 101 x 111 cm
Natureza morta com tangerinas
Colette Pujol (Brasil, 1913-1999)
óleo sobre placa, 44 x 56 cm
Natureza morta
Gino Bruno (Brasil, 1889 -1977)
óleo sobre placa, 60 x 80 cm
Juventude, c. 1940
George Telfer Bear (GB, 1876-1973)
óleo sobre tela
Glascow Museums and Resource Centers
“Então viu, bem acima deles, uma aranha de pernas compridas subindo de cabeça para baixo rumo a um canto do quarto. Tanto propósito numa cabeça tão diminuta. A aranha parou de subir de repente, balançando-se nas pernas finas como cabelos, gingando como se movida por uma melodia oculta. Alguém saberia dizer o que ela estava fazendo? Nenhum predador para enganar, nenhuma outra aranha para seduzir ou intimidar, nada que a impedisse de subir. Mas ainda assim ela esperava, dançando no mesmo lugar. Quando a aranha enfim retomou seu caminho, a atenção de Lawrence já estava longe.”
Em: Lições, Ian McEwan, tradução de Jorio Dauster, São Paulo, Companhia das Letras: 2022
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