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Menino lendo na cama
Anni Matsick ( EUA, contemporânea)
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“Qualquer criança que tenha dois pais interessados nela e uma casa cheia de livros não é pobre”.
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Sam Levenson
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Menino lendo na cama
Anni Matsick ( EUA, contemporânea)
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Sam Levenson
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Correspondência dividida, s/d
Piero Antonio Rotari ( Itália, 1707-1762)
óleo sobre tela, 88 x 75 cm
Galeria Tretyakov, Moscou
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Piero Antonio Rotari nasceu em Verona em 1707. Estudou com Antonio Balestra. Passou longos períodos em Veneza, Roma e Nápoles onde estudou pintura com os melhores mestres, antes de retornar a Verona. Respeitado retratista foi convocado pela aristocracia de Dresden, Viena e Munique. Faleceu em 1762, em São Petersburgo onde residia temporariamente para retratar a família real russa.
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Moça lendo, 1970
Will Barnet (EUA, 1911)
serigrafia
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William Feather
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Mulher lendo, s/d
Brenda Ginsberg (EUA, contemporânea)
acrílica sobre tela, 39 x 48 cm
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Leitora na praia, ilustração de Giselle Potter (EUA). www.gisellepotter.com
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Victor Hugo
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Leda e o cisne, 1963
Cy Twombly (EUA, 1928– 2011)
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No início dessa semana morreu um dos mais prolíficos críticos de arte e da sociedade moderna, Robert Hughes. Conhecido por sua língua afiada e maneira bastante irreverente de se expressar, sempre alerta, sem guardar para si as opiniões mais controversas, esse maverick da palavra mordaz deixou muitas citações na memória de seus amigos e inimigos. O jornal The New York Times publicou uma lista de citações maquiavélicas de Robert Hughes. Dentre elas selecionei e traduzi livremente a que posto aqui abaixo que para mim retrata bem não só o trabalho de muitos artistas visuais contemporâneos como a particular celebração de seus seguidores, apreciadores e colecionadores. Esta é uma homenagem a quem entendia do pedaço…
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“A visão de todas essas migalhas e fragmentos nos quadros de Twombly parece convencer seus mais ardentes admiradores que ele é um classicista, embebido nos antigos mitos e literatura do Mediterrâneo, transpirando-os por todos os poros. Tudo que ele precisa fazer é desenhar uma garatuja oscilante “ Triunfo de Gateia” ou “Et in Arcadia Ego” numa tela, e de repente, lá está ele elevado ao nível de Roberto Calasso, se não for ao de Edward Gibbon. Quando a audiência, que já perdeu todo a formação clássica, considerada anteriormente indispensável na educação, vê Virgílio escrito na tela, aceita isso como um logo, como o jacaré na camisa Lacoste. A mera menção do nome, ou a citação de uma etiqueta, sugere que o passado clássico ainda vive, solido e intacto, sob a superfície. Mas uma raspa de unha dó pé não faz um corpo“.
Sobre Cy Twombly, em Time magazine, 1994
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O poeta Alfred Munnings lendo
Alfred Knight (Inglaterra 1874- 1961)
óleo sobre tela, 100 x 75 cm
Coleção Particular
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Denis Parsons Burkitt
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Manhã de verão, 1886
Paul-Albert Besnard (França, 1849-1934)
Óleo sobre madeira, 46 x 17 cm
Museu de Belas Artes de Reims, França
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Oscar Wilde
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Charles Towneley and friends in the Park Street Gallery, Westminster, 1782-3
Johann Zoffany (Alemanha, 1733-1810)
Óleo sobre tela, 127 x 102 cm
Towneley Hall Art Gallery and Museum
Burnley, Reino Unido
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Johann Zoffany nasceu em Frankfurt na Alemanha em 1733. Começou estudando escultura para depois se dedicar à pintura. Em 1750 viajou pela Itália. Em Roma aprimorou sua técnica de pintura com Agostino Masucci. Em 1760 foi para Inglaterra onde acabou se estabelecendo como pintor para o resto de sua vida. Viajou muito, inclusive para o Oriente [Índia] retornando sempre para sua residência no Reino Unido onde faleceu em 1810.
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Tintin no Novo Mundo, 1993
Roy Lichtenstein (EUA, 1923-1997)
Litografia baseada no desenho de capa
para o livro do mesmo nome de Frederic Tuten
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Anthony Trollope
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