Palavras para lembrar — Sam Levenson

20 08 2012

Menino lendo na cama

Anni Matsick ( EUA, contemporânea)

www.annimatsick.com

“Qualquer criança que tenha dois pais interessados nela e uma casa cheia de livros não é pobre”.


Sam Levenson





Imagem de leitura — Piero Antonio Rotari

18 08 2012

Correspondência dividida, s/d

Piero Antonio Rotari ( Itália,  1707-1762)

óleo sobre tela, 88 x 75 cm

Galeria Tretyakov, Moscou

Piero Antonio Rotari nasceu em Verona em 1707. Estudou com Antonio Balestra. Passou longos períodos em Veneza, Roma e Nápoles onde estudou pintura com os melhores mestres,  antes de retornar a Verona.  Respeitado retratista foi convocado pela aristocracia de Dresden, Viena e Munique.  Faleceu  em 1762, em São Petersburgo onde residia temporariamente para retratar a família real russa.





Palavras para lembrar — William Feather

16 08 2012

Moça lendo, 1970

Will Barnet (EUA, 1911)

serigrafia

“Os livros abrem e alargam a mente e fortificam quem os lê como nada mais”.

William Feather





Imagem de leitura — Brenda Ginsberg

16 08 2012

Mulher lendo, s/d

Brenda Ginsberg (EUA, contemporânea)

acrílica sobre tela, 39 x 48 cm

Brenda Gisnberg





Palavras para lembrar — Victor Hugo

13 08 2012

Leitora na praia, ilustração de Giselle Potter (EUA).      www.gisellepotter.com

“É pelos livros que os sábios encontram consolo para as vicissitudes da vida”.


Victor Hugo





Uma boa lembrança da crítica de Robert Hughes

12 08 2012

Leda e o cisne, 1963

Cy Twombly (EUA, 1928– 2011)

No início dessa semana morreu um dos mais prolíficos críticos de arte e da sociedade moderna, Robert Hughes.  Conhecido por sua língua afiada e maneira bastante irreverente de se expressar, sempre alerta, sem guardar para si as opiniões mais controversas, esse maverick da palavra mordaz deixou muitas citações na memória de seus amigos e inimigos.  O jornal The New York Times publicou uma lista de citações maquiavélicas de Robert Hughes.  Dentre elas selecionei e traduzi livremente a que posto aqui abaixo que para mim retrata bem não só o trabalho de muitos artistas visuais contemporâneos como a particular celebração de seus seguidores, apreciadores e colecionadores.  Esta é uma homenagem a quem entendia do pedaço…

A visão de todas essas migalhas e fragmentos nos quadros de Twombly parece convencer seus mais ardentes admiradores que ele é um classicista, embebido nos antigos mitos e literatura do Mediterrâneo, transpirando-os por todos os poros.  Tudo que ele precisa fazer é desenhar uma garatuja oscilante “ Triunfo de Gateia” ou “Et in Arcadia Ego” numa tela, e de repente, lá está ele elevado ao nível de Roberto Calasso, se não for ao de Edward Gibbon.  Quando a audiência,  que já perdeu todo a formação clássica, considerada anteriormente indispensável na educação, vê Virgílio escrito na tela, aceita isso como um logo, como o jacaré na camisa Lacoste.  A mera menção do nome, ou a citação de uma etiqueta, sugere que o passado clássico ainda vive, solido e intacto, sob a superfície.  Mas uma raspa de unha dó pé não faz um corpo“.

Sobre Cy Twombly, em Time magazine, 1994





Palavras para lembrar — Denis Parsons Burkitt

12 08 2012

O poeta Alfred Munnings lendo

Alfred Knight (Inglaterra 1874- 1961)

óleo sobre tela, 100 x 75 cm

Coleção Particular

“É melhor ler pouco e ponderar muito do que ler muito e ponderar pouco”.

Denis Parsons Burkitt

 





Palavras para lembrar — Oscar Wilde

1 08 2012

Manhã de verão, 1886

Paul-Albert Besnard (França, 1849-1934)

Óleo sobre madeira, 46 x 17 cm

Museu de Belas Artes de Reims, França

“Não existe isso de livro moral ou imoral. Livros são bem ou mal escritos”.

Oscar Wilde





Imagem de leitura — Johann Zoffany

28 07 2012

Charles Towneley and friends in the Park Street Gallery, Westminster, 1782-3

Johann Zoffany (Alemanha, 1733-1810)

Óleo sobre tela,  127 x 102 cm

Towneley Hall Art Gallery and Museum

Burnley, Reino Unido

Johann Zoffany nasceu em Frankfurt na Alemanha em 1733.  Começou estudando escultura para depois se dedicar à pintura.  Em 1750 viajou pela Itália.  Em Roma aprimorou sua técnica de pintura com Agostino Masucci. Em 1760 foi para Inglaterra onde acabou se estabelecendo como pintor para o resto de sua vida.  Viajou muito, inclusive para o Oriente [Índia] retornando sempre para sua residência no Reino Unido onde faleceu em 1810.





Palavras para lembrar — Anthony Trollope

26 07 2012

Tintin no Novo Mundo, 1993

Roy Lichtenstein (EUA, 1923-1997)

Litografia baseada no desenho de capa

para o livro do mesmo nome de Frederic Tuten

“O hábito da leitura é o único prazer sem substâncias exógenas; permanece mesmo quando todos os outros se esvaem”.

Anthony Trollope