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Mulher lendo, 2003
Fernando Botero (Colômbia, 1932)
óleo sobre tela, 104 x 89 cm
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“A grande inconveniência dos livros novos é de nos impedir de ler os antigos.”
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Mulher lendo, 2003
Fernando Botero (Colômbia, 1932)
óleo sobre tela, 104 x 89 cm
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Boletim escolar, 1920
Edmund Adler (Áustria, 1871-1965)
Óleo sobre tela, 59 x 69 cm
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Edmond Adler, nasceu na Áustria em 1876. Estudou arte na escola técnica, procurando a especialização de litografia. Mais tarde, entre 1896-1903, estudou na Academia de Belas Artes de Viena, sob a direção de Christian Griepenkerla. Após a formatura, recebeu uma bolsa de estudos da Academia e passou um ano de estadia em Roma (1903-1904). Em 1910, ele se estabeleceu em Mannersdorfie am Leithegebirge. Em 1914 anos, no exército,foi capturado e passou os próximos anos de guerra em um campo de prisioneiros russo, na Sibéria. Retornou à Áustria em 1920. Pintou paisagens, interiores e naturezas-mortas, mas acima de tudo, ele era conhecido como retratista e cenas de gênero autor cujos heróis eram crianças. Estas pinturas serenas, de uma infância feliz, retratada com humor , foram particularmente apreciadas pelos clientes e colecionadores. Muitos deles acabaram em coleções privadas, tanto na Europa como no Canadá e nos Estados Unidos. Faleceu em 1965, na Áustria.
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Luís de Laval (1411- 1489), Senhor de Châtillon, que encomendou a tradução para o francês da “Chronique Martinienne” sentado com o livro traduzido à sua frente. A seu lado o tradutor Sebastien Mamerot, prior de Luís de Laval.
Crônica Martiniana, 1475-1500
France (Tours?)
Thott 430 , pintura sobre pergaminho, 317 ff. Fol. 2r
Biblioteca Real da Dinamarca
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São Tomás de Aquino
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Casal veneziano
John Michael Carter (EUA, contemporâneo)
óleo sobre tela, 30 x 40cm
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John Michael Carter nasceu em Chicago nos Estados Unidos. Estudou na American Academy of Art de Chicago, continuando seus estudos em Los Angeles no Art Center College of Design. Ensinou pintura e desenho na Universidade de Kentucky e também na Scottsdale Artists School, Dallas Art League e Arts Club de Cincinnati.
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Jean Metzinger (França, 1883-1956)
óleo sobre tela
Museu de Arte Moderna da Cidade de Paris
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Emil M. Cioran
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Agostinho Batista de Freitas (Brasil, 1927-1997)
óleo sobre tela
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Bia Betancourt (Brasil, 1963)
acrílica sobre tela, 60 x 80 cm
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Dhira K. (Brasil, contemporâneo)
Acrílica sobre tela, 60 x 40cm
http://dhirartes.blogspot.com.br
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José Roberto Aguiar (Brasil, 1941)
Spray sobre tela, 114 x 146 cm
Museu de Arte Contemporânea, USP
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Fernando Mendonça (Brasil, contemporâneo)
aquarela sobre papel, 21 x 30 cm
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Rubens Gerchman (Brasil, 1942-2008)
guache sobre papel
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Sonho, 2008
Anastasia Ivanova-Johns (Rússia, contemporânea)
Aquarela e nanquim sobre papel, 25 x 18 cm
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Provérbio hindu
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Jovem mulher lendo um livro, s/d
Bela de Kristo ( Hungria, 1920-2006)
óleo sobre tela
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Samuel Johnson
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Michael Faraday no seu laboratório, c. 1850
Harriet Moore (Inglaterra, 1801-1884)
aquarela
Chemical Heritage Foundation
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Um fio de cabelo encontrado no banco de um taxi, o filtro de um cigarro deixado para trás no cinzeiro de entrada de um edifício comercial são suficientes para levar a artista plástica Heather Dewey-Hagborg a construir de volta um rosto possível de quem deixou vestígios de DNA em lugares públicos. Assim, se um dia você vir o seu retrato em uma galeria de arte, daqui ou de Nova York, um retrato para o qual você não posou; um retrato cuja existência desconhecia é porque parte do seu DNA restaurado depois que você o deixou para trás pode ter sido usado para reconstruir a sua imagem. Hoje quem faz isso é a artista plástica Heather Dewey-Hegborg, como o artigo no site da National Public Radio menciona [ Litterbugs beware turning found DNA into portraits].
Confesso que mais de uma vez, enquanto no cabelereiro, pensei sobre aquelas mechas de cabelo que são rapidamente varridas do chão, como um rastro que deixamos para trás e que delata onde estivemos e o que fizemos. Mas a constatação de que alguém levou esse pensamento, essa hipótese um passo adiante, concretizando a informação do DNA de desconhecidos e os retratou de volta, é estarrecedora. E merece muito questionamento.
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Um retrato por Heather Dewey-Hegborg com as características estipuladas pela análise de DNA encontrado ao acaso.–
O processo de análise do DNA a que Heather Dewey-Hegborg submete suas amostras é científico e se você tem curiosidade sobre isso clique no link do artigo no parágrafo acima. Para mim, o que é mais interessante, neste momento, em que ainda discutimos se alguém tem o direito de escrever uma biografia sobre uma pessoa pública sem a autorização dela — como no caso do cantor Roberto Carlos — é pensar nas consequências dessa nova forma de Big Brotherismo. A habilidade de coletar o DNA de estranhos, tê-lo analisado sem permissão e chegar a um retrato daquela pessoa, é no mínimo invasivo. Levanta questões éticas de importância que não podemos deixar de lado.
Nós aqui, nos damos ao luxo de pensar que ainda temos alguma privacidade, que ainda podemos nos manter incógnitos. É falácia. Toda vez que clicamos em um anúncio do Facebook, por exemplo, os olhos do mundo estão vigiando e os anúncios que você passa a ter nas colunas à direita, de ofertas, são baseados unicamente naqueles cliques que eles sabem você ter feito. Clique a clique Facebook começa a saber quem você é. E a gerenciar as informações que você recebe. Assim como suas pesquisas no Google servem para priorizar os sites que aparecem primeiro na sua pesquisa na “search engine“. Sem que você perceba, suas escolhas são mais estreitas, mais específicas, feitas sob medida [mas que medida eles usam?] para você. Cada clique em um site ajuda a desenhar o seu retrato, os seus interesses, a sua vida.
Um retrato por Heather Dewey-Hegborg com as características estipuladas pela análise de DNA encontrado ao acaso.–
Nesse ínterim alguém pode pegar o seu DNA de um copo de plástico que você deixou na lixeira e fazer o seu retrato. Não seria isso mais invasivo do que escrever a biografia de uma pessoa pública como Roberto Carlos? Uma biografia baseada em artigos de jornal, em depoimentos de amigos e conhecidos não é afinal menos invasiva do que uma análise de DNA? Não pense que essa “arte baseada em DNA” não chegará ao Brasil por causa de seu alto custo. Nas artes, assim como em outros campos, temos tido grande sede de usarmos o que há de mais moderno. É só esperar.
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Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885-1962)
óleo sobre cartão, 24 x 12 cm
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Bernard Jean Corneille Pothast (Bélgica 1882-1966)
óleo sobre tela, 64 x 77 cm
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Jacoba (Espanha, contemporânea)
óleo sobre tela
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János Tornyai (Hungria, 1869-1946)
óleo sobre tela
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Charles West Cope (Inglaterra, 1810-1890)
óleo sobre tela
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Joy McGinnis (EUA, contemporânea)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
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Auguste Toulmouche (França, 1829-1890)
óleo sobre tela, tondo
Museu de Belas Artes de Nantes, França
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Giovanni della Rocca (Itália, 1788-1858)
óleo sobre tela
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Marina V. Chulovich (Rússia, 1956)
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Menino lendo, [DETALHE], c. século I
Casa dos Mistérios, Pompéia, destruida pelo Vesúvio no ano 79 a.D.
Afresco
Pompéia, Itália
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Diane Leonard (EUA)
gravura, 50 x 50 cm
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Emile Munier (França, 1840-1899)
óleo sobre tela, 175 x 125 cm
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Eugène François de Block (Bálgica, 1812-1893)
óleo sobre madeira, 52 x 40 cm
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Pierre Auguste Renoir (França, 1841-1919)
Sanguínea sobre papel
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Richard Crafton Green (Inglaterra, 1869-1890)
óleo sobre tela, 45 x32 cm
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Signe & Genna Grushovenko (EUA, contemporâneos)