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Henry McGrane (Irlanda,1969)
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“Os que queimam livros acabam, mais cedo ou mais tarde, por queimar homens.”
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Heinrich Heine
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Henry McGrane (Irlanda,1969)
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Heinrich Heine
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Quirino Campofiorito (Brasil, 1902-1993)
óleo sobre tela colado em eucatex, 25 x 33 cm
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Christian Munch lendo o jornal, 1881
[O pai do pintor]
Edvard Munch (Noruega, 1863-1944)
óleo sobre tela
Museu Nacional, Oslo
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Antônio Rocco (Itália, 1880 – Brasil, 1944)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
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Carmen Freire
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Nascida na ternura ou na tristeza
Límpida gota dos orvalhos d’alma
Tu, lágrima saudosa, muda e calma,
Que força enorme tens nessa fraqueza?
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Possuis mais que o poder da realeza,
Quando és filha da dor que o pranto acalma,
E, qual gota de orvalho em verde palma
À pálpebra chorosa ficas presa!
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Estrela da saudade, flor de neve,
Que o vento da tristeza faz brotar,
Amo o teu brilho nessa luz tão breve
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De breve globo teu… imenso mar
Cujos fundos arcanos não se atreve
Nem se atreveu ninguém jamais sondar!
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Em: Poetas cariocas em 400 anos, selecionados por Frederico Trotta, Rio de Janeiro, Editora Vecchi: 1965, pp. 176-177 —
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Carmen Freire, Baronesa de Mamanguape, nasceu no Rio de Janeiro em 1855. “De família de poucos recursos, aos 13 anos torna-se Baronesa de Mamanguape, pelo casamento com o senador e latifundiário Barão Flávio Clementino da Silva Freire. Faleceu em 1891, quase ao mesmo tempo que o marido, depois de uma rápida enfermidade.
“Espírito de grande versatilidade e atraída pela literatura e artes, Carmen Freire se notabilizou pelas famosas tertúlias poéticas, realizadas em seu palacete, com a presença de literatos do tempo: Olavo Bilac, Guimarães Passos, Paula Ney, Coelho Neto, Aluísio Azevedo, Pardal Mallet, Rodolfo Amoedo...” [para mais informações veja: Dicionário crítico de escritoras brasileiras 1711-2001, Nelly Novaes Coelho, São Paulo, Editora Escrituras: 2002]–
Obras:
Visões e sombras, 1897, poesia (póstuma)
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A bela leitora, Marianne Lavergne, 1746
[sobrinha do pintor]
Jean-Étienne Liotard (Suiça, 1702-1789)
pastel sobre pergaminho
Rijksmuseum, Amsterdã
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Mulher lendo com roupagem Brabant, 1918
Thérèse Schwartze (Holanda, 1851-1918)
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Thérese Schwartze, filha de Johan Georg Schwartze, nasceu em Amsterdã em 1851. Começou a estudar pintura e desenho com seu pai e depois passou um ano sob tutela de Gabriel Max e Franz von Lenbach em Munique. Em 1879, foi para Paris para continuar seus estudos com Jean-Jacques Henner. Ficou conhecida pelos seus extraordinários retratos. Casou-se em 1906 com Anton van Duyl.
Foi uma das poucas pintoras honradas com um convite para contribuir com os seus retratos para a sala de pintores na Galeria Uffizi , em Florença . Faleceu em 1918.
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Anita Fraga (Brasil, ativa no século XX, após 1930)
óleo sobre tela, 65 x 50 cm
[irmã da pintora Lucília Fraga]
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Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre madeira, 41 x33 cm
Coleção Geneviève e Jean Boghici
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Aurélio d’Alincourt (Brasil, 1919-1990)
óleo sobre placa, 22 x 17 cm
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Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1922)
óleo sobre cartão, 41 x 32 cm
Coleção Particular
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Menina do vestido vermelho, 1893
Eduardo Sá (Brasil, 1866-1940)
óleo sobre tela, 46 x 38 cm
Coleção Particular
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Eliseu Visconti ( Brasil, 1866-1944)
óleo sobre madeira, 35 x 24 cm
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José Ferraz de Almeida Júnior (Brasil, 1850 –1899 )
Desenho, carvão sobre papel
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Alice Bruggemann (Brasil, 1917-2001)
óleo sobre tela, 53 x 44 cm
Museu da UFRG
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Túlio Mugnaini (Brasil, 1895-1975)
óleo sobre tela, 64 x 47 cm
PESP – Pinacoteca do Estado de São Paulo
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Rachel Gans (EUA)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
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Mário Quintana