Imagem de leitura — Andrey Meschanov

25 06 2010

Sobre o amor, 1999

Andrey Meschanov (Rússia, 1963)

óleo sobre tela, 120 x 65 cm

Andrey Vicktorovich Meschanov nasceu em Kolomna, na Rússia em 1963.





Cândido Portinari, arte brasileira, nossa homenagem à Copa do Mundo

22 06 2010

Futebol, 1958

Cândido Portinari ( Brasil, 1903-1962)

Óleo sobre tela, 65 x 80 cm





Fernando Mendonça, arte brasileira, nossa homenagem à Copa do Mundo

21 06 2010

Jogo de Futebol, s/d

Fernando Mendonça ( Brasil, Maranhão, contemporâneo)

Tecnica mista





Cláudio Tozzi, arte brasileira, nossa homenagem à Copa do Mundo

20 06 2010

A dança do futebol, 1997

Cláudio Tozzi ( Brasil, 1944)

Acrílica e óleo sobre tela, 245 x 190 cm





Mário Zanini, arte brasileira, nossa homenagem à Copa do Mundo

19 06 2010

Futebol, s/d.

Mário Zanini ( Brasil, 1907-1971)

Óleo sobre tela, 60 x 73 cm





Ângelo Rodrigues, arte brasileira, nossa homenagem à Copa do Mundo

18 06 2010

 

O prazer de jogar, Mané Garrincha

Ângelo Rodrigues

Xilogravura, 7,2 x 12 cm





Gustavo Rosa, arte brasileira, nossa homenagem à Copa do Mundo

17 06 2010

Pelé, 2006

Gustavo Rosa (Brasil, 1946 – 2013)

Gravura





Inos Corradin, arte brasileira, nossa homenagem à Copa do Mundo

16 06 2010

Jogador de futebol

Inos Corradin ( Itália, 1929, radicado no Brasil)

gravura, 50 x 38 cm





Começa hoje! Boa sorte aos nossos guerreiros!

15 06 2010




Detetive de arte se revela e publica livro

15 06 2010
Ilustração Maurício de Sousa.

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Na semana passada o jornal The New York Times publicou um artigo interessante sobre  Robert K. Wittman, um agente do FBI especializado na investigação e recuperação de objetos de art e antiguidades roubados.   Tendo se aposentado, o antigo X-9, está no momento correndo livrarias em noites de autógrafo desde o lançamento de seu livro Priceless: How I Went Undercover to Rescue the World’s Stolen Treasures [Não tem preço: como me tornei um agente secreto para recuperar os tesouros roubados do mundo].   Vindo de uma família de classe média em Baltimore, no estado de Maryland, filho de  sargento da aeronáutica que se casou com uma jovem coreana durante a Guerra da Coréia, Robert Wittman não havia pensado em se tornar um detetive de arte, e ao que tudo indica ele conta em seu livro não só como isso aconteceu como diversas de suas maiores capturas e aventuras no mundo do crime da arte e da antiguidade.

 

Mas o que me leva a fazer esse registro no blog, além de estar interessada em ler o seu livro, foi a citação do New York Times, de uma observação do Sr. Wittman, que traduzo aqui livremente.

 

Ladrões de arte roubam mais do que belos objetos;  eles roubam memórias e identidade.  Eles roubam a história“.  [“Art thieves steal more than beautiful objects; they steal memories and identity. They steal history.”  ]

 

Concordo com essa afirmação e vou ampliá-la.  O descuido com o patrimônio cultural — como vemos nos nossos prédios desabando, mesmo que “protegidos”, a falta de cuidado e identificação do que temos — como mostrei nas observações que fiz sobre as esculturaas dos jardins do Palácio do Catete, aqui mesmo nesse blog, – tudo isso funciona da mesma forma, como um roubo das nossas memórias, da nossa identidade e da nossa história.