Andrey Meschanov (Rússia, 1963)
óleo sobre tela, 120 x 65 cm
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Andrey Vicktorovich Meschanov nasceu em Kolomna, na Rússia em 1963.
Andrey Meschanov (Rússia, 1963)
óleo sobre tela, 120 x 65 cm
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Andrey Vicktorovich Meschanov nasceu em Kolomna, na Rússia em 1963.
Cândido Portinari ( Brasil, 1903-1962)
Óleo sobre tela, 65 x 80 cm
Fernando Mendonça ( Brasil, Maranhão, contemporâneo)
Tecnica mista
A dança do futebol, 1997
Cláudio Tozzi ( Brasil, 1944)
Acrílica e óleo sobre tela, 245 x 190 cm
Mário Zanini ( Brasil, 1907-1971)
Óleo sobre tela, 60 x 73 cm
O prazer de jogar, Mané Garrincha
Ângelo Rodrigues
Xilogravura, 7,2 x 12 cm
Gustavo Rosa (Brasil, 1946 – 2013)
Gravura
Inos Corradin ( Itália, 1929, radicado no Brasil)
gravura, 50 x 38 cm
Ilustração Maurício de Sousa.—-
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Na semana passada o jornal The New York Times publicou um artigo interessante sobre Robert K. Wittman, um agente do FBI especializado na investigação e recuperação de objetos de art e antiguidades roubados. Tendo se aposentado, o antigo X-9, está no momento correndo livrarias em noites de autógrafo desde o lançamento de seu livro Priceless: How I Went Undercover to Rescue the World’s Stolen Treasures [Não tem preço: como me tornei um agente secreto para recuperar os tesouros roubados do mundo]. Vindo de uma família de classe média em Baltimore, no estado de Maryland, filho de sargento da aeronáutica que se casou com uma jovem coreana durante a Guerra da Coréia, Robert Wittman não havia pensado em se tornar um detetive de arte, e ao que tudo indica ele conta em seu livro não só como isso aconteceu como diversas de suas maiores capturas e aventuras no mundo do crime da arte e da antiguidade.
Mas o que me leva a fazer esse registro no blog, além de estar interessada em ler o seu livro, foi a citação do New York Times, de uma observação do Sr. Wittman, que traduzo aqui livremente.
” Ladrões de arte roubam mais do que belos objetos; eles roubam memórias e identidade. Eles roubam a história“. [“Art thieves steal more than beautiful objects; they steal memories and identity. They steal history.” ]
Concordo com essa afirmação e vou ampliá-la. O descuido com o patrimônio cultural — como vemos nos nossos prédios desabando, mesmo que “protegidos”, a falta de cuidado e identificação do que temos — como mostrei nas observações que fiz sobre as esculturaas dos jardins do Palácio do Catete, aqui mesmo nesse blog, – tudo isso funciona da mesma forma, como um roubo das nossas memórias, da nossa identidade e da nossa história.








