Em três dimensões: Georgia O’Keeffe

14 10 2014

 

 

abstractionAbstração, 1946
Georgia O’Keeffe (EUA, 1887-1986)
Alumínio moldado, 300 x 300 x 146 cm
The Georgia O’Keeffe Museum, Santa Fé, New Mexico

 





Imagem de leitura — Isca Greenfield-Sanders

13 10 2014

 

 

Isca Greenfield-Sanders, Mommy and Peanut, 2007Mamãe e Amendoim, 2007

Isca Greenfield-Sanders (EUA, 1978)

aquarela e lápis de cor sobre papel, 20 x 20 cm





Imagem de leitura — Lee Lufkin Kaula

11 10 2014

 

 

a Lee Lufkin Kaula (American artist, 1865–1957) Mother ReadingLeitura

Lee Lufkin Kaula (EUA, 1865-1957)

óleo sobre tela, 73 x 61 cm





Imagem de leitura — John H. Vanderpoel

9 10 2014

 

 

avp-perplexing-problemUm problema complicado,

John H. Vanderpoel (Holanda/EUA, 1857-1911)

óleo sobre tela

Vanderpoel Museum





Imagem de leitura — Albin Veselka

5 10 2014

 

 

Leitura de verão .Albin Veselka, Óleo sobre tela, 90 x 60 cm

Leitura de verão

Albin Veselka (EUA, 1979)

óleo sobre tela,  90 x 60 cm

 





Revendo a leitura da adolescência

5 10 2014

 

Charlie__Roberts_Hat_and_Glasses_2007 44 x 30 Inches  Gouache on PaperChapéu e óculos, 2007

Charlie Roberts (EUA, 1983)

guache sobre papel, 111 x 76 cm

 

 

Em um charmoso ensaio The Pleasure of Reading to Impress yourself, [O prazer de ler para impressionar a si mesma] publicado na revista The New Yorker, Rebecca Mead, escritora do cadre da revista, revela a lista de livros lidos que anotara a partir dos anos oitenta, ainda adolescente. Ela começa com Dr. Jivago, em 1983 e deixa de listar suas leituras quatro anos depois, em 1987, quando, já na faculdade, fazia crítica literária para um jornal universitário. O último item da longa lista é o livro de Malcolm Bradbury, Mensonge, uma sátira.

Rebecca Mead se redescobre ao ver, mais de vinte anos depois, a lista dos livros lidos. Percebe pela inclusão de muitos títulos que era uma leitora ambiciosa. “O que o meu caderno de títulos me oferece é o meu retrato dessa leitora, jovem mulher, ou um esboço de quem ela era. Eu queria ler muito, mas eu também queria ser bem instruída. O caderno é um pequeno registro dessa realização, mas é também um esboço de uma grande aspiração. Há prazer na ambição também.

Ela  lembra um ponto importante. Nesses anos de formação, de leituras que não são obrigatórias, que não são exigidas pela escola, digamos, nesses vãos de dias e horas livres o adolescente vai se conhecendo, tanto pelos livros chamados ‘comerciais’ que escolhe, como pelos ‘clássicos da literatura’. Muitos livros chegam às nossas mãos nessa época através de algum interesse romântico, através de uma amiga de infância, de alguém que se admira ou de quem queremos nos aproximar. Ela, como muitos adolescentes, comprava seus livros no sebo mais próximo e por uma quantia irrisória foi lendo o que estava dentro de seu orçamento. Daí a presença primeiro muitos clássicos americanos, editados muitas vezes, facilmente encontrados e outros livros mais comerciais. Levou um tempo para chegar aos clássicos ingleses, e mais ainda para vagar pela literatura internacional. Para isso usou a lista de publicação dos livros de bolso Penguin Classics como diretiva.

Foi uma volta ao passado e uma surpresa ao descobrir-se tão ambiciosa. E você? Que memórias tem das suas leituras nos anos formativos?





Imagem de leitura — Alexandra Tyng

29 09 2014

Alexandra Tyng, o lampião alladin,O lampião Aladin

Alexandra Tyng ( Itália/EUA, 1954)

óleo sobre tela, 51 x 76 cm

www.alexandratyng.com

 

 





Imagem de leitura — Frances Strain

23 09 2014

 

 

Frances Strain, Garnett’s First Grade Class at the U of C Lab School, 1936

 

Aula do 1º ano de Garnett no Laboratório escolar, Univ. da Califórnia, 1936

Frances Strain (EUA, 1898-1962)

guache sobre papel, 54 x 69 cm





Imagem de leitura — George van Hook

20 09 2014

 

 

hook_0017Um raio de luz

George van Hook (EUA, 1954)

óleo sobre tela, 60 x 75 cm





Imagem de leitura — David Bekker

16 09 2014

 

 

David Bekker. Letter from the Old Country, 1936. Collection of Bernard FriedmanCarta do velho mundo, 1936

David Bekker (Lituânia/EUA, 1897- 1956)

óleo sobre tela, 50 x 75 cm

Coleção Bernard Friedman