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Foto: Adrees Latif, Reuters.
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A pequena girafa Sandy Hope aparece aqui ao lado de sua mamãe, no lugar onde mora: Jardim Zoológico de Greenwich, no estado de Connecticut, nos Estados Unidos.
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Foto: Adrees Latif, Reuters.–
A pequena girafa Sandy Hope aparece aqui ao lado de sua mamãe, no lugar onde mora: Jardim Zoológico de Greenwich, no estado de Connecticut, nos Estados Unidos.
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Urubu rei, s/d
Joacilei Gomes Cardoso (Brasil, 1960)
óleo sobre linho, 140 X 100 cm.
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Padre Nicolao Badariotti *
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Estava um dia um bando de urubus se banqueteando no nojento festim; de repente um deles dá um guincho rouco e todos se afastam e dispõem em círculo numa atitude de respeito. O ar vibra, silvando ao impulso de asas possantes, estremecem as folhas e um magnífico urubu-rei pousa majestosamente sobre um galho seco; dá um olhar imperioso sobre aquela turba vil e, lançando-se pesadamente ao chão, acode ao banquete, desdenhando todo aquele círculo de rivais invejosos e impotentes… Era um lindo animal, maior que um peru, escuro na parte superior do corpo e branco debaixo das asas e do peito. A cabeça coberta somente de uma penugem ostentava sete cores; o bico robusto, os olhos largos e expressivos sem a ferocidade de seus congêneres, o pescoço aveludado e adornado dum colar de alvas penas, fazem do urubu-rei um animal soberbo e de nenhum modo merecedor do nome vulgar tão humilhante para ele.
[Exemplo de descrição de animais]
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Em: Flor do Lácio,[antologia] Cleófano Lopes de Oliveira, São Paulo, Saraiva: 1964; 7ª edição. (Explicação de textos e Guia de Composição Literária para uso dos cursos normais e secundário), página 93.
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*Padre Nicolao Badariotti foi um religioso italiano que descreveu viagem ao Mato Grosso em 1898, sua viagem foi publicada como Exploração no norte de Mato Grosso, região do Alto Paraguay e Planalto dos Parecis. São Paulo: Escola Typ. Salesiana, 1898.
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Um caracol e uma lagarta se encontram em Batam, Indonesia
Foto: Shikhei Goh / Barcroft Medi
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Não resisti hoje, quando vi essa foto no jornal inglês The Telegraph. Tinha que mostrar a todos vocês. Achei espetacular. A natureza é muito bela, e os bons fotógrafos nos ajudam a desfrutá-la ainda mais.
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O príncipio da incerteza, 1944
René Magritte (Bélgica, 1898-1967)
óleo sobre tela
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Houve tempo em que brincávamos com as mãos fazendo as mais diversas sombras. Lembro-me de passar alguns dias de férias na casa de uma família amiga, um sítio, no interior do estado do Rio de Janeiro. Era um lugar longínquo. Chegávamos de trem até a estação mais próxima e depois disso ainda íamos de charrete até o local, uns 17 quilômetros da estação por estrada de terra. Não havia eletricidade. Lampiões eram acesos assim que o sol ia se pondo. Havia lampiões em todo canto, na varanda que circundava a casa em três lados e dentro de casa. Na varanda eram dependurados, de quando em quando, dos vergalhões que sustentavam o telhado, de telhas louçadas com decoração em azul e branco. A casa de um andar só era rústica, e dependíamos de dosséis para nos livrarmos das mordidas de mosquitos e de todo outro tipo de inseto atraído para dentro de casa pela luz dos lampiões. Foi a primeira e última vez que dormi debaixo de um dossel e devo dizer, foi de grande efeito ainda que abafe um pouco o ar já quente e úmido do verão tropical. Lá, para passar o tempo das longas férias de verão, brincamos algumas noites de sombras com as mãos. Era moderadamente divertido, mas nós os jovens adolescentes de 13 a 15 anos de idade não tínhamos muito mesmo que fazer…
Essa lembrança me veio hoje, quando recebi um PPS com fotos de mãos. Não, não eram sombras. Mas mãos pintadas fazendo animais ou outras cenas. Achei-as muito criativas. São obras do artista italiano Guido Daniele de Milão. Sua breve biografia encontra-se no final. Coloco aqui algumas das imagens que recebi. É possível que você também já tenha recebido essas fotos, já que essas coisas são virais, se esse for o caso, reveja-as. Um bom domingo para todos.
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Guido Daniele, nasceu na República Checa em 1950, mas mora e trabalha em Milão. Frequentou o Liceu de Arte de Brera de 1964 a 1968. Depois fez o curso de escultura na Academia de Belas Artes de Brera de 1968 a 1972. De 1972 a 1974 frequentou a escola tibetana Tankas em Dharamsala na Índia. Começou sua carreira de artista visual com exposições solo e coletivas a partir de 1968. Em 1990 adicionou à sua experiência a técnica da pintura corporal pintando o corpo de modelos para fotos, filmes de publicidade, eventos. Com isso conseguiu unir as tradicionais técnicas do retrato, da pintura a óleo e da fotografia, trazendo para elas o conhecimento que tem da escultura, do objeto tridimensional. Em 2000 começou a sua obra MANI ANIMALI [mãos animais] que o projetou internacionalmente.
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Nascidas no Jardim Zoológico de Londres este par de fuinhas sul-africanas (meerkat) chega pela primeira vez à beira da toca. Curiosas e interessadas na vida do lado de fora, mostraram-se bem alertas, mas sem coragem de colocar uma patinha sequer do lado de fora, mesmo tendo uma plateia humana lhes dando incentivos para que saíssem dali. As fuinhas sul-africanas nascem em tocas de famílias de fuinhas, famílias grandes de até 30 membros. Essas tocas são feitas de buracos que se comunicam uns com os outros num sistemas bastante complexo de tuneis. Em geral as fuinhas bebês ficam na toca durante as primeiras duas a três semanas de vida.
Fonte: Daily Mail
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O fotógrafo especialista em vida selvagem Grant Atkinson registrou o momento em que uma fêmea de leopardo carrega seu filhote na boca para tirá-lo de um esconderijo onde estava para se proteger de predadores. O pequeno animal ficou escondido na ‘toca’ enquanto a mãe foi à caça de alimentos em Botswana, no sul da África. Depois de ver a mãe, o filhote ficou tão animado que tentou brincar com ela. Atkinson estava seguindo a fêmea quando ela foi até o esconderijo. Foi então que ele viu o filhote saindo pelo buraco. Mais tarde, os dois foram para um novo esconderijo, onde o filhote ficou protegido e a mãe se deitou alerta.
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Fonte: TERRA
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Pesquisadores do Instituto Butantan descobriram um sapo que possui comportamento predatório, o que até hoje era completamente incomum nesses animais. Ao contrário de outros anfíbios, que expelem veneno somente após sofrerem um ataque, o Rhaebo guttatus, espécie encontrada na Amazônia e semelhante ao sapo Cururu, tem um mecanismo de veneno ativado voluntariamente.
O estudo, feito na Amazônia por cerca de um ano, revelou que o animal, por meio de movimentações corporais que causam a compressão do paratóide (glândulas que armazenam o veneno), esguicha o veneno a uma altura de quase dois metros.
Ao efetuar um ataque, o sapo libera uma substância com propriedades inflamatórias, capaz de causar complicações neurotóxicas, cardiotóxicas, edemas pulmonares, problemas no sistema digestivo ou até mesmo levar o predador a óbito.
“Essa descoberta pode revolucionar o estudo dos anfíbios, pois jamais se imaginou um sapo com esse tipo de comportamento. Além de contribuir com nossos estudos, reacende o folclore de que esses animais só atacam seu predador voluntariamente”, relata Carlos Jared, diretor do Laboratório de Biologia Celular.
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Notícia, exatamente como publicada no Portal Terra.
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Foto: Associated Press.–
Um filhote de puma foi apresentado ao público pelo zoológico Attica Parque, nas proximidades de Atenas, na Grécia. Com apenas um mês de vida, o raro filhote branco recebeu uma mamadeira com leite de uma funcionária do parque. Batizado com o nome de Casper, ele pesa 2 kg. De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza, a espécie está na lista dos animais ameaçados de extinção. Originário do continente americano, o felino pode ser encontrado desde o Canadá até países da América do Sul, inclusive o Brasil.
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Lindane, a girafinha. Foto Efe–
Aqui está Lindani, a girafinha do zoológico de Duisburgo, na Alemanha, logo depois que nasceu em maio.
As girafas são os animais mais altos do mundo, podendo um macho adulto medir cerca de 6 m de altura e pesar mais de 1 t. Estes animais vivem aproximadamente 25 anos. A principal curiosidade acerca das girafas é que, para se defender, o animal aplica um coice mortal.
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Foto:EFE–
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Uma votação na internet decidiu o nome de um filhote de elefante no zoológico de Viena. O nome escolhido faz justiça ao elefantinho: Tuluba – “orelhas enormes“, na língua africana wolof. Veja como esse elefantinho tem orelhas grandes! Foram cerca de 10 mil votos e o nome escolhido teve 60% deles.